CRISTA DA ONDA
Janeiro 22, 2012
Dezembro 07, 2011
Brasil é 3º país mais atrativo para investimento estrangeiro
Em 2010, os brasileiros ocupavam a quarta colocação no índice, lugar que agora se encontra os Estados Unidos, que caiu duas posições de um ano para o outro.
O Brasil é o terceiro melhor destino do mundo para a atração de investimentos estrangeiros em 2011, de acordo com o Índice de Confiança de Investimento Estrangeiro Direto 2011 (FDI, na sigla em inglês). O levantamento realizado pela consultoria A.T. Kearney é feito a partir da perspectiva de altos executivos das maiores empresas globais, e conta com a China em primeiro lugar (posição que ocupa desde 2002), seguido da Índia.
Em 2010, os brasileiros ocupavam a quarta colocação no índice, lugar que agora se encontra os Estados Unidos, que caiu duas posições de um ano para o outro. A nova definição nas posições mostra uma mudança das intenções de investimentos rumo às economias em desenvolvimento, que ocupam mais da metade das 25 primeiras posições do ranking.
O nível de otimismo com a economia brasileira em relação ao ano passado aumentou na nova medição, e chegou a 46%. Mais de um terço viu melhorias na China (34%) e na Índia (37%). Os autores do estudo ressaltam que os investidores estão procurando mercados internos mais atrativos, que promovem maior inserção de consumidores, como o dos países em desenvolvimento. O nível de confiança elevado nessas economias mostra otimismo em relação ao desempenho delas nos próximos anos.
O país que mais subiu no ranking foi Cingapura, que pulou 17 posições em um ano e ficou em sétimo lugar, seguido por Indonésia, que saltou do 20º para o nono lugar, e Malásia, que saiu do 21º para o décimo lugar.
O relatório também aponta para uma recuperação no nível de investimento estrangeiro direto das empresas, com 55% dos entrevistados afirmando que retomaram o nível atingido antes da crise. Um quinto deles disse que não esperava que ele retornasse a esse patamar antes de 2014. Mais de 60% deles, no entanto, seguem cautelosos, acreditando que a crise na zona do euro e nos Estados Unidos mudou significativamente o ambiente global de negócios.
Em 2010, os brasileiros ocupavam a quarta colocação no índice, lugar que agora se encontra os Estados Unidos, que caiu duas posições de um ano para o outro. A nova definição nas posições mostra uma mudança das intenções de investimentos rumo às economias em desenvolvimento, que ocupam mais da metade das 25 primeiras posições do ranking.
O nível de otimismo com a economia brasileira em relação ao ano passado aumentou na nova medição, e chegou a 46%. Mais de um terço viu melhorias na China (34%) e na Índia (37%). Os autores do estudo ressaltam que os investidores estão procurando mercados internos mais atrativos, que promovem maior inserção de consumidores, como o dos países em desenvolvimento. O nível de confiança elevado nessas economias mostra otimismo em relação ao desempenho delas nos próximos anos.
O país que mais subiu no ranking foi Cingapura, que pulou 17 posições em um ano e ficou em sétimo lugar, seguido por Indonésia, que saltou do 20º para o nono lugar, e Malásia, que saiu do 21º para o décimo lugar.
O relatório também aponta para uma recuperação no nível de investimento estrangeiro direto das empresas, com 55% dos entrevistados afirmando que retomaram o nível atingido antes da crise. Um quinto deles disse que não esperava que ele retornasse a esse patamar antes de 2014. Mais de 60% deles, no entanto, seguem cautelosos, acreditando que a crise na zona do euro e nos Estados Unidos mudou significativamente o ambiente global de negócios.
Outubro 31, 2011
Caro Lula: vamos vencer mais essa!
É com grande pesar e surpresa que recebemos, hoje, a notícia do estado de saúde do ex-presidente Lula, que foi diagnosticado com um tumor na laringe. Segundo os médicos, ele receberá tratamento de quimioterapia já a partir desta segunda-feira. A boa notícia, que nos conforta, é que, segundo a equipe médica do ex-presidente, Lula se encontra em boas condições de saúde e as chances de cura são excelentes. O próprio médico Paulo Hoff, um dos responsáveis pelo tratamento ao qual deverá se submeter, garantiu que o ex-presidente "está ótimo". Desde Pernambuco, onde me encontro, mando um grande abraço companheiro, na certeza de que, como tantas vezes que já enfrentamos desafios, vamos vencer mais uma vez, com a força e o apoio do nosso povo.
Por José Dirceu
É com grande pesar e surpresa que recebemos, hoje, a notícia do estado de saúde do ex-presidente Lula, que foi diagnosticado com um tumor na laringe. Segundo os médicos, ele receberá tratamento de quimioterapia já a partir desta segunda-feira. A boa notícia, que nos conforta, é que, segundo a equipe médica do ex-presidente, Lula se encontra em boas condições de saúde e as chances de cura são excelentes. O próprio médico Paulo Hoff, um dos responsáveis pelo tratamento ao qual deverá se submeter, garantiu que o ex-presidente "está ótimo".Uma notícia dessas já provocou uma onda de solidariedade no país por sua recuperação. Um líder desta estatura não poderia deixar de ser mencionado em várias notas oficiais. A direção nacional do PT, assim como todo o conjunto de dirigentes e militantes do partido, soltou um comunicado desejando o seu rápido restabelecimento e conclamou toda a nação brasileira a enviar uma calorosa mensagem de confiança e de energia positiva ao ex-presidente Lula neste momento de dificuldade.
Também a presidenta Dilma Rousseff se manifestou para dizer que se junta ao povo brasileiro na torcida pela sua recuperação. Ela própria, que superou um diagnóstico de câncer no sistema linfático, fez questão de frisar que, a competente equipe médica do Hospital Sírio Libanês, onde Lula está se tratando, a levou à recuperação total. “Tenho certeza de que acontecerá o mesmo com o presidente Lula”.
Símbolo e exemplo
Segundo Dilma Rousseff, o ex- presidente Lula é um líder, um símbolo e um exemplo para todos nós. “Como Presidenta da República e ex-ministra do presidente Lula, mas, sobretudo, como sua amiga, companheira, irmã e admiradora, estarei a seu lado com meu apoio e amizade para acompanhar a superação de mais esse obstáculo”, concluiu a presidenta.
Quem também manifestou seu apoio caloroso foi a torcida do Corínthias. “O dia não começou com a melhor das notícias. Todos os brasileiros e principalmente nós, os corinthianos, se assustaram com o problema de saúde do nosso ex-presidente Lula”, afirmou o clube, em nota. “Lula, receba o carinho de toda a nação corinthiana. (...) Estamos todos na torcida para que você esteja em breve junto com a gente torcendo pelo Timão”.
É isso mesmo. Desde Pernambuco, onde me encontro, mando um grande abraço companheiro, na certeza de que, como tantas vezes que já enfrentamos desafios, vamos vencer mais uma vez, com a força e o apoio do nosso povo.
Agosto 26, 2011
Brasil vive rotina de recordes na geração de emprego
Tornou-se rotina, nem surprende mais. A cada levantamento sobre emprego/desemprego divulgado, seja pelos institutos de pesquisa, seja por órgãos especializados - como o IBGE com sua Pesquisa Mensal de Trabalho e Rendimento divulgada agora - não importam as medidas adotadas para desaceleração da economia, o país continua gerando, com recordes, um colossal número de vagas formais.
Pelos números divulgados agora pelo IBGE, a taxa de desemprego ficou em 6% em julho, abaixo, portanto, dos 6,2% apurados em junho. Segundo o Instituto, este é o menor percentual de um mês de julho desde o início da série, em março de 2002.
O coordenador dessa pesquisa mensal de emprego e renda do IBGE, Cimar Azeredo, explicou que tradicionalmente no mês de julho há uma grande absorção de mão de obra pela indústria para a geração de produtos e serviços no 2º semestre do ano.
Foi a 2ª menor taxa de desemprego do ano
De acordo com este levantamento/balanço do IBGE, esta foi, no ano, a 2ª menor taxa de desemprego - a menor no ano havia sido registrada em janeiro, quando a variação ficou em 6,1%. Em comparação a julho de 2010, houve recuo de 0,9 ponto percentual, pois a taxa verificada há um ano era de 6,9%.
O IBGE divulgou, também, que o número de pessoas ocupadas nas seis principais regiões metropolitanas do país (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio, São Paulo e Porto Alegre) ficou estável de junho para julho, com 22,5 milhões de pessoas com emprego ante 1,4 milhão de desocupados. Já em relação a julho do ano passado, apresentou queda de 12,1% (menos 200 mil pessoas a procura de trabalho).
Pelo levantamento do IBGE, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado registrou alta de 1,2% - foi para 10,9 milhões, na comparação com junho. Na comparação anual, houve uma elevação de 7,1%, representando 726 mil novos postos de trabalho com carteira assinada.
Melhora também na renda média
Também o rendimento médio real (descontada a inflação) dos ocupados apresentou boa performance. Chegou ao valor mais alto para um mês de julho desde 2002 - está em R$ 1.612,90. A elevação foi de 2,2% na comparação mensal e de 4% ante julho de 2010.
Para o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo, houve também uma melhora da qualidade dos empregos criados, já que o número de vagas com carteira assinada aumentou. Segundo Azeredo, os números sobre o mercado de trabalho estão parecidos com os de 2010, quando a economia brasileira estava aquecida e cresceu 7,5%.
Para mim, o que efetivamente chama a atenção e merece destaque - já que os recordes na geração de emprego se tornaram rotina - é o aumento da renda média e da qualidade dos empregos, além da menor taxa de desemprego da série.
É um feito e tanto, já que a geração de emprego é a prioridade do governo Dilma Rousseff e, ao mesmo tempo, sólida base (emprego e renda) para a manutenção do crescimento mesmo ante as medidas de desaceleração tomadas pelo governo para combater a inflação e nos proteger da crise mundial.
Da web
Pelos números divulgados agora pelo IBGE, a taxa de desemprego ficou em 6% em julho, abaixo, portanto, dos 6,2% apurados em junho. Segundo o Instituto, este é o menor percentual de um mês de julho desde o início da série, em março de 2002.
O coordenador dessa pesquisa mensal de emprego e renda do IBGE, Cimar Azeredo, explicou que tradicionalmente no mês de julho há uma grande absorção de mão de obra pela indústria para a geração de produtos e serviços no 2º semestre do ano.
Foi a 2ª menor taxa de desemprego do ano
De acordo com este levantamento/balanço do IBGE, esta foi, no ano, a 2ª menor taxa de desemprego - a menor no ano havia sido registrada em janeiro, quando a variação ficou em 6,1%. Em comparação a julho de 2010, houve recuo de 0,9 ponto percentual, pois a taxa verificada há um ano era de 6,9%.
O IBGE divulgou, também, que o número de pessoas ocupadas nas seis principais regiões metropolitanas do país (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio, São Paulo e Porto Alegre) ficou estável de junho para julho, com 22,5 milhões de pessoas com emprego ante 1,4 milhão de desocupados. Já em relação a julho do ano passado, apresentou queda de 12,1% (menos 200 mil pessoas a procura de trabalho).
Pelo levantamento do IBGE, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado registrou alta de 1,2% - foi para 10,9 milhões, na comparação com junho. Na comparação anual, houve uma elevação de 7,1%, representando 726 mil novos postos de trabalho com carteira assinada.
Melhora também na renda média
Também o rendimento médio real (descontada a inflação) dos ocupados apresentou boa performance. Chegou ao valor mais alto para um mês de julho desde 2002 - está em R$ 1.612,90. A elevação foi de 2,2% na comparação mensal e de 4% ante julho de 2010.
Para o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo, houve também uma melhora da qualidade dos empregos criados, já que o número de vagas com carteira assinada aumentou. Segundo Azeredo, os números sobre o mercado de trabalho estão parecidos com os de 2010, quando a economia brasileira estava aquecida e cresceu 7,5%.
Para mim, o que efetivamente chama a atenção e merece destaque - já que os recordes na geração de emprego se tornaram rotina - é o aumento da renda média e da qualidade dos empregos, além da menor taxa de desemprego da série.
É um feito e tanto, já que a geração de emprego é a prioridade do governo Dilma Rousseff e, ao mesmo tempo, sólida base (emprego e renda) para a manutenção do crescimento mesmo ante as medidas de desaceleração tomadas pelo governo para combater a inflação e nos proteger da crise mundial.
Da web
Julho 30, 2011
Dilma convida o mundo a conhecer o Brasil e seu povo na Copa de 2014
Durante a cerimônia de sorteio dos grupos para as eliminatórias da Copa de 2014, na Marina da Glória, no Rio, a presidenta Dilma Rousseff convidou o mundo a conhecer o Brasil e os brasileiros. “O Brasil continua a ser identificado como o país do futebol. E isso nos envaidece. Nós amamos o futebol. Ganhamos cinco copas do Mundo e aqui nasceram muitos dos maiores craques de todos os tempos”, disse, fazendo referência especial a Pelé, presente na cerimônia e escolhido embaixador honorário do Mundial de 2014.
“Convido os povos do mundo inteiro a conhecer o Brasil e os brasileiros. Encontrarão um Brasil muito bem preparado para realizar a Copa. Com toda a infraestrutura necessária: transporte, tecnologia de comunicação e muita segurança”, completou.
A presidenta lembrou que o país hoje apresenta uma economia estável e em crescimento e que tem outros motivos de orgulho, além do futebol. “Somos um país que promove a inclusão social e que tem na diversidade étnica, cultural e religiosa uma de suas maiores riquezas e que convive respeitosamente com o meio ambiente”.
Dilma Rousseff afirmou que o país estará pronto em 2014 para receber o maior evento mundial do futebol. “Estamos fazendo a nossa parte para que a Copa seja a melhor de todos os tempos. Estejam certos de que esse novo Brasil estará pronto para encantar o mundo em 2014”, finalizou.
A Marina da Glória, onde está feito o sorteio preliminar das chaves da Copa, é um dos cartões-postais da cidade. Um forte esquema de segurança foi montado, com a participação de cerca de mil homens das polícias civil, militar e federal e bombeiros.
A estimativa é que 600 milhões de pessoas estejam acompanhando o sorteio, primeiro grande evento da Copa do Mundo no Brasil. A polícia faz o patrulhamento marítimo em torno da Marina da Glória.
