CRISTA DA ONDA

Agora o Brasil é mesmo um país que vai pra frente e desta vez não vai esquecer sua gente.

Novembro 25, 2009

UMA NOVA INDEPENDÊNCIA - BRASIL DEIXOU DE SER SUBIMPÉRIO COM LULA NO PODER

Hugo Chávez, durante a visita de Ahmadinejad disse em Caracas que o Brasil deixou de ser "uma espécie de subimpério ajoelhado ao império ianque" depois da chegada de Lulaao poder.

"O Brasil não é mais o que era, uma espécie de subimpério ajoelhado ao império ianque, até que chegou Lula, o companheiro, impulsionado pelos trabalhadores, pelos camponeses, pelos jovens, pelo povo desta grande nação que é Brasil", disse Chávez.

O presidente venezuelano também disse que a Bolívia, por onde Ahmadinejad passou na terça-feira, era "uma colônia ianque até que brotou da terra o povo boliviano", da mesma forma que a Venezuela, "como foi o Irã, durante muito tempo".

Sem citar a Colômbia disse "Somos livres e apenas um continente livre pode receber-te (Ahmadinejad) como recebe".

C/Blogs

Novembro 18, 2009

Lula, Filho do Brasil - Paulo Bernardo diz que oposição deve procurar personagem de filme em seus quadros

As críticas feita pela oposição de que o filme Lula, o Filho do Brasil seria uma forma de manipulação política foram rebatidas ontem (17) com bom humor pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.

Ao chegar ao Teatro Nacional, onde o filme foi exibido na abertura do Festival de Cinema de Brasília, o ministro disse que a oposição deveria procurar, entre seus expoentes, alguém que também pudesse ter a vida retratada nas telas. Bernardo, no entanto, afirmou que não tinha sugestões de nomes a fazer. “Se procurarem bem, eles acham”, disparou.

O longa tem sido criticado pela oposição, que teme o uso político da imagem do presidente com a divulgação da obra. Lula não disputará eleições no próximo ano, mas deve apoiar a chefe da Casa Civil, ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência da República.

Paulo Bernardo obteve o apoio do presidente do PT, Ricardo Berzoini, que foi além e sugeriu um filme contando a vida do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "Eles deveriam fazer um filme da vida de FHC. Acho que seria bem interessante".

A exibição contou com a presença de várias autoridades do governo. O ministro do Esporte, Orlando Silva, também rebateu as críticas: “Gente, isso não é discurso, é cinema. O que me parece é que há uma certa dose de ansiedade no ar por parte daqueles que criticam. O Barretão [Fábio Barreto – diretor do filme] me disse para ver o filme, que eu iria gostar e foi por isso que eu vim”, disse Orlando Silva.

Já o ministro das Cidades, Marcio Fortes, considerou que a oposição está fazendo o papel que cabe a ela fazer. No entanto, avaliou que não se trata de um filme sobre o presidente da República e sim sobre um cidadão brasileiro. “A oposição que marcar presença, está no papel dela, mas precisa ser elegante”, disse o ministro.

O filme é baseado no livro homônimo de Denise Paraná e teve cenas filmadas em Pernambuco e em São Paulo de 20 de janeiro a 18 de março deste ano. Para o cineasta Fábio Barrreto, as acusações de cunho político são injustas. Ele alega que queria lançar o filme há dois anos, no entanto, o impacto da crise financeira mundial sobre a economia influenciou no financiamento do longa-metragem, que só será exibido para o público a partir de janeiro de 2010.

Barreto ressalta que o filme apresenta uma mensagem de otimismo e de crença na própria capacidade. “Se as pessoas acreditarem em si mesmas e na possibilidade de alterar o seu destino, não se acomodarem ou ficarem reclamando, se elas teimarem, vão conseguir realizar os seus sonhos”, destacou.

“Essa é a mensagem do filme, não tem nada político. É um filme de emoção. É um melodrama épico. Eu sou um artista, não tenho ideologia e não estou vendendo nenhuma ideologia com esse filme. O filme é uma obra de arte, não tem nenhuma intenção política. Eu sou um artista, a minha obrigação é expor. Estou expondo, julguem como quiser”, declarou Fábio Barreto, que não acredita que o longa poderá influenciar no processo eleitoral no próximo ano. “O filme não elege ninguém. Nem derruba”, destacou.