“Convido os povos do mundo inteiro a conhecer o Brasil e os brasileiros. Encontrarão um Brasil muito bem preparado para realizar a Copa. Com toda a infraestrutura necessária: transporte, tecnologia de comunicação e muita segurança”, completou.
A presidenta lembrou que o país hoje apresenta uma economia estável e em crescimento e que tem outros motivos de orgulho, além do futebol. “Somos um país que promove a inclusão social e que tem na diversidade étnica, cultural e religiosa uma de suas maiores riquezas e que convive respeitosamente com o meio ambiente”.
Dilma Rousseff afirmou que o país estará pronto em 2014 para receber o maior evento mundial do futebol. “Estamos fazendo a nossa parte para que a Copa seja a melhor de todos os tempos. Estejam certos de que esse novo Brasil estará pronto para encantar o mundo em 2014”, finalizou.
A Marina da Glória, onde está feito o sorteio preliminar das chaves da Copa, é um dos cartões-postais da cidade. Um forte esquema de segurança foi montado, com a participação de cerca de mil homens das polícias civil, militar e federal e bombeiros.
A estimativa é que 600 milhões de pessoas estejam acompanhando o sorteio, primeiro grande evento da Copa do Mundo no Brasil. A polícia faz o patrulhamento marítimo em torno da Marina da Glória.
Julho 10, 2011
Na nova política industrial a desoneração da folha de pagamento
Merecem todo apoio as propostas antecipadas pelo ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, que serão incluídas na nova política industrial preparada pelo governo e a ser anunciada no máximo dentro de três semanas - até o final deste mês - pela presidenta Dilma Rousseff.
Esta nova política, conforme reitera o ministro, trará desonerações que visam aliviar a carga tributária sobre inovação, insumos (como energia elétrica, telecomunicações e combustíveis) e na folha de pagamento. A desoneração da folha, inclusive, é proposta apresentada desde o governo Lula e tramita há tempos no Congresso Nacional como um dos itens da reforma tributária que a oposição tem impedido de ser aprovada.
"Haverá subsídios e desonerações fortes para quem investir em inovação", acentuou o ministro destacando esta como a melhor forma de competir, por exemplo, com a China. Pimentel julga que o país tributa pesadamente quem contrata trabalhadores, o que, conforme disse "não é moderno". Ele defende a reforma na área de insumos argumentando que aí reside uma das grandes preocupações do governo, já que a atual estrutura tributária para a área não funciona mais a contento.
Desoneração cumpre um duplo objetivo
O ministro adiantou que a desoneração vem com um duplo objetivo: para reduzir os custos de produção e para premiar a inovação. Ele considera inadiável uma mudança na sistemática do ICMS e está otimista quanto a essa questão:"Há quase um acordo entre os governadores de que mudar o ICMS é fundamental."
Vale reflexão, também, o conselho do ministro Pimentel, no sentido de que o país precisa estar preparado para enfrentar a competição externa com o novo patamar de câmbio. "Vamos trabalhar com essa nova realidade (de apreciação do real). Nunca convivemos com um câmbio tão desfavorável no Brasil", reconheceu.
Em outro ponto, e conforme tenho batido muito aqui neste blog, o Pimentel também tem razão: a taxa básica de juros brasileira está muito alta. Para ele, não faz sentido o Brasil ter taxas de juros (entre quatro e cinco vezes maiores que as vigentes em outros países) tão altas e elas são incompatíveis com os fundamentos do país.
"Não precisamos e não devemos praticá-las", defende. Ele observa que os juros sãos os principais responsáveis pela elevação do chamado Custo Brasil e assinala: "É preciso dar um recado para o setor financeiro: é preciso começar a fazer a transição (para juros menores)."
Esta nova política, conforme reitera o ministro, trará desonerações que visam aliviar a carga tributária sobre inovação, insumos (como energia elétrica, telecomunicações e combustíveis) e na folha de pagamento. A desoneração da folha, inclusive, é proposta apresentada desde o governo Lula e tramita há tempos no Congresso Nacional como um dos itens da reforma tributária que a oposição tem impedido de ser aprovada.
"Haverá subsídios e desonerações fortes para quem investir em inovação", acentuou o ministro destacando esta como a melhor forma de competir, por exemplo, com a China. Pimentel julga que o país tributa pesadamente quem contrata trabalhadores, o que, conforme disse "não é moderno". Ele defende a reforma na área de insumos argumentando que aí reside uma das grandes preocupações do governo, já que a atual estrutura tributária para a área não funciona mais a contento.
Desoneração cumpre um duplo objetivo
O ministro adiantou que a desoneração vem com um duplo objetivo: para reduzir os custos de produção e para premiar a inovação. Ele considera inadiável uma mudança na sistemática do ICMS e está otimista quanto a essa questão:"Há quase um acordo entre os governadores de que mudar o ICMS é fundamental."
Vale reflexão, também, o conselho do ministro Pimentel, no sentido de que o país precisa estar preparado para enfrentar a competição externa com o novo patamar de câmbio. "Vamos trabalhar com essa nova realidade (de apreciação do real). Nunca convivemos com um câmbio tão desfavorável no Brasil", reconheceu.
Em outro ponto, e conforme tenho batido muito aqui neste blog, o Pimentel também tem razão: a taxa básica de juros brasileira está muito alta. Para ele, não faz sentido o Brasil ter taxas de juros (entre quatro e cinco vezes maiores que as vigentes em outros países) tão altas e elas são incompatíveis com os fundamentos do país.
"Não precisamos e não devemos praticá-las", defende. Ele observa que os juros sãos os principais responsáveis pela elevação do chamado Custo Brasil e assinala: "É preciso dar um recado para o setor financeiro: é preciso começar a fazer a transição (para juros menores)."
Da web
Junho 21, 2011
Novidade - Correios no Plano Nacional da Banda Larga
Durante o Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, o ministro das Comunicações Paulo Bernardo disse que há estudos nos Correios para a empresa atuar no Plano Nacional de Banda Larga. Ele disse que na Coreia, os correios de lá tiveram papel importante na disseminação da banda larga.
O Ministro comentou em resposta a uma pergunta de nosso blog, sobre agências dos Correios atuarem como provedores de acesso do PNBL para levar a chamada última milha até a casa do cidadão.
A ECT (Empresa de Correios e Telegrafos), no passado, quando a internet era novidade, já teve quiosques de acesso em agências, para promover inclusão digital, principalmente em cidades e bairros onde eram raros os pontos de acesso públicos, e quase não havia lan-houses.
Hoje a ECT poderia fazer o mesmo com a banda larga. Há cidades e bairros onde não há provedores de banda larga acessíveis, mas os Correios tem agências lá, e na falta de provedores interessados os Correios poderiam fazer este papel.
Além disso, a ECT é uma empresa, e pode ser interessante e lucrativo explorar este serviço. Recentemente a empresa teve sua área de atuação ampliada, podendo operar até como operadora virtual de telefonia celular. Nada impede que opere também como provedor do PNBL.
O Ministro comentou em resposta a uma pergunta de nosso blog, sobre agências dos Correios atuarem como provedores de acesso do PNBL para levar a chamada última milha até a casa do cidadão.
A ECT (Empresa de Correios e Telegrafos), no passado, quando a internet era novidade, já teve quiosques de acesso em agências, para promover inclusão digital, principalmente em cidades e bairros onde eram raros os pontos de acesso públicos, e quase não havia lan-houses.
Hoje a ECT poderia fazer o mesmo com a banda larga. Há cidades e bairros onde não há provedores de banda larga acessíveis, mas os Correios tem agências lá, e na falta de provedores interessados os Correios poderiam fazer este papel.
Além disso, a ECT é uma empresa, e pode ser interessante e lucrativo explorar este serviço. Recentemente a empresa teve sua área de atuação ampliada, podendo operar até como operadora virtual de telefonia celular. Nada impede que opere também como provedor do PNBL.
Por: Zé Augusto
Maio 05, 2011
Com garantia de anonimato, campanha do desarmamento será relançada amanhã
Cerca de mil armas serão incineradas amanhã (6), em Volta Redonda, no sul do estado do Rio. A ação marcará o lançamento da Campanha do Desarmamento, desenvolvida pelo Ministério da Justiça. Além da queima das armas, haverá a apresentação dos filmes da campanha que serão veiculados pelas redes de TV do país.
O lançamento oficial será no Rio de Janeiro, às 10h, com a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, do governador Sérgio Cabral e do prefeito Eduardo Paes. De acordo com Cardozo, a campanha deste ano terá uma série de inovações, como a não obrigatoriedade de identificação do cidadão que entregar a arma.
“O objetivo é arrecadarmos o maior número de armas possível. Aquele que devolver a arma, pode fazê-lo no anonimato, o que elimina a preocupação das pessoas em relação à entrega de armas”, afirmou Cardozo.
Os valores de indenização variam de R$ 100 a R$ 300, dependendo do tipo de armamento. O Ministério da Justiça reservou R$ 10 milhões para o pagamento das indenizações. Igrejas e organizações não governamentais vão funcionar como postos de coleta de armas, além das delegacias de Polícia Civil, dos batalhões de Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros e das unidades das Forças Armadas.
Por Daniella Jinkings
“O objetivo é arrecadarmos o maior número de armas possível. Aquele que devolver a arma, pode fazê-lo no anonimato, o que elimina a preocupação das pessoas em relação à entrega de armas”, afirmou Cardozo.
Os valores de indenização variam de R$ 100 a R$ 300, dependendo do tipo de armamento. O Ministério da Justiça reservou R$ 10 milhões para o pagamento das indenizações. Igrejas e organizações não governamentais vão funcionar como postos de coleta de armas, além das delegacias de Polícia Civil, dos batalhões de Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros e das unidades das Forças Armadas.
Por Daniella Jinkings
Abril 11, 2011
Sucesso - China abre mercado para carne suína brasileira
O governo chinês aprovou hoje três frigoríficos brasileiros para a abertura, pela primeira vez, de seu mercado à carne suína do Brasil. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a liberação ocorre cinco meses depois de uma missão chinesa vir ao país para inspecionar 13 indústrias.
O anúncio foi feito durante o primeiro dia da visita da presidenta Dilma Rousseff à China. “Com a aprovação das indústrias de suínos do Brasil, estamos cumprindo parte da missão que a presidenta Dilma Rousseff nos deu de ampliar a venda de produtos de maior valor agregado”, afirmou, em nota, o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, que faz parte da comitiva presidencial.
O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, que também participa da comitiva, disse que ainda não se sabe quais são os frigoríficos aprovados, mas comemorou a decisão. “Representa o início da abertura do mercado para a carne suína brasileira. Continuaremos a trabalhar para a habilitação dos frigoríficos restantes”, afirmou.
Segundo o Ministério da Agricultura, a expectativa é que nos próximos meses a lista de frigoríficos aptos a exportar carne suína para a China seja ampliada, com o esclarecimento de questionamentos dos chineses em relação às demais indústrias. “Os chineses respondem por 50% da carne suína produzida no mundo, porém estão cada vez mais aumentando a renda per capita e devem ampliar o consumo de carnes”, disse, por meio de nota, o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Célio Porto, ressaltando a importância do anúncio.
Atualmente, a China importa carne bovina e de frango do Brasil. Em 2010, as importações chinesas renderam ao Brasil US$ 225,6 milhões, sendo US$ 219,6 milhões apenas de carne de frango, tornando o Brasil o principal fornecedor de carne de aves para os chineses. De acordo com o Ministério da Agricultura, desde 2008, a China é a maior compradora de produtos agropecuários brasileiros, aumentando suas compras em 214% nos últimos três anos (US$ 3,5 bilhões em 2007 para US$ 11 bilhões em 2010).
Por Danilo Macedo
O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, que também participa da comitiva, disse que ainda não se sabe quais são os frigoríficos aprovados, mas comemorou a decisão. “Representa o início da abertura do mercado para a carne suína brasileira. Continuaremos a trabalhar para a habilitação dos frigoríficos restantes”, afirmou.
Segundo o Ministério da Agricultura, a expectativa é que nos próximos meses a lista de frigoríficos aptos a exportar carne suína para a China seja ampliada, com o esclarecimento de questionamentos dos chineses em relação às demais indústrias. “Os chineses respondem por 50% da carne suína produzida no mundo, porém estão cada vez mais aumentando a renda per capita e devem ampliar o consumo de carnes”, disse, por meio de nota, o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Célio Porto, ressaltando a importância do anúncio.
Atualmente, a China importa carne bovina e de frango do Brasil. Em 2010, as importações chinesas renderam ao Brasil US$ 225,6 milhões, sendo US$ 219,6 milhões apenas de carne de frango, tornando o Brasil o principal fornecedor de carne de aves para os chineses. De acordo com o Ministério da Agricultura, desde 2008, a China é a maior compradora de produtos agropecuários brasileiros, aumentando suas compras em 214% nos últimos três anos (US$ 3,5 bilhões em 2007 para US$ 11 bilhões em 2010).
Por Danilo Macedo
Março 25, 2011
Itamaraty e Caixa assinam acordo para autorizar brasileiros a sacar FGTS no exterior
A partir de agora os brasileiros que moram no exterior poderão sacar o dinheiro depositado nas contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A medida começa a valer porque o Ministério das Relações Exteriores e a Caixa Econômica Federal firmaram um termo aditivo a um termo de compromisso que foi adotado em julho de 2010.
Antes disso, somente os três consulados-gerais do Brasil no Japão estavam aptos a receber a documentação necessária para o saque de contas do FGTS. O termo aditivo assinado dará flexibilidade para a gradual expansão desse serviço aos brasileiros residentes em outros países.
Caberá ao governo autorizar as situações que permitirão o saque das contas de FGTS. Uma das possibilidades é limitar os saques para aposentadoria e contas inativas por mais de três anos. No Japão, onde a comunidade brasileira é de cerca de 254 mil pessoas, a medida já está em vigor desde agosto do ano passado.
De acordo com técnicos que trabalharam na elaboração do termo aditivo, depois da liberação, o dinheiro será transferido para conta na própria Caixa ou outra instituição financeira brasileira. O projeto, implantado inicialmente no Japão, serviu como piloto.
Caberá ao governo autorizar as situações que permitirão o saque das contas de FGTS. Uma das possibilidades é limitar os saques para aposentadoria e contas inativas por mais de três anos. No Japão, onde a comunidade brasileira é de cerca de 254 mil pessoas, a medida já está em vigor desde agosto do ano passado.
De acordo com técnicos que trabalharam na elaboração do termo aditivo, depois da liberação, o dinheiro será transferido para conta na própria Caixa ou outra instituição financeira brasileira. O projeto, implantado inicialmente no Japão, serviu como piloto.
Por Renata Giraldi
Março 04, 2011
Fevereiro 12, 2011
Agronegócio exporta mais de R$ 5 bilhões em janeiro e bate recorde histórico
As exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 5,1 bilhões em janeiro, 26,3% a mais que o registrado em janeiro de 2010. De acordo com dados divulgados hoje (11) pelo Ministério da Agricultura, o resultado é o melhor para o mês desde 1989, quando teve início a série histórica. O saldo da balança comercial do setor [exportações menos importações] foi de US$ 3,9 bilhões, cerca de US$ 800 milhões a mais que em janeiro do ano passado.
A balança comercial do país em janeiro, divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) na semana passada, registrou exportações de US$ 15,215 bilhões e saldo de US$ 424 milhões. Assim, a exportações do agronegócio representaram 33,8% dos embarques no primeiro mês de 2011.
Os produtos que se destacaram pelo aumento das exportações foram complexo soja, café, carnes, cereais, farinhas e preparações, sucos de frutas e produtos florestais. Aproveitando as boas cotações internacionais dos alimentos, o complexo soja, que inclui óleo, farelo e grão, teve o maior aumento em valor (89,3%) e volume (67,7%) exportados em janeiro. As vendas do produto para o exterior renderam US$ 598,6 milhões.
Os embarques de café também tiveram crescimento expressivo, de 23,9% em quantidade e de 65,9% em valor, alcançando US$ 595,4 milhões. As exportações de carnes aumentaram 19,7% em valor (US$ 1,03 bilhão) e 9,3% em volume. O aumento dos preços internacionais da proteína animal contribuíram para esse faturamento, já que a quantidade embarcada foi menor para carnes bovinas (-22%) e suínas (-10,9%). O destaque foi a carne de frango, com crescimento de 27,8% em quantidade e 50,2% em valor.
As exportações do agronegócio brasileiro nos últimos 12 meses terminados em janeiro somam US$ 77,5 bilhões, outro recorde. De fevereiro de 2010 a janeiro de 2011, as exportações cresceram 19,8% na comparação com o período de fevereiro de 2009 a janeiro de 2010, quando a receita fechou em US$ 64,7 bilhões.
O Ministério da Agricultura informou que os países em desenvolvimento são os que mais ampliaram as importações de produtos do agronegócio brasileiro. Entre os principais compradores estão China, que quase dobrou as compras de alimentos do Brasil (aumento de 94,3%), Argélia (126,7%), Marrocos (108%), Espanha (84,3%), Egito (83,6%), França (46,5%), Rússia (44,9%), Itália (42,2%) e Bélgica (40,9%).
As exportações do setor para a China, principal parceiro comercial do Brasil, passaram de US$ 8,8 bilhões para US$ 11,1 bilhões nos últimos 12 meses, um aumento de 25,5%. A participação do país asiático nas compras do agronegócio nacional é de 14%.
Por Danilo Macedo
A balança comercial do país em janeiro, divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) na semana passada, registrou exportações de US$ 15,215 bilhões e saldo de US$ 424 milhões. Assim, a exportações do agronegócio representaram 33,8% dos embarques no primeiro mês de 2011.
Os produtos que se destacaram pelo aumento das exportações foram complexo soja, café, carnes, cereais, farinhas e preparações, sucos de frutas e produtos florestais. Aproveitando as boas cotações internacionais dos alimentos, o complexo soja, que inclui óleo, farelo e grão, teve o maior aumento em valor (89,3%) e volume (67,7%) exportados em janeiro. As vendas do produto para o exterior renderam US$ 598,6 milhões.
Os embarques de café também tiveram crescimento expressivo, de 23,9% em quantidade e de 65,9% em valor, alcançando US$ 595,4 milhões. As exportações de carnes aumentaram 19,7% em valor (US$ 1,03 bilhão) e 9,3% em volume. O aumento dos preços internacionais da proteína animal contribuíram para esse faturamento, já que a quantidade embarcada foi menor para carnes bovinas (-22%) e suínas (-10,9%). O destaque foi a carne de frango, com crescimento de 27,8% em quantidade e 50,2% em valor.
As exportações do agronegócio brasileiro nos últimos 12 meses terminados em janeiro somam US$ 77,5 bilhões, outro recorde. De fevereiro de 2010 a janeiro de 2011, as exportações cresceram 19,8% na comparação com o período de fevereiro de 2009 a janeiro de 2010, quando a receita fechou em US$ 64,7 bilhões.
O Ministério da Agricultura informou que os países em desenvolvimento são os que mais ampliaram as importações de produtos do agronegócio brasileiro. Entre os principais compradores estão China, que quase dobrou as compras de alimentos do Brasil (aumento de 94,3%), Argélia (126,7%), Marrocos (108%), Espanha (84,3%), Egito (83,6%), França (46,5%), Rússia (44,9%), Itália (42,2%) e Bélgica (40,9%).
As exportações do setor para a China, principal parceiro comercial do Brasil, passaram de US$ 8,8 bilhões para US$ 11,1 bilhões nos últimos 12 meses, um aumento de 25,5%. A participação do país asiático nas compras do agronegócio nacional é de 14%.
Por Danilo Macedo
Janeiro 24, 2011
Produção da Petrobras somando Brasil e exterior também é recorde
Além do recorde nacional na produção de petróleo em dezembro de 2010 e no resultado acumulado no ano, a Petrobras informou que também obteve resultados recordes na totalidade da produção, somando o Brasil e o exterior.
Segundo a Petrobras, a produção total de petróleo e gás natural da companhia atingiu a média diária de 2,58 milhões de barris de óleo equivalente (petróleo e gás). O volume é 2,3 % superior aos 2,52 milhões de barris de óleo equivalente produzidos em média ao longo de 2009.
No exterior, a produção exclusiva de petróleo em 2010 atingiu 15,2 mil barris de média diária, o que representa um aumento de 7,6% em relação à produção de 2009 que foi de 140,5 mil barris diários.
Já a produção total de petróleo e gás natural no exterior em 2010 chegou a 245 mil de óleo equivalente – volume 3,2% superior ao de 2009.
A nota da Petrobras diz que em dezembro de 2010, o volume total de petróleo e gás produzido pela estatal no Brasil e no exterior foi de 2,73 milhões de barris de óleo equivalente - um aumento de 4,2% em relação à produção global da Petrobras no mês anterior (novembro) e de 7,1% sobre o volume produzido no mesmo mês em 2009.
Isoladamente, a produção de gás natural no exterior foi de 15,44 milhões de metros cúbicos diários em dezembro, o que corresponde a um declínio de 2,6% em relação ao mesmo mês de 2009 e de 3,3% sobre novembro de 2010.
Janeiro 05, 2011
Quem diria - Ferrari bate recorde de vendas na China
A Ferrari consegui vender cerca de 300 veículos em 2010, o melhor resultado da companhia italiana desde que começou a exportar para a China.
No site oficial da Ferrari pode ler-se num comunicado que este aumento “representa um reforço de uma tendência positiva do mercado nos últimos anos, e um aumento de quase 50% relativamente a 2009”.
“2010 é um ano histórico para a Ferrari na China, não somente graças a esta venda recorde, mas também porque o 999º cliente vai ser o centro das atenções de uma celebração especial em Xangai no dia 14 de Janeiro”. No comunicado reitera-se também que este número é particularmente auspicioso uma vez que na China o nove é considerado um número da sorte e representa a longevidade.
A Ferrari avança também que pretende abrir agora mais stands em várias cidades chinesas.
A ascensão econômica do gigante asiático tem estado patente na invasão de produtos de luxo na China, beneficiando também o sector automóvel, que em 2009 superou os Estados Unidos no volume de vendas. O ano passado assistiu a um aumento de 28,8 por cento nas vendas no mercado chinês.
“2010 é um ano histórico para a Ferrari na China, não somente graças a esta venda recorde, mas também porque o 999º cliente vai ser o centro das atenções de uma celebração especial em Xangai no dia 14 de Janeiro”. No comunicado reitera-se também que este número é particularmente auspicioso uma vez que na China o nove é considerado um número da sorte e representa a longevidade.
A Ferrari avança também que pretende abrir agora mais stands em várias cidades chinesas.
A ascensão econômica do gigante asiático tem estado patente na invasão de produtos de luxo na China, beneficiando também o sector automóvel, que em 2009 superou os Estados Unidos no volume de vendas. O ano passado assistiu a um aumento de 28,8 por cento nas vendas no mercado chinês.
Dezembro 27, 2010
Exportações de 2010 superam recorde de vendas externas em 2008
Faltando quatro dias úteis para o fechamento do ano, as vendas de produtos brasileiros para o exterior somam US$ 197,999 bilhões e já superam o recorde histórico de 2008, quando as exportações alcançaram US$ 197,942 bilhões.Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as vendas deste ano aumentaram 31,9% em relação às de 2009, considerando-se o critério de média diária. Mas, apesar do menor volume, as importações cresceram mais ainda. As compras externas somaram US$ 179,139 bilhões e evoluíram 42,3% no ano.
Essa diferença percentual em favor das importações vinha acontecendo de forma mais acentuada, ao longo de 2010. Ela diminuiu um pouco agora, porque a balança comercial (exportações menos importações) registra o melhor desempenho do ano neste mês, com saldo de US$ 3,950 bilhões nos 18 dias úteis até agora.
Até então, o melhor superávit mensal no ano era de US$ 3,448 bilhões, em maio, ao passo que os piores resultados foram contabilizados em janeiro, quando a balança comercial teve déficit de US$ 177 milhões, e em novembro último, com superávit de US$ 311 milhões e média diária de US$ 15,6 milhões.
Em razão dessa base de comparação muito baixa, a média diária do saldo neste mês, de US$ 219,4 milhões, é 1.311% superior à média obtida no mês anterior. Isso porque as importações cresceram mais que o esperado em novembro, tanto em máquinas e equipamentos industriais, quanto em combustíveis e bens de consumo duráveis, além do abastecimento tradicional de produtos típicos para as festas de fim de ano.
Houve, neste mês, boa evolução das vendas externas nas três categorias de produtos. Como sempre, os produtos básicos, responsáveis por mais de 70% das exportações, tiveram melhor desempenho no mês, com aumento de 97,9% nas vendas de minério de ferro, petróleo em bruto, café, soja, milho e carnes.
Os semimanufaturados vieram em seguida, com expansão de 35,9% nas vendas de ferro fundido, óleo de soja, ligas de ferro e aço, alumínio e celulose, principalmente. O menor crescimento, de 10,2%, foi nas exportações de produtos manufaturados, como aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, automóveis, autopeças, laminados planos, veículos de carga e açúcar refinado.
As importações tiveram desempenho mais fraco em dezembro, com queda de 16,5% em relação a novembro. A retração foi provocada, principalmente, pela queda nas compras de adubos e fertilizantes (-49,5%), combustíveis e lubrificantes (-30,5%), aparelhos eletrônicos (-21,1%), borracha e obras (-18,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (-17,5%), plásticos e obras (-15,7%), dentre outros.
ABr
Dezembro 21, 2010
Otimismo com futuro governo Dilma Rousseff
A ampla maioria dos brasileiros - nada menos que 62% - depositam grandes esperanças e estão confiantes de que será ótimo/bom o governo da presidenta Dilma Rousseff que se inicia no próximo dia 1º. O índice foi levantado por pesquisa CNI/IBOPE que acaba de ser divulgada e, tudo indica, é a última do ano.
A pesquisa mostra 87% de apoio e aprovação populares ao presidente Lula e à sua gestão, e um índice de aceitação ainda maior da população do Nordeste em relação à administração que se encerra: 95% da população da região tem avaliação positiva da gestão do governo Lula.
Mesmo na região Sul, onde o levantamento registra mais fraco desempenho para o governo, a aprovação da população ao presidente é de 80% e a do governo de 75%. São, seguramente, os maiores índices de aprovação já conferidos a um governo que se encerra, ainda que em administrações mais distantes na história não houvessem, ou as pesquisas não fossem tão detalhadas.
Nesta CNI/IBOPE, os pesquisadores pediram aos entrevistados que fizessem uma comparação do governo Lula com as expectativas que têm em relação ao da presidenta Dilma. Como resposta, 58% dos pesquisados disseram que deverá ser igual; outros 18% que Dilma se sairá melhor que o atual presidente; e só 14% acham que ela será pior.
Da web
A pesquisa mostra 87% de apoio e aprovação populares ao presidente Lula e à sua gestão, e um índice de aceitação ainda maior da população do Nordeste em relação à administração que se encerra: 95% da população da região tem avaliação positiva da gestão do governo Lula.
Mesmo na região Sul, onde o levantamento registra mais fraco desempenho para o governo, a aprovação da população ao presidente é de 80% e a do governo de 75%. São, seguramente, os maiores índices de aprovação já conferidos a um governo que se encerra, ainda que em administrações mais distantes na história não houvessem, ou as pesquisas não fossem tão detalhadas.
Nesta CNI/IBOPE, os pesquisadores pediram aos entrevistados que fizessem uma comparação do governo Lula com as expectativas que têm em relação ao da presidenta Dilma. Como resposta, 58% dos pesquisados disseram que deverá ser igual; outros 18% que Dilma se sairá melhor que o atual presidente; e só 14% acham que ela será pior.
Da web
Dezembro 07, 2010
HUHU MULEQUE
Produção industrial em outubro cresceu em quatro estados, mostra IBGE
De setembro para outubro deste ano, a produção industrial brasileira cresceu em quatro dos 14 estados e regiões pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os destaques da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgados foram para os estados da Bahia, com crescimento de 5,4%, e do Espírito Santo, onde a produção cresceu 3,8 %.Na comparação com outubro de 2009, a produção industrial avançou 2,1%, e no acumulado do ano, 11,8%, o mesmo índice do acumulado dos últimos 12 meses. Segundo o IBGE, os resultados de outubro indicam uma clara perda de ritmo do crescimento da produção industrial, frente aos números no primeiro e terceiro trimestres de 2010, na comparação com igual período do ano anterior.