Barreto elogiou as iniciativas do governo como forma de popularizar o acesso à cultura. “Eu espero que esse filme ajude a indústria de audiovisual no Brasil a se consolidar . Algumas medidas, como o vale-cultura, vão dar oportunidade a muita gente. Tudo está crescendo no Brasil, menos o consumo de cultura. Acho que agora, com o vale-cultura, isso vai melhorar. Há também o programa de construção de salas populares nas periferias para que o povo possa consumir cultura, porque cultura não pode ser consumida apenas pela elite que tem dinheiro”, considerou.

Lula, o Filho do Brasil tem duração de 128 minutos e foi produzido em parceria com a Globo Filmes. A produção não recebeu recursos de leis de incentivo municipal, estadual ou federal. O elenco conta com 130 atores, entre eles Rui Ricardo Diaz, que faz o papel de Lula dos 18 aos 35 anos.

A atriz Cleo Pires interpreta Lurdes, primeira mulher de Lula, e Juliana Baroni faz o papel de Marisa Letícia. O filme também retrata o pai de Lula, Aristides, como um homem violento, vivido pelo ator Milhem Cortaz. Participaram ainda das filmagens 3 mil figurantes. A obra tem fotografia de Gustavo Hadba, direção de arte de Clóvis Bueno, figurinos de Cristina Camargo, roteiro de Daniel Tendler, Denise Paraná e Fernando Bonassi e música de Antônio Pinto e Jaques Morelenbaum.

Por Luciana Lima

Novembro 10, 2009

BRASIL ESTA ENTRE OS EMERGENTES QUE MAIS CRESCERÃO

Um estudo realizado pela PricewaterhouseCoopers destaca o crescimento acelerado das economias emergentes, que deve elevar de 39 para 48 o número de cidades de países em desenvolvimento entre as 100 maiores do ranking.

Cidades brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Recife, Fortaleza e Salvador) devem figurar no ranking das 150 cidades com maior PIB no mundo em 2025, segundo o levantamento.

Graças ao governo federal e apesar dos governos tucanos, São Paulo, a 5ª maior do mundo em população, pode se tornar a 6ª mais rica do mundo até 2025.

C/Blogs

Novembro 06, 2009

Petrobrás e PDVSA anunciam acordo para operar refinaria

A Petrobrás e a PDVSA (Petróleos de Venezuela S.A.) anunciaram a conclusão das negociações para a constituição da empresa que vai construir e operar a Refinaria Abreu e Lima, localizada em Pernambuco.

Pelo acordo, a Petrobrás ficará com 60% de participação acionária na empresa e a PDVSA com 40%. Segundo a Agência Petrobrás, a nova refinaria terá capacidade de processamento de 230 mil barris de petróleo pesado por dia, a ser fornecido em partes iguais pela Petrobrás e PDVSA, e terá como principal produto óleo diesel com baixo teor de enxofre.

“A Refinaria Abreu e Lima é um importante projeto para a integração energética Sul-Americana”, assinala a agência.

C/A

Outubro 27, 2009

NESTE RITMO BRASIL SERÁ 5. POTÊNCIA EM 2016, DIZ ESPECIALISTA

O chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas Gomes, acredita que a possibilidade de o Brasil chegar ao quinto lugar no tempo desejado por Lula é plenamente viável.

As condições seriam: crescimento nominal de 7% anuais nos próximos 10 anos, a desoneração da produção, investimentos públicos em infraestrutura e o ajuste das contas públicas. “Feito isso, o país decola. Temos um mercado potencial maior do que vários países que estão na nossa frente. Se não for em 2016, estaremos disputando as primeiras posições nos anos seguintes”, afirma. Para Gomes, o país deve ter uma taxa de expansão bem superior à das nações do G-7, grupo das sete economias mais industrializadas. Isso facilitaria a escalada no ranking.

“Se pusermos as coisas em ordem, ninguém nos segura.”, comemorou.