O Rio de Janeiro, com 0,7%, e Minas Gerais, com 0,1%, foram os outros dois resultados positivos de outubro. No estado de Santa Catarina, o crescimento da produção industrial foi zero, o mesmo índice observado em setembro. Os demais locais registraram taxas negativas, com destaque para o Paraná, com queda de 7,6%, Ceará (-5,9%), Goiás (-4,5%) e o Amazonas (-3,3%). Quedem Pernambuco (-0,6%), São Paulo (-0,5%) e na Região Nordeste (-0,1%).
No confronto com outubro de 2009, o destaque nos resultados regionais foi para os aumentos de 20% na produção de Goiás, impulsionado, de acordo com o IBGE, pela indústria de alimentos e bebidas, e de 11,4% na do Espírito Santo, atribuído ao crescimento da indústria extrativa.
Por Paulo Virgílio
Novembro 17, 2010
Governo destinará R$ 10,7 milhões para apoiar projetos artísticos e socioculturais
Uma parceria entre os ministérios da Cultura (MinC) e da Justiça (MJ) destinará R$ 10,7 milhões para apoiar 700 projetos artísticos e socioculturais voltados para pessoas entre 15 e 29 anos. O edital que regulamenta os Microprojetos Mais Cultura para os Tempos de Paz foi publicado no Diário Oficial da União e pretende contemplar 44 localidades de 11 estados e do Distrito Federal, atendidas pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).
A verba será destinada ao financiamento de projetos de hip hop, grafite, rap, teatro, literatura, artesanato e dança. Produções de vídeos e documentários, bem como gravação de CDs de jovens artistas de comunidades de baixa renda e de elevados índices de violência também poderão receber o apoio financeiro. Cada proposta contemplada poderá receber de um a 30 salários mínimos (máximo de R$ 15,3 mil), respeitando a particularidade de cada ação social.
De acordo com o secretário executivo do Pronasci, Ronaldo Teixeira, a parceria do MinC com o MJ é importante para recuperar os jovens de comunidades carentes. “O Pronasci inova nesse conceito, pois o caminho para a redenção dessas áreas passa necessariamente, de um lado, pela presença da polícia e, de outro, pela presença do Estado, aportando recursos para que jovens possam acessar bens culturais e potencializar sua cidadania”, afirmou.
O estado do Rio de Janeiro concentra boa parte dos projetos premiados pelo edital, com 300, espalhados em 24 localidades atendidas pelo Pronasci. As outras unidades de Federação que têm Territórios de Paz a serem beneficiados pelo edital são: Rio Grande do Sul, Bahia, Acre, Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Pará, Paraná, Pernambuco, São Paulo e Distrito Federal. O Ministério da Justiça estima que a população contemplada pelo projeto é de 2,5 milhões de habitantes.
As inscrições para o edital Microprojetos estão abertas até o dia 30 de dezembro. O cadastro pode ser feitos nos sites do Ministério da Cultura (www.cultura.gov.br), do Programa Mais Cultura (http://mais.cultura.gov.br) e do Pronasci (www.mj.gov.br/pronasci).
Da web
Novembro 02, 2010
OEA saúda 'era de prosperidade' que se abre para o Brasil com Dilma
O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, saudou esta terça-feira a "nova era de prosperidade" que se abre com Dilma Rousseff na Presidência do Brasil.
O compromisso de Dilma "com os direitos fundamentais e a igualdade entre homens e mulheres marcará uma nova era de prosperidade para os brasileiros, que permitirá à senhora aprofundar o legado de" Lula, destacou Insulza na carta, segundo um comunicado.
De acordo com o secretário-geral da OEA, as eleições no Brasil "refletiram a vocação democrática de seus cidadãos".
Outubro 17, 2010
“É hora de eleger uma mulher que comandou os programas estratégicos para irar o povo da miséria”, afirma Dona Íris
“Eu acho que o Brasil tem uma chance histórica para romper barreiras e eleger a competência e a sensibilidade da mulher para a presidência da República. Dilma Rousseff tem uma longa história de luta pelas liberdades e comandou os programas estratégicos que tiraram o país da miséria, que elevaram a renda da população e que trouxeram milhares de famílias para a classe média”, afirmou a deputada federal eleita por Goiás, Dona Íris de Araújo, em depoimento divulgado pelo site da candidata à presidência da República, Dilma Rousseff.
Para Dona Íris, “a presença de uma mulher na Presidência da República é uma experiência extraordinária. E nós temos essa chance agora, porque a Dilma reúne qualidades políticas e administrativas para continuar com as grandes transformações iniciadas pelo presidente Lula. Um Brasil com crescimento forte, menos desigual e muito justo”.
Deputada federal mais votada, com 186 mil votos, Íris pediu ao seu eleitorado: “Eu não tenho a menor dúvida de nesse momento pedir para que todos os eleitores de Goiás votem, respaldem o nome de Dilma Rousseff, porque ela com certeza vai ser um grande fenômeno no trabalho político e administrativo do nosso país”.
É a hora das Mulheres no poder !!
Para Dona Íris, “a presença de uma mulher na Presidência da República é uma experiência extraordinária. E nós temos essa chance agora, porque a Dilma reúne qualidades políticas e administrativas para continuar com as grandes transformações iniciadas pelo presidente Lula. Um Brasil com crescimento forte, menos desigual e muito justo”.
Deputada federal mais votada, com 186 mil votos, Íris pediu ao seu eleitorado: “Eu não tenho a menor dúvida de nesse momento pedir para que todos os eleitores de Goiás votem, respaldem o nome de Dilma Rousseff, porque ela com certeza vai ser um grande fenômeno no trabalho político e administrativo do nosso país”.
É a hora das Mulheres no poder !!
Setembro 28, 2010
PRIVATISTA SERRA DEVERÁ VENDER A PETROBRÁS E OUTRAS EMPRESAS NACIONAIS
Capitalização da Petrobrás: empresa fortalecida, Brasil mais soberano
Além de recordes e números grandiosos, que muito orgulham os petroleiros e o povo brasileiro, o processo de capitalização da Petrobrás é mais um passo significativo rumo à soberania energética do país. Segundo estimativas do ministro Mantega, o Estado aumentará de 40% para 48% sua participação no capital total da Petrobrás, o que poderá significar, também, maior controle da União sobre a empresa. Atualmente, o Estado detém 55% das ações ordinárias da Petrobrás, mas poderá garantir com a capitalização uma participação maior nestas ações que garantem poder de mando.
Ou seja, a Petrobrás, certamente, sairá da capitalização mais estatal, o que significará mais investimentos para o país e, principalmente, um controle maior do Estado sobre uma empresa tão estratégica. Se a Petrobrás já é responsável por 10% do PIB brasileiro, será ainda mais fundamental para a nação ao se tornar a operadora única do pré-sal, conforme previsto no projeto de lei do governo que estabelece o modelo de partilha. O projeto já passou pelo Senado, mas aguarda aprovação final na Câmara dos Deputados.
Nós trabalhadores temos a consciência de que o petróleo não tem segunda safra. O pré-sal, um recurso que a natureza levou 130 milhões de anos para gerar, não pode ser dilapidado, como já foram inúmeros outros recursos estratégicos do nosso país, como o ouro, o Pau Brasil e os minérios de ferro. É preciso que o pré-sal traga a redenção para a imensa parcela do povo brasileiro que luta pela erradicação da miséria. A renda gerada pelo pré-sal tem que ser utilizada para acabar com a fome, melhorar a saúde e a educação, ampliar a reforma agrária e contribuir para várias outras questões sociais.
Certamente isso será muito mais difícil de fazer se este petróleo for explorado por empresas privadas internacionais, que jamais terão tal compromisso. A FUP e os movimentos sociais defendem o monopólio da União, através da Petrobrás 100% estatal e pública, como cobramos no projeto de lei 531/09 que está em tramitação no Senado. Nós, petroleiros, sofremos diretamente com os ataques dos governos neoliberais contra a Petrobrás, através do sucateamento e das diversas tentativas de privatização da empresa, como entregas de ativos, grandes acidentes, esvaziamento econômico, a mal fadada mudança de identidade para Petrobrax, entre outras atrocidades. Por tudo isso, reconhecemos e festejamos o processo de fortalecimento da Petrobrás, que não seria possível, não fossem a luta e a resistência do povo brasileiro e dos petroleiros, que, com o seu trabalho e a defesa diária da soberania nacional, são os grandes protagonistas deste momento histórico que vive esta que sempre foi e será cada vez mais a maior empresa do país.
Por João Antônio de Moraes
Setembro 20, 2010
A Alca dos tucanos teria consolidado a região como quintal dos EUA, alertou Amorim
Durante um seminário sobre segurança internacional em Genebra, o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou que se o Brasil tivesse aceitado a formação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca) teria “consolidado” a América Latina como “quintal dos Estados Unidos”.
A plateia, formada por militares e estrategistas americanos e europeus não o inibiu, Amorim revelou que a rejeição da Alca pelos brasileiros possibilitou um novo arranjo regional, com uma área efetiva de comércio na América do Sul. Citou como exemplo o comércio bilateral com a Argentina, que deverá fechar este ano com de mais de US$ 33 bilhões de fluxo de bens. Ainda este ano, a Argentina se tornará o segundo destino das exportações brasileiras, suplantando os Estados Unidos. A China vem em primeiro lugar. Em 2002, as vendas para os Estados Unidos representavam 26% das exportações brasileiras e hoje, menos de 10%.
“O projeto da Alca que os americanos promoviam teria consolidado a região como quintal americano”, afirmou o chanceler brasileiro.
Amorim também ressaltou os acordos comerciais com os demais países da região e a importância do Mercosul para dinamizar o comércio.
A plateia, formada por militares e estrategistas americanos e europeus não o inibiu, Amorim revelou que a rejeição da Alca pelos brasileiros possibilitou um novo arranjo regional, com uma área efetiva de comércio na América do Sul. Citou como exemplo o comércio bilateral com a Argentina, que deverá fechar este ano com de mais de US$ 33 bilhões de fluxo de bens. Ainda este ano, a Argentina se tornará o segundo destino das exportações brasileiras, suplantando os Estados Unidos. A China vem em primeiro lugar. Em 2002, as vendas para os Estados Unidos representavam 26% das exportações brasileiras e hoje, menos de 10%.
“O projeto da Alca que os americanos promoviam teria consolidado a região como quintal americano”, afirmou o chanceler brasileiro.
Amorim também ressaltou os acordos comerciais com os demais países da região e a importância do Mercosul para dinamizar o comércio.
Agosto 29, 2010
Governo de Sucesso - Menor taxa de desemprego dos últimos 8 anos
Na semana que se encerra hoje tivemos ótimos indicadores na área de emprego, coroados com o anúncio feito pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, de que o governo, ao contrário das administrações demotucanas de São Paulo, continua atuando a pleno vapor nos preparativos para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 programadas para o Brasil.
Pesquisa sobre desemprego em julho pp. no país, divulgada pelo IBGE, informa que o índice não mais se situa acima de 7%, mas caiu para 6,9% no mês passado, o mais baixo nível de desemprego registrado no Brasil em um mês de julho desde 2002. O ministro do Trabalho estima que a geração de empregos formais baterá sucessivos recordes de agosto a novembro, fazendo com que a taxa média de desemprego no ano fique no menor patamar histórico nacional.
Os indicadores são no sentido de que, mantidas as atuais políticas de crescimento econômico, em quatro anos teremos desemprego nas faixas médias de 4% a 5% ao ano, o que equivale a pleno emprego. A tarefa agora, então, é agregar valor a nossa produção, ampliar nossa produtividade e apostar na inovação e na tecnologia para continuar a elevar o salário médio e aumentar a nossa competitividade.
Um plano para os trabalhadores na Copa
Enquanto o IBGE trazia este dado, Lupi lançou nesta 6ª feira o Plano Setorial de Qualificação (PLANMSEQ) com o qual o governo programa preparar e qualificar até 2014 cerca de 150 mil trabalhadores para a Copa do Mundo daquele ano. O Plano preparará profissionais, também, para as Olimpíadas de 2010, programadas para o Rio.
O investimento é de R$ 124,2 milhões com recursos provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O PLANMSEQ desenvolverá um total de 25 diferentes cursos gratuitos nas áreas voltados para capacitar trabalhadores para os setores demandados pelo evento, principalmente nas áreas de turismo e transportes.
"Mais de 1,5 bilhão de pessoas assistiram a última Copa do Mundo. A imagem do país-sede que vai pela TV para todo o planeta é avassaladora", justificou o ministro, acentuando que o PLANSEQ será executado nas 12 cidades-sedes do mundial de futebol de 2014: Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Recife e Salvador.
Blog do Zé
Pesquisa sobre desemprego em julho pp. no país, divulgada pelo IBGE, informa que o índice não mais se situa acima de 7%, mas caiu para 6,9% no mês passado, o mais baixo nível de desemprego registrado no Brasil em um mês de julho desde 2002. O ministro do Trabalho estima que a geração de empregos formais baterá sucessivos recordes de agosto a novembro, fazendo com que a taxa média de desemprego no ano fique no menor patamar histórico nacional.
Os indicadores são no sentido de que, mantidas as atuais políticas de crescimento econômico, em quatro anos teremos desemprego nas faixas médias de 4% a 5% ao ano, o que equivale a pleno emprego. A tarefa agora, então, é agregar valor a nossa produção, ampliar nossa produtividade e apostar na inovação e na tecnologia para continuar a elevar o salário médio e aumentar a nossa competitividade.
Um plano para os trabalhadores na Copa
Enquanto o IBGE trazia este dado, Lupi lançou nesta 6ª feira o Plano Setorial de Qualificação (PLANMSEQ) com o qual o governo programa preparar e qualificar até 2014 cerca de 150 mil trabalhadores para a Copa do Mundo daquele ano. O Plano preparará profissionais, também, para as Olimpíadas de 2010, programadas para o Rio.
O investimento é de R$ 124,2 milhões com recursos provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O PLANMSEQ desenvolverá um total de 25 diferentes cursos gratuitos nas áreas voltados para capacitar trabalhadores para os setores demandados pelo evento, principalmente nas áreas de turismo e transportes.
"Mais de 1,5 bilhão de pessoas assistiram a última Copa do Mundo. A imagem do país-sede que vai pela TV para todo o planeta é avassaladora", justificou o ministro, acentuando que o PLANSEQ será executado nas 12 cidades-sedes do mundial de futebol de 2014: Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Recife e Salvador.
Blog do Zé
Agosto 19, 2010
“Dilma é a mais preparada para ser presidente”
“Tem pessoas a quem a gente confia um trabalho e elas fazem tudo certo. Esses são os bons. E há pessoas a quem a gente dá uma missão e elas se superam. Estes são os especiais. Dilma é assim”, disse, Lula no primeiro programa eleitoral da candidata. “Mudança. Esta é palavra que melhor define o Brasil hoje. Com Lula e com Dilma o povo brasileiro quer seguir mudando”, diz o locutor.
O programa emociona ao mostrar Dilma Rousseff nas margens do rio Chuí, no sul do país, dialogando com o presidente Lula, que se encontra nas margens do rio Madeira, no norte brasileiro. “Eu aqui no rio Madeira e você no Chuí. Desse jeito a gente pode dar um abração no nosso povo. Um abração do tamanho do Brasil. E anunciar o início de um novo tempo”, afirma Lula. E Dilma responde: “O futuro começa sem que se interrompa o presente. Porque o Brasil não quer e não pode parar. O povo brasileiro quer seguir construindo esse Brasil novo. Nosso povo sabe que agora tem um projeto do tamanho do Brasil”.
Lula fala de se governo, da formação de sua equipe e do papel desempenhado por Dilma. “Ela foi a grande responsável pelas maiores conquistas desse governo. Por isso lancei sua candidatura. Por isso estou com ela e peço: vote na Dilma! Ela é a pessoa mais preparada para ser presidente do Brasil”, afirma o presidente. E Dilma responde “eu me orgulho tanto de ter participado do seu governo. E quero continuar e fazer avançar a sua obra”. Dilma assume o compromisso de avançar em tudo o que foi feito até agora e promete erradicar a pobreza. Ela faz isso, falando do Vale do Jequitinhonha –MG, mesmo lugar onde Lula prometeu combater a fome. Várias outras propostas foram apresentadas, como investir fortemente em escolas técnicas, criando uma em cada município com 50 mil habitantes ou mais. Ampliar e melhorar o atendimento de saúde pública e investir em segurança “com firmeza, mas com visão social”, disse Dilma.
Ele prometeu “apoiar fortemente o setor produtivo nacional”. O programa termina com uma bela música que diz em sua letra, representando Lula, entre outras coisas: “Agora as mãos de uma mulher vão nos conduzir/ Eu sigo com saudade, mas feliz a sorrir/ Pois sei, o meu povo ganhou uma mãe/ Que tem um coração que vai do Oiapoque ao Chuí”.
O programa emociona ao mostrar Dilma Rousseff nas margens do rio Chuí, no sul do país, dialogando com o presidente Lula, que se encontra nas margens do rio Madeira, no norte brasileiro. “Eu aqui no rio Madeira e você no Chuí. Desse jeito a gente pode dar um abração no nosso povo. Um abração do tamanho do Brasil. E anunciar o início de um novo tempo”, afirma Lula. E Dilma responde: “O futuro começa sem que se interrompa o presente. Porque o Brasil não quer e não pode parar. O povo brasileiro quer seguir construindo esse Brasil novo. Nosso povo sabe que agora tem um projeto do tamanho do Brasil”.
Lula fala de se governo, da formação de sua equipe e do papel desempenhado por Dilma. “Ela foi a grande responsável pelas maiores conquistas desse governo. Por isso lancei sua candidatura. Por isso estou com ela e peço: vote na Dilma! Ela é a pessoa mais preparada para ser presidente do Brasil”, afirma o presidente. E Dilma responde “eu me orgulho tanto de ter participado do seu governo. E quero continuar e fazer avançar a sua obra”. Dilma assume o compromisso de avançar em tudo o que foi feito até agora e promete erradicar a pobreza. Ela faz isso, falando do Vale do Jequitinhonha –MG, mesmo lugar onde Lula prometeu combater a fome. Várias outras propostas foram apresentadas, como investir fortemente em escolas técnicas, criando uma em cada município com 50 mil habitantes ou mais. Ampliar e melhorar o atendimento de saúde pública e investir em segurança “com firmeza, mas com visão social”, disse Dilma.
Ele prometeu “apoiar fortemente o setor produtivo nacional”. O programa termina com uma bela música que diz em sua letra, representando Lula, entre outras coisas: “Agora as mãos de uma mulher vão nos conduzir/ Eu sigo com saudade, mas feliz a sorrir/ Pois sei, o meu povo ganhou uma mãe/ Que tem um coração que vai do Oiapoque ao Chuí”.
Julho 27, 2010
Competência - Desemprego cai em todo o país
O índice de desemprego registrado em junho nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi 7%, um recuo de 0,5 ponto em relação a maio. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o recuo foi de 1,1 ponto.
No primeiro semestre deste ano, a taxa de desocupação média foi estimada em 7,3%, uma diminuição de 1,3 ponto percentual ante o primeiro semestre do ano passado (8,6%).
Em junho, a população ocupada totalizou 21,877 milhões, ficando estável ante o mês de maio. Na comparação com junho de 2009 houve um crescimento de 3,5%.
O número de trabalhadores com carteira assinada somou 11,2 milhões, também estável perante maio e cresceu 7,1% no ano, o que significou mais 670 mil empregos formais. No primeiro semestre, cerca de 1,5 milhão de empregos foram criados, batendo recorde histórico.
No primeiro semestre deste ano, a taxa de desocupação média foi estimada em 7,3%, uma diminuição de 1,3 ponto percentual ante o primeiro semestre do ano passado (8,6%).
Em junho, a população ocupada totalizou 21,877 milhões, ficando estável ante o mês de maio. Na comparação com junho de 2009 houve um crescimento de 3,5%.
O número de trabalhadores com carteira assinada somou 11,2 milhões, também estável perante maio e cresceu 7,1% no ano, o que significou mais 670 mil empregos formais. No primeiro semestre, cerca de 1,5 milhão de empregos foram criados, batendo recorde histórico.
Julho 03, 2010
DataSerra só não manipula avaliação de Lula..Governo Lula bate novo recorde e é aprovado por 78%
O governo do Presidente Lula bateu um novo recorde de popularidade e agora é aprovado por 78% dos brasileiros, segundo pesquisa Datafolha.Foram entrevistadas 2.658 pessoas e a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.O governo Lula tinha 76% de aprovação em maio. Era o seu recorde até agora em seus dois mandatos, iniciados em janeiro de 2003.
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De dezembro para cá, Lula melhorou sua aprovação em seis pontos. Tinha 72% e pulou para os 78% atuais.
O melhor desempenho Lula é na região Nordeste. Em maio, Lula tinha 85% de aprovação entre os nordestinos. Agora, está com 87%.
Nunca desde a volta do país ao regime democrático, em 1985, houve um presidente com popularidade tão alta como a de Lula num ano de sucessão como o atual. Lula recebeu uma nota acima de 8 para o desempenho de seu governo. Ele registrou 8,1, quebrando o recorde de maio, quando recebeu 8,0.Entre os homens, o Presidente atingiu 81% de aprovação -tinha 78%. Essa taxa é sempre menor entre as mulheres: 76% acham o governo Lula ótimo ou bom.
Por: Helena™
Junho 19, 2010
Uma Locomotiva - Brasil puxa crescimento da América Latina
Palavra de especialista: não só o nosso país deve comemorar altas taxas de crescimento de sua economia - como os 9% do 1º trimestre desse ano - mas toda a Ameríca Latina, particularmente nossos três parceiros do MERCOSUL, Argentina, Paraguai e Uruguai, e os dois outros associados ao Bloco, a Bolívia e o Chile, porque quando o Brasil cresce ele puxa um maior desenvolvimento desses sócios.
Foi o que aconteceu nesse início de ano, afirma o argentino Osvaldo Kacef, diretor da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL). "Quando o Brasil cresce, é uma grande notícia não apenas para países pequenos como Paraguai e Uruguai, mas também para a Argentina. (O Brasil) É o maior país da região, o motor do Cone Sul, inclusive para o Chile", diz Kacef, exemplificando com o fato de que no primeiro trimestre desse 2010, as importações brasileiras vindas do MERCOSUL foram 43% maiores do que no mesmo período de 2009.
E o melhor é que as compras do Bloco no mercado brasileiro tambem cresceram, num movimento de mão dupla porque, ainda que tenha perdido espaço para a China nos últimos anos, o Brasil é também o principal comprador de países vizinhos (como Uruguai e Argentina) ou um dos maiores (do Chile e da Colômbia).
Brasil puxa a Argentina, o Uruguai...
Assim, os 9% - o maior crescimento brasileiro em mais de uma década - não ficaram restritos às fronteiras do país, mas puxaram o dos demais do continente que, em seu conjunto, só perdeu em termos de taxas para alguns países da Ásia, cujo desenvolimento é puxado pelos astronômicos índices da China.
Os dados do PIB argentino, divulgados ontem, po exemplo, mostram a influência brasileira: ele cresceu 6,8% no 1º trimestre desse ano com as compras brasileiras tendo forte impacto em seu parque industrial. Também o PIB uruguaio foi um dos que tiveram expansão expressiva de janeiro a março, e o mesmo só não se repetiu em relação ao Chile em decorrência do terremoto que assolou o país no início do ano.
De acordo com Osvaldo Kacef, o Brasil é "uma variável fundamental para os países do Cone Sul" e ainda que não tenha a mesma "magnitude" que a China para os emergentes da Ásia (a economia chinesa é mais de duas vezes e meia maior que a brasileira), é "muito importante" para a expansão da região e a retomada de seu crescimnto pós-crise econômica internacional de 2008/2009
Por ZD
Foi o que aconteceu nesse início de ano, afirma o argentino Osvaldo Kacef, diretor da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL). "Quando o Brasil cresce, é uma grande notícia não apenas para países pequenos como Paraguai e Uruguai, mas também para a Argentina. (O Brasil) É o maior país da região, o motor do Cone Sul, inclusive para o Chile", diz Kacef, exemplificando com o fato de que no primeiro trimestre desse 2010, as importações brasileiras vindas do MERCOSUL foram 43% maiores do que no mesmo período de 2009.
E o melhor é que as compras do Bloco no mercado brasileiro tambem cresceram, num movimento de mão dupla porque, ainda que tenha perdido espaço para a China nos últimos anos, o Brasil é também o principal comprador de países vizinhos (como Uruguai e Argentina) ou um dos maiores (do Chile e da Colômbia).
Brasil puxa a Argentina, o Uruguai...
Assim, os 9% - o maior crescimento brasileiro em mais de uma década - não ficaram restritos às fronteiras do país, mas puxaram o dos demais do continente que, em seu conjunto, só perdeu em termos de taxas para alguns países da Ásia, cujo desenvolimento é puxado pelos astronômicos índices da China.
Os dados do PIB argentino, divulgados ontem, po exemplo, mostram a influência brasileira: ele cresceu 6,8% no 1º trimestre desse ano com as compras brasileiras tendo forte impacto em seu parque industrial. Também o PIB uruguaio foi um dos que tiveram expansão expressiva de janeiro a março, e o mesmo só não se repetiu em relação ao Chile em decorrência do terremoto que assolou o país no início do ano.
De acordo com Osvaldo Kacef, o Brasil é "uma variável fundamental para os países do Cone Sul" e ainda que não tenha a mesma "magnitude" que a China para os emergentes da Ásia (a economia chinesa é mais de duas vezes e meia maior que a brasileira), é "muito importante" para a expansão da região e a retomada de seu crescimnto pós-crise econômica internacional de 2008/2009
Por ZD
Maio 22, 2010
País ocupa seu lugar no mundo. Vamos consolidá-lo
No campo externo, nada mais importante no programa de nosso novo governo (2011-2014) que a consolidação da integração sul-americana e o apoio às exportações não apenas de matérias primas, alimentos e manufaturas, mas de serviços, tecnologia e capitais.
Ao cumprir essas diretrizes estaremos não só firmando a política externa soberana independente do governo Lula, como estaremos, também alavancando a consolidação do nosso projeto nacional de desenvolvimento - sim, temos um e o governo Dilma vai aprofundá-lo - e do crescimento econômico do país.
O Brasil já ocupa seu lugar no mundo. Ao próximo governo caberá a tarefa de dar continuidade à nossa luta por uma nova ordem internacional, pela reforma do sistema financeiro global e das organizações multilaterais como a Organização Mundial de Comércio (OMC), Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial (BIRD) e Organização das Nações Unidas (ONU). Além de dar continuidade ao esforço pela conquista de nosso assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.
Esperança e oportunidade. Continuidade com mudanças. Crescimento com distribuição de renda. Está está aí a trilogia que resume, deve e vai orientar esse programa (leia post acima) do futuro governo e suas propostas de aprofundamento das mudanças empreendidas pelos dois governos do presidente Lula.
Por Zé Dirceu
Ao cumprir essas diretrizes estaremos não só firmando a política externa soberana independente do governo Lula, como estaremos, também alavancando a consolidação do nosso projeto nacional de desenvolvimento - sim, temos um e o governo Dilma vai aprofundá-lo - e do crescimento econômico do país.
O Brasil já ocupa seu lugar no mundo. Ao próximo governo caberá a tarefa de dar continuidade à nossa luta por uma nova ordem internacional, pela reforma do sistema financeiro global e das organizações multilaterais como a Organização Mundial de Comércio (OMC), Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial (BIRD) e Organização das Nações Unidas (ONU). Além de dar continuidade ao esforço pela conquista de nosso assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.
Esperança e oportunidade. Continuidade com mudanças. Crescimento com distribuição de renda. Está está aí a trilogia que resume, deve e vai orientar esse programa (leia post acima) do futuro governo e suas propostas de aprofundamento das mudanças empreendidas pelos dois governos do presidente Lula.