C/Blogs

Outubro 19, 2009

RECONHECIMENTO MUNDIAL - OGN ACTION AID DIZ QUE BRASIL É O 1. DO MUNDO NO COMBATE A FOME

Dia Mundial da Alimentação a ONG Action Aid reconheceu e apontou o Brasil com o Ministério de Combate a Fome de Patrus Ananias, em primeiro lugar dos países que combatem à fome no mundo.

“É o papel do Estado, e não a riqueza do país, que determina o progresso em relação à fome”, disse Anne Jellema, diretora da ONG

“O Brasil demonstra o que pode ser atingido quando o Estado tem recursos e boa vontade para combater a fome”, disse na certeza de que o Brasil de Lula é um exemplo a ser seguido.

Do News Front

Outubro 13, 2009

Acelera Brasil - Dilma aponta a necessidade de “duplicar ritmo” de obras do PAC

A ministra-chefe da Casa Civil e coordenadora do Comitê Gestor do PAC, Dilma Roussef, afirmou que é necessário “duplicar o ritmo” de execução das obras, mas comemorou que “pela primeira vez, conseguimos absorver programas de saneamento e habitação feitos em parceria com municípios e Estados”.

Dilma apresentou, na quinta feira (8), o balanço do 8º trimestre do PAC e destacou que 53% dos investimentos planejados para o Programa até 2010 já foram liberados.

Após dois anos do lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), foram investidos R$ 338,4 bilhões até agosto deste ano, dos quais quase R$ 100 bilhões foram executados no ano de 2009, informou.

De todas as obras previstas, “39% foram concluídas e 52% vão a um ritmo adequado”, enquanto o resto tem atrasos que só em 2% “são preocupantes”.

A ministra explicou que os problemas de execução destes primeiros anos do programa deviam-se dificuldades na elaboração dos projetos, mas que atualmente os Estados e municípios estão alinhados com os procedimentos tanto ambientais quanto de controle pelo Tribunal de Contas, o que pode acelerar a aprovação dos projetos.

O PAC, no setor de habitação, já executou 82% das obras de urbanização de favelas e 15 Estados já contrataram 100% das obras. “Isso ocorreu porque é visível a melhora dos projetos enviados”, disse a ministra.

Dilma lembrou, como exemplo das complicações que ocorreram, do projeto de saneamento em Manaus, pois lá existe um projeto de R$ 325,6 milhões, a ser concluído em 2010, que aumenta o abastecimento de água e cria nova estação de tratamento, mas apenas em julho de 2009 foi obtida a titularidade das áreas de captação e da estação de tratamento.

C/A

Outubro 07, 2009

LULA RECEBE MEDALHA DO PARLAMENTO BELGA

O presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva foi condecorado com a medalha do Parlamento da Bélgica nesta segunda-feira, no segundo e último dia de sua visita oficial ao país.

Pela manhã desta segunda-feira, Lula foi recebido pelos presidentes do Senado, Armand de Decker, e da Câmara dos Deputados, Patrick Dewael, que lhe entregaram a homenagem.

C/A

Setembro 24, 2009

DILMA GARANTE CONTINUIDADE AO ESPETÁCULO DO CRESCIMENTO DE LULA

A mulher mais poderosa do Brasil disse hoje que "Eu acho que o programa Minha Casa Minha Vida é uma pré-estreia do que vai ser --como o presidente uma vez disse e foi ironizado pela imprensa: o espetáculo do crescimento."

Referiu ainda ao programa de construção de 1 milhão de moradias lançado pelo governo federal neste ano. Afirmou que sua previsão não é um "jogo de otimismo", assim como quando o governo estimou que o Brasil seria um dos últimos países a entrar na crise e um dos primeiros a sair - que também foi ironizado pela imprensa.

Continuou a ministra chefe e mãe do PAC que "Todos os indicadores apontam para um crescimento econômico substantivo, como vinha ocorrendo em 2008".

Entrevista dada hoje que dá a certeza aos brasileiros de que com alguém como Dilma indicada por Lula o Brasil continuará num rumo certo e seguro.