Por Zé Dirceu
Maio 04, 2010
Competência - Petrobras mostra experiências em conferência sobre petróleo nos EUA
O principal evento da indústria de petróleo offshore no mundo (que atua na prospecção de petróleo no mar), a Offshore Technology Conference (OTC), acontece durante esta semana no Texas (EUA), e tem como representante brasileiro a Petrobras. Na edição 2010 da OTC, a empresa destaca sua experiência no desenvolvimento e aplicação de tecnologias em águas profundas e ultraprofundas. Em 2009, a OTC reuniu mais de 67 mil pessoas e cerca de 2.500 empresas de 38 países.Como parte da programação, nesta terça-feira (4), representantes da companhia vão apresentar as descobertas do pré-sal na costa brasileira, os campos de Cascade e Chinook no Golfo do México, e os negócios da Petrobras no Brasil e no exterior.
A entrevista coletiva será concedida pelo presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, o presidente da Petrobras America, Orlando Azevedo, e o gerente executivo da área de Exploração e Produção para o Pré-Sal, José Miranda Formigli.
Petrobras na OTC
Este ano a Petrobras participa da OTC com uma delegação formada por mais de 70 pessoas, dedicadas ao desenvolvimento tecnológico da indústria de petróleo offshore.
A companhia já recebeu três premiações na OTC. Em 2007, o engenheiro Marcos Assayag, do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), recebeu o Distinguished Achievement Award for Individuals (Prêmio de Distinção ao Indivíduo) por sua contribuição ao desenvolvimento de tecnologias para produção de petróleo em águas profundas e ultraprofundas.
Em 2001, as tecnologias utilizadas no Campo de Roncador deram à Petrobras o Distinguished Achievement Award for Organizations (Prêmio de Distinção a Empresas). Em 1992, a Companhia já havia recebido a mesma premiação pelas tecnologias aplicadas no Campo de Marlim, na Bacia de Campos.
A Petrobras é uma empresa brasileira integrada de energia, e está presente em 29 países. Líder mundial em exploração e produção em águas profundas, sua elevada capacitação técnica resultou no descobrimento de petróleo no pré-sal do Brasil. A Petrobras busca aliar em suas atividades crescimento, rentabilidade e responsabilidade social e ambiental. É signatária do Pacto Global da ONU e desde 2006 compõe o Índic.
Blog da Petrobras
Abril 14, 2010
Soberania e Independência - Empresários brasileiros ignoram EUA e incrementam comércio com o Irã
Uma delegação de 86 empresários brasileiros chegou ao Irã na segunda-feira (12) com o objetivo de incrementar as relações comerciais entre os dois países além de iniciar novas oportunidades de negócios. A missão é liderada Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), e antecede a viagem oficial do presidente Lula que vai ocorrer em meados de maio.Segundo Marcos Lelis, da Apex, os setores que mais podem se beneficiar com o estreitamento das relações são os de construção civil, alimentos e bebidas, máquinas e equipamentos, veículos e autopeças, equipamentos médicos e energia. A missão visitará ainda o Egito e o Líbano.
O embaixador do Brasil em Teerã, Antonio Salgado, recebeu a comitiva brasileira e destacou que as relações entre os dois países, cujos laços diplomáticos existem desde 1903, estão aquém do seu potencial. No ano passado, as vendas brasileiras para o Irã totalizaram US$ 1,2 bilhão, 7,4% maior que o do ano anterior. Segundo os empresários dos dois países, esse número pode ser 40% maior.
Apesar da pressão contrária a novos acordos com o país, que sofre as ameaças de bloqueio por parte dos EUA, os empresários brasileiros não se intimidaram.
“Para mim tudo é muito novo. Na verdade uma das metas é desfazer mitos e ver a realidade”, afirmou Murilo Farias Santos, empresário dos setores de alimentos e infraestrutura.
“Uma coisa é relação política. Outra, são bons negócios que a região pode oferecer às empresas brasileiras”, declarou Vinícius Leone, gerente comercial da Leone Equipamentos Automotivos, com sede em São Paulo.
Já a fabricante de cabos elétricos Poliron, da capital paulista, e a Engemasa, de São Carlos (SP), que fabrica peças de aço inoxidável usadas na indústria e na construção civil, demonstraram expectativa em fechar novos negócios. “O setor de construção civil é um dos que oferecem mais possibilidades de negócios. Quando surgiu a oportunidade de participar da missão, não hesitamos”, afirmou Solange Gonçalves, gerente comercial da Poliron.
“Sabemos que o Irã e o Egito são gigantescos polos petrolíferos, e são nesses dois países que vamos focar nossas atenções durante a missão”, disse Pedro Dias, supervisor da divisão de válvulas da Engemasa.
O empresário Mário Quinto di Cameli considerou que “é preciso estar aberto para poder ampliar as oportunidades”. De acordo com ele, “o objetivo é conhecer o mercado, ver quais são as necessidades e o que eles querem. Para nós tudo é muito novo e diferente”.
Para o secretário geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Abaly, “missões como essa são de extrema importância para estreitar relações comerciais e fazer bons contatos”.
Do HP
Março 16, 2010
Minha Casa Minha Vida já entregou 1221 moradias
Em um ano o programa Minha Casa Minha Vida já entregou 1221 moradias. Um feito levando em consideração que para fazer casa deve-se procurar e comprar terreno, preparar projetos, pedir autorização para a prefeitura, entrar com pedido de financiamento, assinar contrato, contratar pessoal e maquinário e começar e terminar a construção.
O programa tem um ano. Duvido que algum leitor tenha feito todo o processo acima em apenas 1 ano.
Até dezembro de 2009 os investimentos no programa envolveram aproximadamente R$ 13 bilhões. O total a ser investido é R$ 34 bilhões previstos até 2011. Uma montanha de dinheiro. O pessoal do PT que bolou este programa está de parabéns.
Antes NÃO tinha dinheiro para este tipo de investimento maciço. Agora tem. Isto é o que importa para nós, cidadãos.
“Nosso objetivo é assegurar que as famílias que realmente precisam possam pagar as prestações da casa própria”, esta é a fala da ministra Dilma. Ou seja, não adianta fazer casa para quem é bem simples se eles ão puderem pagar a prestação.
"... o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, este ano deverão ser contratadas um milhão de casas do "Minha Casa, Minha Vida", e 300 mil unidades serão entregues. O dirigente afirma que o governo deverá lançar no dia 29 de março, juntamente com a segunda edição"do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) a "extensão" do programa habitacional. No entanto, ele não adiantou quantas casas deverão ser incluídas na extensão do programa". UOL
Este é um programa exemplar. Como o dinheiro está garantido e as obras estão sendo contratadas, é CERTEZA de que serão construídas estas 1 milhão de casas populares.
Bom para o Brasil. Bom para ajudar a manter unida as famílias.
Do Chicão Dois Passos
O programa tem um ano. Duvido que algum leitor tenha feito todo o processo acima em apenas 1 ano.
Até dezembro de 2009 os investimentos no programa envolveram aproximadamente R$ 13 bilhões. O total a ser investido é R$ 34 bilhões previstos até 2011. Uma montanha de dinheiro. O pessoal do PT que bolou este programa está de parabéns.
Antes NÃO tinha dinheiro para este tipo de investimento maciço. Agora tem. Isto é o que importa para nós, cidadãos.
“Nosso objetivo é assegurar que as famílias que realmente precisam possam pagar as prestações da casa própria”, esta é a fala da ministra Dilma. Ou seja, não adianta fazer casa para quem é bem simples se eles ão puderem pagar a prestação.
"... o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, este ano deverão ser contratadas um milhão de casas do "Minha Casa, Minha Vida", e 300 mil unidades serão entregues. O dirigente afirma que o governo deverá lançar no dia 29 de março, juntamente com a segunda edição"do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) a "extensão" do programa habitacional. No entanto, ele não adiantou quantas casas deverão ser incluídas na extensão do programa". UOL
Este é um programa exemplar. Como o dinheiro está garantido e as obras estão sendo contratadas, é CERTEZA de que serão construídas estas 1 milhão de casas populares.
Bom para o Brasil. Bom para ajudar a manter unida as famílias.
Do Chicão Dois Passos
Março 07, 2010
Progresso - BB lança serviço de saque sem cartão e usando celular
O Banco do Brasil colocará à disposição de seus clientes, a partir de segunda-feira, uma nova possibilidade de saque de dinheiro sem a necessidade do cartão de débito. Chamado de "Saque Sem", o serviço permitirá que os clientes saquem até R$ 100 por dia em terminais de autoatendimento sem cartão, apenas usando seu telefone celular. Para tanto, o cliente terá que fazer a adesão ao serviço em um caixa eletrônico. Feito o cadastro, bastará enviar uma mensagem de texto (SMS) para a central de atendimento do banco, que retornará, para o celular cadastrado, um código que valerá até a meia-noite do dia da solicitação. Com esse código, o cliente poderá fazer o saque do recurso.
"A proposta é dar uma alternativa de saque para aquelas situações emergenciais como perda, roubo ou esquecimento da carteira, ou ainda por mera conveniência quando não é possível levar o cartão como em caminhadas e praias. O Banco do Brasil é a primeira instituição financeira no momento a oferecer esse serviço", diz a nota à imprensa divulgada pela instituição.
Segundo o diretor da unidade de gestão de canais do BB, Hideraldo Leitão, a iniciativa é "revolucionária". Ele explicou que esse é um primeiro passo para a massificação do telefone celular como mecanismo de relacionamento do cliente com o banco. "A tendência é a substituição do plástico pelo celular", disse Leitão, afirmando que a iniciativa não implica em perda de segurança para o cliente.
Além do saque sem cartão pelo próprio cliente, a nova ferramenta permite também que o correntista faça transferências de valores para outras pessoas que poderão sacar os recursos por meio do código que receberão no celular. Para tanto, o cliente terá que fazer a operação na internet, digitando sua senha e indicando um número de celular para o BB enviar o código. Dessa forma, tem-se uma solução para o caso de, por exemplo, a pessoa esquece de pagar a diarista, ou quer mandar dinheiro para o filho que está na rua e precisa de dinheiro.
Por: Helena ™
"A proposta é dar uma alternativa de saque para aquelas situações emergenciais como perda, roubo ou esquecimento da carteira, ou ainda por mera conveniência quando não é possível levar o cartão como em caminhadas e praias. O Banco do Brasil é a primeira instituição financeira no momento a oferecer esse serviço", diz a nota à imprensa divulgada pela instituição.
Segundo o diretor da unidade de gestão de canais do BB, Hideraldo Leitão, a iniciativa é "revolucionária". Ele explicou que esse é um primeiro passo para a massificação do telefone celular como mecanismo de relacionamento do cliente com o banco. "A tendência é a substituição do plástico pelo celular", disse Leitão, afirmando que a iniciativa não implica em perda de segurança para o cliente.
Além do saque sem cartão pelo próprio cliente, a nova ferramenta permite também que o correntista faça transferências de valores para outras pessoas que poderão sacar os recursos por meio do código que receberão no celular. Para tanto, o cliente terá que fazer a operação na internet, digitando sua senha e indicando um número de celular para o BB enviar o código. Dessa forma, tem-se uma solução para o caso de, por exemplo, a pessoa esquece de pagar a diarista, ou quer mandar dinheiro para o filho que está na rua e precisa de dinheiro.
Por: Helena ™
Fevereiro 10, 2010
São Paulo Alagada - Dilma apresenta-se como opção contra enchentes

A ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência da República, valeu-se ontem, de uma só vez, dois temas delicados para seu provável principal adversário na disputa pelo Palácio do Planalto, o governador paulista, José Serra (PSDB): as enchentes, que desde dezembro já mataram mais de 70 pessoas no Estado de São Paulo; e as mudanças no rumo da economia.
As enchentes surgiram pela primeira vez como argumento eleitoral no contexto da comparação entre os governos do Presidente Lula e Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
"Comparar não é olhar no retrovisor, é escolher que caminho seguir. É importante saber se vamos fazer obras de saneamento ou não. O que se fazia antes de 2003? Muito pouco. Antes se privilegiava apenas uma parte da população. Se não fosse assim, como se explica quando quem morre em alagamentos e desmoronamentos sejam os setores mais populares? Como vai resolver a enchente se não investe em drenagem? Pode ser que não aconteça em 5, 10, 20, 50 anos, mas um dia acontece. Não vai ser possível não comparar essas situações", afirmou, durante encontro da Juventude do PT, em Brasília.
Em relação à economia, Dilma comprometeu-se, ontem, a seguir os preceitos da Carta ao Povo Brasileiro, documento que precedeu as eleições de 2002 em que o PT garantiu que, se vencedor, cumpriria os contratos e preservaria os fundamentos macro-econômicos. Ela lembrou que o governo Lula manteve os princípios da carta e que não há qualquer risco de alteração na política econômica no caso da candidatura governista ser vitoriosa nas eleições deste ano. Insinuou que o risco de alterações está na candidatura de Serra. "Aliás, não somos nós que estamos falando em mudar a economia".
Apresentada ao país em junho de 2002, a "Carta" foi um documento produzido pela direção da campanha eleitoral do então candidato Lula. Seu objetivo era tranquilizar os empresários e o mercado, que se encontrava com elevada instabilidade diante da possibilidade de vitória do petista nas eleições daquele ano. O texto falava em manter o equilíbrio fiscal, respeitar contratos, preservar o superávit primário e assegurar o controle da inflação.
Questionada ontem se haveria a necessidade de elaborar uma nova "Carta" para responder aos críticos que apontam a possibilidade de uma maior presença estatal na economia no caso de vitória petista em outubro, ela disse que isso não será preciso, vez que a "Carta" de 2002 foi consolidada com sucesso durante os últimos oito anos.
"A ´Carta´ está bem implementada em nosso governo. Está aí nos U$ 242 bilhões de reservas internacionais, no controle da inflação, de política fiscal responsável. Está absolutamente implementada. Essa é uma tentativa (de discurso) que não pega", afirmou, antes de discursar para cerca de 500 jovens durante um encontro da Juventude do PT, em Brasília.
A ministra comentou a convenção do PMDB de anteontem, que reelegeu o presidente da Câmara, Michel Temer (SP), presidente do partido, aumentando as chances de ele ser indicado seu vice na chapa governista. Na convenção, as lideranças pemedebistas avocaram para si a responsabilidade pelos programas sociais implementados pelo governo federal. "O PMDB é absolutamente confiável. A gente incentiva que todos os integrantes tomem para si as políticas sociais do governo. Conseguimos fazer um governo em que as pessoas assumam as coisas como suas".