Fonte: News Front

Setembro 18, 2009

Lula pedirá reforma da ONU, do FMI e do Banco Mundial na Assembleia Geral

O Presidente Lula, pedirá na Assembleia Geral das Nações Unidas a reforma da própria ONU, do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, disse hoje o porta-voz da Presidência, Marcelo Baumbach, em entrevista coletiva.

Segundo Baumbach, Lula expressará que a ONU "não se adéqua" aos tempos modernos, o que ficou patente em sua "incapacidade" para canalizar os debates sobre a crise econômica mundial.

O Presidente pedirá que o Conselho de Segurança da ONU se renove e seja aberto a novos membros permanentes, o que permitiria devolver "representatividade" à ONU.

O Brasil defende há anos a ampliação do Conselho de Segurança e se apresenta como um dos candidatos a ocupar uma cadeira permanente no órgão, privilégio que só Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China têm atualmente.

Lula também pedirá a manutenção das medidas anticíclicas que serviram para fazer frente à crise mundial, já que, segundo ele, os problemas de fundo que a causaram ainda não foram solucionados.

O Presidente também insistirá em que os países ricos "aceitem" as reformas do FMI e do Banco Mundial e que impulsionem a retomada da Rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC) para a liberalização do comércio mundial.

Além disso, exigirá um "esforço global" para evitar a mudança climática, pedindo aos países ricos para que transfiram suas tecnologias às nações pobres "para aliar a preservação do meio ambiente ao desenvolvimento econômico".

O Presidente ainda não tem nenhuma reunião bilateral confirmada, mas há pedidos para se encontrar com líderes de Israel, Coreia do Sul, Irã, Reino Unido, Espanha, Nigéria e dos territórios palestinos.

Também existe a possibilidade de que Lula se reúna com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno.

Um dia depois da abertura da Assembleia, na quinta-feira que vem, Lula viajará para a cidade americana de Pittsburgh, onde na sexta-feira participará da reunião de chefes de Estado e de Governo do Grupo dos Vinte (G20, que reúne os países desenvolvidos e principais emergentes).

Lula defenderá a consolidação do G20 como fórum "legítimo" para o debate de questões econômicas mundiais e insistirá na necessidade de renovar o sistema financeiro, distribuindo "mais cotas" para os países pobres no FMI e no Banco Mundial, baseando a escolha dos representantes dos dois órgãos em critérios "objetivos e técnicos".

Além disso, pedirá às duas entidades para que não vigiem apenas os países pobres, mas também as economias desenvolvidas, além de dar mais importância ao financiamento do comércio internacional.

Segundo Baumbach, Lula já tem um encontro confirmado em Pittsburgh com o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh.

Por: Helena™

Setembro 13, 2009

Estrella: fabricaremos aqui com a tecnologia nacional

“Pré-sal é a oportunidade de desenvolver o país”, diz o diretor de Exploração e Produção da Petrobrás

O diretor de Exploração e Produção da Petrobrás, Guilherme Estrella, afirmou, em entrevista à Agência Estado, que a formação de um conteúdo industrial nacional no setor petrolífero foi um dos motivos que sustentaram a condição de operadora única da Petrobrás no pré-sal. “São dezenas, às vezes centenas, de equipamentos que são hoje importados. Com essa dimensão e escala, pode-se tomar decisões de construir estratégias voltadas ao desenvolvimento da indústria nacional”, argumentou.

Questionado se como operadora única a Petrobrás teria alguma vantagem, Estrella respondeu que “antes de ser vantagem ou desvantagem, é uma responsabilidade para a companhia”. “Efetivamente a Petrobrás tem grande experiência operacional, de exploração, perfuração e produção de óleo em águas profundas e ultraprofundas. Se tivesse de ser escolhida a empresa mais experiente nesse tipo de operação, certamente seria a Petrobrás. Ao mesmo tempo, todos sabemos que a Petrobrás tem um compromisso com o desenvolvimento nacional. Há também um componente de interesse nacional de aproveitar isso do ponto de vista tecnológico. Para nós é uma responsabilidade gigantesca”.