Dilma foi recebida pelos jovens petistas aos gritos de "presidenta". Subiu ao palanque ao lado do presidente do PT, José Eduardo Dutra, e do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e fez discurso sempre comparando a era Lula com a de FHC. Ao final, convocou os presentes à campanha. "Espero contar com a juventude para que o projeto de continuidade do governo Lula seja vitorioso em 2010. Tenho certeza de que esta força vai mais uma vez levar o PT e seus aliados à vitória".
Por: Helena
Janeiro 28, 2010
Governo autorizou concursos para 31.702 vagas no serviço público em 2009
O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão autorizou, no ano passado, a realização de concursos públicos para a contratação de 31.702 novos servidores, de acordo o secretário de Gestão, Marcelo Viana. Ele disse que a medida atende à agenda de profissionalização do setor público, em sintonia com a demanda cada vez maior da população por serviços públicos de qualidade.
Por isso, afirmou, “nossas prioridades são os setores mais carentes de profissionais qualificados e as demandas mais importantes vão para o projeto de desenvolvimento do país”.
Acrescentou ainda que os concursos públicos também pretendem recuperar a força de trabalho perdida, em razão de aposentadorias, evasões e outras circunstâncias, como a substituição dos trabalhadores terceirizados em situação irregular.
O Ministério da Educação foi o maior contemplado, em 2009, com 10.474 vagas autorizadas, seguido do Ministério da Saúde (5.978 vagas), do Ministério da Fazenda 94.8570 e do Ministério da Justiça (3.063). As 7.330 vagas restantes atenderam aos demais ministérios.
A Secretaria de Gestão contabilizou que de 2001 até o final de 2009 foram autorizados concursos para ocupar 190,3 mil vagas no serviço público federal, das quais 112.856 foram efetivamente preenchidas até o final de 2009.
Por Stênio Ribeiro
Janeiro 16, 2010
FGTS terá R$ 56,2 bilhões disponíveis para 2010, sendo R$ 18 bi para habitação
A Caixa Econômica Federal informou que os recursos disponíveis do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para contratações em 2010 somam R$ 56,2 bilhões.Deste total, R$ 18 bilhões irão para habitação, R$ 1 bilhão para o programa Pró-moradia, R$ 1 bilhão para o Pró-cotista, R$ 1,9 bilhão para Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), R$ 8 bilhões para infraestrutura urbana, R$ 4,6 bilhões para saneamento básico e R$ 4 bilhões para subsídios.
Outros R$ 17,7 bilhões fazem parte da carteira administrada pelo FGTS. A carteira será composta por R$ 8,513 bilhões do FI-FGTS, R$ 3,2 bilhões da habitação, R$ 3 bilhões do saneamento e outros R$ 3 bilhões de transporte.
No ano passado, o estoque das operações de crédito do FGTS para habitação, saneamento e infraestrutura cresceu 6,4% em relação a 2008, para R$ 103,965 bilhões. O patrimônio líquido do fundo aumentou 10,4%, para R$ 30,815 bilhões
C/A
Janeiro 11, 2010
Progresso - Lula sanciona lei de assistência técnica e extensão rural

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje (11) a Lei de Assistência Técnica e Extensão Rural, que institui a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural. Ela é voltada à agricultura familiar, a assentados de reforma agrária, aos povos indígenas e aos remanescentes de quilombos, entre outros, e servirá para assessorar as diversas fases das atividades econômicas, de forma a aumentar a produção e a qualidade das atividades e serviços agropecuários, não agropecuários e agroextrativistas. A lei também cria o Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural.
A lei permite que empresas públicas contratem assistência técnica sem licitação, desde os prestadores de serviço sejam pré-qualificadas, explicou o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. “Essas empresas só vão receber do governo depois que os agricultores atestarem ter recebido um serviço de qualidade”, disse ele, durante a cerimônia de assinatura da lei, que contou com a presença de Lula.
O governo tem agora 30 dias para editar decreto regulamentando a lei. A expectativa do Ministério do Desenvolvimento Agrário é que já seja possível trabalhar amparado nas novas regras a partir de fevereiro ou março.
O presidente da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica Extensão Rural (Asbraer), José Silva, comemorou a sanção da lei. Lembrou também que na década de 1990 esse serviço foi sucateado, o que levou a agricultura a passar por dificuldades.
O orçamento para a área de assistência técnica e extensão rural passou de R$ 42 milhões, em 2003, para R$ 482 milhões em 2009. Neste não, a lei orçamentária destinou R$ 626 milhões para a área. O número de agricultores e assentados da reforma agrária atendidas por intermédio de programas de extensão rural passou de 291 mil famílias, em 2003, para 2,3 milhões, em 2009.
Por Yara Aquino
Dezembro 23, 2009
LULA AGRADECE AO POVO BRASILEIRO PELA CONFIANÇA DEPOSITADA
Minhas amigas e meus amigos, há exatamente um ano, neste mesmo horário, eu disse a vocês que o Brasil estava preparado para enfrentar a grave crise financeira que ameaçava o mundo, e que nossa economia era forte o suficiente para enfrentar qualquer desafio. Mais que isso: pedi serenidade aos brasileiros, que não se deixassem levar pelo nervosismo e ajudassem o Brasil a vencer a tormenta criada pela especulação financeira dos países ricos. Pedi que você não deixasse de fazer suas compras e que continuasse consumindo com responsabilidade. Isso era essencial para que a roda da economia não parasse de girar. E anunciei uma série de medidas para incentivar o consumo. O povo brasileiro mostrou, mais uma vez, que é um povo unido, solidário, corajoso e capaz de enfrentar com tranquilidade as situações mais difíceis. Acompanhou o governo e fez a sua parte, segurando o tranco e mantendo a economia em movimento. Com isso, todos saímos ganhando. Fomos um dos últimos países a entrar na crise e um dos primeiros a sair. O grande responsável por esta vitória não é o presidente nem o governo. É você. Por isso, fiz questão de voltar aqui hoje para agradecer a todos os brasileiros e informar as novas medidas que estamos tomando para que o Brasil siga crescendo de forma equilibrada e vigorosa.
Minhas amigas e meus amigos, graças a Deus, trago boas notícias. A primeira é a garantia de que o pior já passou. A segunda é a certeza de que a recuperação se dá de forma tão equilibrada que nossa economia vai sair da crise mais saudável do que entrou. E a terceira é o compromisso de que o governo continua atento, agindo na hora certa e de maneira correta. Asseguro a você: vamos ter um 2010 excelente, com crescimento forte da economia e a criação de milhões de empregos. Aliás, mesmo em 2009, um ano em que milhões de pessoas ficaram sem trabalho mundo afora, o Brasil mostrou sua força. De janeiro a novembro, criamos 1,413 milhão empregos com carteira assinada. Uma das razões dessa nossa segurança é o fato da recuperação econômica do Brasil vir se apoiando, de forma equilibrada, tanto no consumo como no investimento. E quando essas duas pernas ganham musculatura, a economia marcha sem tropeços. Hoje, o mundo inteiro não tem dúvida de que o Brasil já retomou seu ciclo de crescimento virtuoso.
Minhas amigas e meus amigos, temos motivos de sobra para comemorar, mas não devemos perder tempo com isso porque a cada dia temos um novo desafio pela frente. É como no futebol: se o time ganha e faz festa demais, perde a partida seguinte. É preciso foco, atenção e disciplina. Este ensinamento vale para tudo na vida. Se no ano passado anunciamos medidas de estímulo ao consumo, agora nossa ênfase é reforçar o investimento e, assim, fazer a roda da economia girar de forma saudável e sustentada, porque quando o investimento cresce, a produção também cresce, o emprego e o consumo aumentam, e aí a economia precisa de mais investimentos para continuar girando. Com este objetivo, estamos fortalecendo ainda mais o BNDES,criando uma nova linha de crédito de R$ 80 bilhões que se somam aos R$ 100 bilhões já disponibilizados este ano. E não para por aí. Autorizamos a criação da letra financeira, que vai permitir aos bancos privados captar recursos de longo prazo a taxas menores.
Com isso, eles poderão reemprestar este dinheiro a juros mais baixos e com prazos mais longos. Vamos também apoiar as vendas de máquinas, tratores e equipamentos da indústria brasileira na América Latina e na África, e assim aumentar a produção da nossa indústria. Estamos colocando ainda R$ 15 bilhões no fundo da Marinha Mercante para apoiar a produção de navios, sondas e plataformas de petróleo. E prorrogando até 2014 a desoneração de todos os tributos federais para aumentar ainda mais a produção de computadores no Brasil. Dessa forma, vamos consolidar uma nova leva de investimentos saudáveis na nossa economia e estimular o setor produtivo a continuar investindo e empregando cada vez mais brasileiros.
Minhas amigas e meus amigos, por que conseguimos vencer tão bem a crise? Repito: por causa do talento, do esforço e da sensibilidade dos brasileiros. E porque o país soube fazer as escolhas certas. A mais importante delas foi escolher um modelo de desenvolvimento que junta crescimento econômico sustentável e distribuição de renda. Ou seja, mais Brasil para mais brasileiros. Dito de outra forma: os fundamentos que nos fizeram vencer a grave crise internacional são os mesmos que estão nos fazendo vencer a desigualdade, a pobreza e a injustiça. O mesmo modelo que venceu a crise foi o que permitiu, em apenas sete anos, a geração de 12 milhões de empregos com carteira assinada, fez com que 20 milhões de brasileiros entrassem na classe média e 31 milhões saíssem da faixa de pobreza absoluta, ajudando a formar um dos mercados internos mais dinâmicos do mundo. O mesmo modelo que venceu a crise foi o que permitiu que o Luz para Todos chegasse a quase 11 milhões de pessoas no campo. E que o Bolsa Família beneficiasse mais de 12 milhões de famílias pobres. O mesmo modelo que venceu a crise é o que está garantindo a construção de 214 escolas técnicas, 12 universidades e mais de cem extensões universitárias em cidades do interior, no mais curto período da história. Permitiu, ainda, que o Pro-Uni desse 596 mil bolsas nas universidades para alunos pobres e que mais que dobrássemos o acesso às universidades federais, criando 138 mil novas vagas. O mesmo modelo que venceu a crise foi o que permitiu a implantação do PAC, do Pré-sal e do Minha Casa, Minha Vida, três dos maiores programas do mundo em obras e benefícios, que estão gerando milhares de empregos no presente e vão gerar milhões no futuro. Por tudo isso, temos a grande responsabilidade histórica de fazer com que estas conquistas avancem ainda mais. E só podemos garantir isso com muito esforço, muito trabalho e com atenção plena, fazendo as escolhas corretas e tomando as decisões certas, nas horas certas.
Minhas amigas e meus amigos, é com imensa felicidade que, como presidente, posso desejar um feliz Natal e um próspero ano novo aos brasileiros, sabendo que eles serão tão bons ou melhores dos que nos anos anteriores. Sabendo que, apesar de tantos problemas que temos ainda para resolver, o Brasil seguramente encontrou o melhor caminho para vencê-los. E este caminho foi aberto com a força da democracia e a energia da liberdade. Aprendemos a nos respeitar e, com isso, conquistamos o respeito do mundo lá fora. Que a paz, a esperança e, muito especialmente, o sonho tomem conta da alma de todos vocês neste Natal. Meu coração de brasileiro sente que, mais que nunca, recuperamos nossa capacidade de sonhar e realizar. Obrigado e boa noite.
Mensagem do Presidente em 23/12/2009.
Dezembro 11, 2009
Na Crista da Onda - Lula é escolhido personagem do ano pelo 'El País'
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi escolhido personagem do ano pelo jornal espanhol El País e qualificado pelo líder do governo da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, como "um homem cabal e tenaz", em um artigo publicado na quinta-feira no site da publicação.O perfil de Lula fará parte de um suplemento especial elegendo "Os 100 do Ano" entre homens e mulheres ibero-americanos que marcaram 2009. O artigo será publicado pelo El País no domingo, mas foi antecipado por sua versão digital.
O encarregado de traçar o perfil do presidente brasileiro foi Zapatero, que lembra que o conheceu em setembro de 2004, após a incorporação da Espanha à Aliança Contra a Fome, liderada pelo presidente brasileiro, em uma cúpula organizada pelas Nações Unidas em Nova York. "A ocasião não podia ter sido melhor", disse.
O presidente espanhol considera que o Brasil "é um dos países emergentes que conta com uma democracia consolidada e está chamado a desempenhar nas décadas seguintes uma crescente liderança política e econômica no mundo, como já vem fazendo na América Latina com notável acerto".
O artigo de Zapatero afirma que "Lula tem o imenso mérito de ter unido a sociedade brasileira em torno de uma reforma tanto ambiciosa quanto tranquila. Está sabendo, sobretudo, enfrentar, com determinação e eficácia, os desafios da desigualdade, da pobreza e da violência, que tanto lastreou a história recente do País".
Ele diz que, "como consequência disso, sua liderança goza hoje no Brasil do respaldo e do apreço majoritários, mas mais importante ainda é a irreversível aceitação social de que todos os brasileiros têm direito à dignidade e à autoestima, por meio do trabalho, da educação e da saúde".
No plano internacional, o presidente espanhol afirma que nos sete anos da presidência de Lula, o Brasil "ganhou a confiança dos mercados financeiros internacionais, que avaliam a solvência de sua gestão, a capacidade crescente de atrair investimentos diretos, como as efetuadas por várias companhias espanholas, e o rigor com que administrou as contas públicas".
Zapatero define Lula como um "homem honesto, íntegro, voluntarioso e admirável". Após dizer que o Brasil ocupará em breve um lugar no Conselho de Segurança da ONU, que está a ponto de se transformar em uma potência energética e que em 2014 receberá a Copa do Mundo, Zapatero faz referência à reunião de outubro, em Copenhague, quando o Rio de Janeiro foi eleita cidade sede dos Jogos Olímpicos de 2016.
"Lula chorava de felicidade, como uma criança grande, porque o Rio de Janeiro acabava de ser escolhida cidade organizadora dos Jogos Olímpicos de 2016. A euforia que o inundava não o impediu de ter o valor necessário para vir me consolar porque Madri não tinha sido escolhida", afirma. "Não me estranha que este homem impressione o mundo."
C/A
Novembro 25, 2009
UMA NOVA INDEPENDÊNCIA - BRASIL DEIXOU DE SER SUBIMPÉRIO COM LULA NO PODER
Hugo Chávez, durante a visita de Ahmadinejad disse em Caracas que o Brasil deixou de ser "uma espécie de subimpério ajoelhado ao império ianque" depois da chegada de Lulaao poder.
"O Brasil não é mais o que era, uma espécie de subimpério ajoelhado ao império ianque, até que chegou Lula, o companheiro, impulsionado pelos trabalhadores, pelos camponeses, pelos jovens, pelo povo desta grande nação que é Brasil", disse Chávez.
O presidente venezuelano também disse que a Bolívia, por onde Ahmadinejad passou na terça-feira, era "uma colônia ianque até que brotou da terra o povo boliviano", da mesma forma que a Venezuela, "como foi o Irã, durante muito tempo".
Sem citar a Colômbia disse "Somos livres e apenas um continente livre pode receber-te (Ahmadinejad) como recebe".
C/Blogs
"O Brasil não é mais o que era, uma espécie de subimpério ajoelhado ao império ianque, até que chegou Lula, o companheiro, impulsionado pelos trabalhadores, pelos camponeses, pelos jovens, pelo povo desta grande nação que é Brasil", disse Chávez.
O presidente venezuelano também disse que a Bolívia, por onde Ahmadinejad passou na terça-feira, era "uma colônia ianque até que brotou da terra o povo boliviano", da mesma forma que a Venezuela, "como foi o Irã, durante muito tempo".
Sem citar a Colômbia disse "Somos livres e apenas um continente livre pode receber-te (Ahmadinejad) como recebe".
C/Blogs
Novembro 18, 2009
Lula, Filho do Brasil - Paulo Bernardo diz que oposição deve procurar personagem de filme em seus quadros
As críticas feita pela oposição de que o filme Lula, o Filho do Brasil seria uma forma de manipulação política foram rebatidas ontem (17) com bom humor pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.Ao chegar ao Teatro Nacional, onde o filme foi exibido na abertura do Festival de Cinema de Brasília, o ministro disse que a oposição deveria procurar, entre seus expoentes, alguém que também pudesse ter a vida retratada nas telas. Bernardo, no entanto, afirmou que não tinha sugestões de nomes a fazer. “Se procurarem bem, eles acham”, disparou.
O longa tem sido criticado pela oposição, que teme o uso político da imagem do presidente com a divulgação da obra. Lula não disputará eleições no próximo ano, mas deve apoiar a chefe da Casa Civil, ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência da República.
Paulo Bernardo obteve o apoio do presidente do PT, Ricardo Berzoini, que foi além e sugeriu um filme contando a vida do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "Eles deveriam fazer um filme da vida de FHC. Acho que seria bem interessante".
A exibição contou com a presença de várias autoridades do governo. O ministro do Esporte, Orlando Silva, também rebateu as críticas: “Gente, isso não é discurso, é cinema. O que me parece é que há uma certa dose de ansiedade no ar por parte daqueles que criticam. O Barretão [Fábio Barreto – diretor do filme] me disse para ver o filme, que eu iria gostar e foi por isso que eu vim”, disse Orlando Silva.
Já o ministro das Cidades, Marcio Fortes, considerou que a oposição está fazendo o papel que cabe a ela fazer. No entanto, avaliou que não se trata de um filme sobre o presidente da República e sim sobre um cidadão brasileiro. “A oposição que marcar presença, está no papel dela, mas precisa ser elegante”, disse o ministro.
O filme é baseado no livro homônimo de Denise Paraná e teve cenas filmadas em Pernambuco e em São Paulo de 20 de janeiro a 18 de março deste ano. Para o cineasta Fábio Barrreto, as acusações de cunho político são injustas. Ele alega que queria lançar o filme há dois anos, no entanto, o impacto da crise financeira mundial sobre a economia influenciou no financiamento do longa-metragem, que só será exibido para o público a partir de janeiro de 2010.
Barreto ressalta que o filme apresenta uma mensagem de otimismo e de crença na própria capacidade. “Se as pessoas acreditarem em si mesmas e na possibilidade de alterar o seu destino, não se acomodarem ou ficarem reclamando, se elas teimarem, vão conseguir realizar os seus sonhos”, destacou.
“Essa é a mensagem do filme, não tem nada político. É um filme de emoção. É um melodrama épico. Eu sou um artista, não tenho ideologia e não estou vendendo nenhuma ideologia com esse filme. O filme é uma obra de arte, não tem nenhuma intenção política. Eu sou um artista, a minha obrigação é expor. Estou expondo, julguem como quiser”, declarou Fábio Barreto, que não acredita que o longa poderá influenciar no processo eleitoral no próximo ano. “O filme não elege ninguém. Nem derruba”, destacou.
Barreto elogiou as iniciativas do governo como forma de popularizar o acesso à cultura. “Eu espero que esse filme ajude a indústria de audiovisual no Brasil a se consolidar . Algumas medidas, como o vale-cultura, vão dar oportunidade a muita gente. Tudo está crescendo no Brasil, menos o consumo de cultura. Acho que agora, com o vale-cultura, isso vai melhorar. Há também o programa de construção de salas populares nas periferias para que o povo possa consumir cultura, porque cultura não pode ser consumida apenas pela elite que tem dinheiro”, considerou.
Lula, o Filho do Brasil tem duração de 128 minutos e foi produzido em parceria com a Globo Filmes. A produção não recebeu recursos de leis de incentivo municipal, estadual ou federal. O elenco conta com 130 atores, entre eles Rui Ricardo Diaz, que faz o papel de Lula dos 18 aos 35 anos.
A atriz Cleo Pires interpreta Lurdes, primeira mulher de Lula, e Juliana Baroni faz o papel de Marisa Letícia. O filme também retrata o pai de Lula, Aristides, como um homem violento, vivido pelo ator Milhem Cortaz. Participaram ainda das filmagens 3 mil figurantes. A obra tem fotografia de Gustavo Hadba, direção de arte de Clóvis Bueno, figurinos de Cristina Camargo, roteiro de Daniel Tendler, Denise Paraná e Fernando Bonassi e música de Antônio Pinto e Jaques Morelenbaum.
Por Luciana Lima
Novembro 10, 2009
BRASIL ESTA ENTRE OS EMERGENTES QUE MAIS CRESCERÃO
Um estudo realizado pela PricewaterhouseCoopers destaca o crescimento acelerado das economias emergentes, que deve elevar de 39 para 48 o número de cidades de países em desenvolvimento entre as 100 maiores do ranking.
Cidades brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Recife, Fortaleza e Salvador) devem figurar no ranking das 150 cidades com maior PIB no mundo em 2025, segundo o levantamento.
Graças ao governo federal e apesar dos governos tucanos, São Paulo, a 5ª maior do mundo em população, pode se tornar a 6ª mais rica do mundo até 2025.
C/Blogs
Cidades brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Recife, Fortaleza e Salvador) devem figurar no ranking das 150 cidades com maior PIB no mundo em 2025, segundo o levantamento.
Graças ao governo federal e apesar dos governos tucanos, São Paulo, a 5ª maior do mundo em população, pode se tornar a 6ª mais rica do mundo até 2025.
C/Blogs
Novembro 06, 2009
Petrobrás e PDVSA anunciam acordo para operar refinaria
A Petrobrás e a PDVSA (Petróleos de Venezuela S.A.) anunciaram a conclusão das negociações para a constituição da empresa que vai construir e operar a Refinaria Abreu e Lima, localizada em Pernambuco.
Pelo acordo, a Petrobrás ficará com 60% de participação acionária na empresa e a PDVSA com 40%. Segundo a Agência Petrobrás, a nova refinaria terá capacidade de processamento de 230 mil barris de petróleo pesado por dia, a ser fornecido em partes iguais pela Petrobrás e PDVSA, e terá como principal produto óleo diesel com baixo teor de enxofre.
“A Refinaria Abreu e Lima é um importante projeto para a integração energética Sul-Americana”, assinala a agência.
C/A
Pelo acordo, a Petrobrás ficará com 60% de participação acionária na empresa e a PDVSA com 40%. Segundo a Agência Petrobrás, a nova refinaria terá capacidade de processamento de 230 mil barris de petróleo pesado por dia, a ser fornecido em partes iguais pela Petrobrás e PDVSA, e terá como principal produto óleo diesel com baixo teor de enxofre.
“A Refinaria Abreu e Lima é um importante projeto para a integração energética Sul-Americana”, assinala a agência.
C/A
Outubro 27, 2009
NESTE RITMO BRASIL SERÁ 5. POTÊNCIA EM 2016, DIZ ESPECIALISTA
O chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas Gomes, acredita que a possibilidade de o Brasil chegar ao quinto lugar no tempo desejado por Lula é plenamente viável.
As condições seriam: crescimento nominal de 7% anuais nos próximos 10 anos, a desoneração da produção, investimentos públicos em infraestrutura e o ajuste das contas públicas. “Feito isso, o país decola. Temos um mercado potencial maior do que vários países que estão na nossa frente. Se não for em 2016, estaremos disputando as primeiras posições nos anos seguintes”, afirma. Para Gomes, o país deve ter uma taxa de expansão bem superior à das nações do G-7, grupo das sete economias mais industrializadas. Isso facilitaria a escalada no ranking.
“Se pusermos as coisas em ordem, ninguém nos segura.”, comemorou.
C/Blogs
As condições seriam: crescimento nominal de 7% anuais nos próximos 10 anos, a desoneração da produção, investimentos públicos em infraestrutura e o ajuste das contas públicas. “Feito isso, o país decola. Temos um mercado potencial maior do que vários países que estão na nossa frente. Se não for em 2016, estaremos disputando as primeiras posições nos anos seguintes”, afirma. Para Gomes, o país deve ter uma taxa de expansão bem superior à das nações do G-7, grupo das sete economias mais industrializadas. Isso facilitaria a escalada no ranking.
“Se pusermos as coisas em ordem, ninguém nos segura.”, comemorou.
C/Blogs
Outubro 19, 2009
RECONHECIMENTO MUNDIAL - OGN ACTION AID DIZ QUE BRASIL É O 1. DO MUNDO NO COMBATE A FOME
Dia Mundial da Alimentação a ONG Action Aid reconheceu e apontou o Brasil com o Ministério de Combate a Fome de Patrus Ananias, em primeiro lugar dos países que combatem à fome no mundo.
“É o papel do Estado, e não a riqueza do país, que determina o progresso em relação à fome”, disse Anne Jellema, diretora da ONG
“O Brasil demonstra o que pode ser atingido quando o Estado tem recursos e boa vontade para combater a fome”, disse na certeza de que o Brasil de Lula é um exemplo a ser seguido.
Do News Front
“É o papel do Estado, e não a riqueza do país, que determina o progresso em relação à fome”, disse Anne Jellema, diretora da ONG
“O Brasil demonstra o que pode ser atingido quando o Estado tem recursos e boa vontade para combater a fome”, disse na certeza de que o Brasil de Lula é um exemplo a ser seguido.
Do News Front
Outubro 13, 2009
Acelera Brasil - Dilma aponta a necessidade de “duplicar ritmo” de obras do PAC
A ministra-chefe da Casa Civil e coordenadora do Comitê Gestor do PAC, Dilma Roussef, afirmou que é necessário “duplicar o ritmo” de execução das obras, mas comemorou que “pela primeira vez, conseguimos absorver programas de saneamento e habitação feitos em parceria com municípios e Estados”.
Dilma apresentou, na quinta feira (8), o balanço do 8º trimestre do PAC e destacou que 53% dos investimentos planejados para o Programa até 2010 já foram liberados.
Após dois anos do lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), foram investidos R$ 338,4 bilhões até agosto deste ano, dos quais quase R$ 100 bilhões foram executados no ano de 2009, informou.
De todas as obras previstas, “39% foram concluídas e 52% vão a um ritmo adequado”, enquanto o resto tem atrasos que só em 2% “são preocupantes”.
A ministra explicou que os problemas de execução destes primeiros anos do programa deviam-se dificuldades na elaboração dos projetos, mas que atualmente os Estados e municípios estão alinhados com os procedimentos tanto ambientais quanto de controle pelo Tribunal de Contas, o que pode acelerar a aprovação dos projetos.
O PAC, no setor de habitação, já executou 82% das obras de urbanização de favelas e 15 Estados já contrataram 100% das obras. “Isso ocorreu porque é visível a melhora dos projetos enviados”, disse a ministra.
Dilma lembrou, como exemplo das complicações que ocorreram, do projeto de saneamento em Manaus, pois lá existe um projeto de R$ 325,6 milhões, a ser concluído em 2010, que aumenta o abastecimento de água e cria nova estação de tratamento, mas apenas em julho de 2009 foi obtida a titularidade das áreas de captação e da estação de tratamento.
C/A
Dilma apresentou, na quinta feira (8), o balanço do 8º trimestre do PAC e destacou que 53% dos investimentos planejados para o Programa até 2010 já foram liberados.
Após dois anos do lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), foram investidos R$ 338,4 bilhões até agosto deste ano, dos quais quase R$ 100 bilhões foram executados no ano de 2009, informou.
De todas as obras previstas, “39% foram concluídas e 52% vão a um ritmo adequado”, enquanto o resto tem atrasos que só em 2% “são preocupantes”.
A ministra explicou que os problemas de execução destes primeiros anos do programa deviam-se dificuldades na elaboração dos projetos, mas que atualmente os Estados e municípios estão alinhados com os procedimentos tanto ambientais quanto de controle pelo Tribunal de Contas, o que pode acelerar a aprovação dos projetos.
O PAC, no setor de habitação, já executou 82% das obras de urbanização de favelas e 15 Estados já contrataram 100% das obras. “Isso ocorreu porque é visível a melhora dos projetos enviados”, disse a ministra.
Dilma lembrou, como exemplo das complicações que ocorreram, do projeto de saneamento em Manaus, pois lá existe um projeto de R$ 325,6 milhões, a ser concluído em 2010, que aumenta o abastecimento de água e cria nova estação de tratamento, mas apenas em julho de 2009 foi obtida a titularidade das áreas de captação e da estação de tratamento.
C/A
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