Sobre o ritmo da produção poder respeitar a capacidade de fornecimento dos equipamentos pela indústria nacional, ele disse que “isso é fundamental e está na lei”. “Não adianta mapear o pré-sal, ter dez oportunidades e querer desenvolver isso tudo ao mesmo tempo. Não, o país já é autossuficiente. Então, o CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) e o governo podem fazer um planejamento de longo prazo para gerenciar efetivamente a matriz energética nacional. Essa proposta dá ao governo brasileiro, e não só a esse, a todos os governos, a possibilidade de fazer o planejamento estratégico energético nacional e trazer, através da companhia, empresas para fabricação no Brasil. Nós perdemos 30 anos de desenvolvimento e temos novamente uma oportunidade”.

“Então estamos retornando e vamos começar a fabricar no Brasil. O que já aconteceu há 50 anos. Sem a inteligência brasileira, é só fabricação. Agora nós temos novamente uma oportunidade de começar fabricando no Brasil, mas amarrar essa construção com a engenharia nacional”.

“A Petrobrás, além de ser operadora, pode ser exploradora exclusiva de algumas áreas. A lei permite, e, de acordo com nosso conhecimento, com a nossa estimativa da potencialidade da área, a Petrobrás pode ser muito competitiva. Porque, como eu disse, tem a escala, tem toda nossa experiência na costa brasileira, lida e opera com tecnologia de ponta todo dia. Então nós temos um potencial técnico espetacular”.

Com relação a supostos ônus pelo fato da estatal se responsabilizar pelos investimentos para a exploração, o diretor da empresa resumiu: “Claro que há um ônus. Mas nós, da Petrobrás, não consideramos um ônus. Consideramos uma missão da companhia, como empresa controlada pelo governo, na participação do aproveitamento dessa grande riqueza. Além disso, a escala em qualquer indústria é muito importante. Se uma empresa tiver que colocar duas, três plataformas, é uma coisa. Se tiver de pôr 20, é outra. A escala para uma indústria petrolífera é muito importante até pelos custos gigantescos envolvidos. Sermos operadores de toda a área nos dá uma grande tranquilidade de aproveitarmos essa escala e, através disso, sermos um fator e uma ferramenta de desenvolvimento da indústria brasileira”.

“O governo tem oportunidade de programar. É natural que, como tem sua empresa como operadora de petróleo, concilie as necessidades nacionais e este planejamento estratégico com a capacidade da Petrobrás de atacar os projetos paulatinamente. O que vai dar ao governo condições de fazer uma coisa casada. A partir do momento que somos autossuficientes em petróleo, isso dá ao governo condições de planejar no médio e longo prazo”.

O diretor da Petrobrás rebateu a argumentação de que o novo modelo de exploração poderia afastar investidores. “O meu dia a dia aqui desmente isso. Tenho recebido indústrias estrangeiras dizendo: ‘Estrella, nós queremos participar do pré-sal. Vamos instalar nossas fábricas no Brasil’. Empresas de todos os segmentos: sondas, equipamentos sofisticados. Todo mundo quer fabricar no Brasil”.

Guilherme Estrella não descartou a possibilidade de uma reserva de 100 bilhões de barris de petróleo. “A bacia de Santos não tem óleo só no pré-sal. A costa equatorial é uma enorme área sedimentar. Na minha visão como geólogo, a grande joia da coroa que veio à tona não foi o pré-sal, mas a Bacia de Santos. Há sete, oito anos, não se falava na Bacia de Santos. Hoje tem pré-sal, pós-sal, Mexilhão, Tambaú, é uma bacia gigantesca. Temos toda a costa leste, a costa equatorial. Os geólogos ainda têm muita esperança. E se você me perguntar sobre volumes, eu acho possível sim”.

“O que está em jogo são reservas mundiais. Em 2030 mais da metade do óleo a ser consumido não foi descoberto ainda. As grandes petrolíferas mundiais, inclusive a Petrobrás, lidam com esse desafio de manter suas reservas. Quanto maior a produção, maior o desafio: se a empresa produz 2 milhões de barris por dia, no fim do ano precisa de mais de 700 milhões de barris para repor a produção. O simples fato da grande empresa ter acesso a uma reserva já é uma garantia. É um bem, um patrimônio estratégico importantíssimo.

“O petróleo é uma riqueza não como qualquer outra. Ninguém invade um país por causa de laranja ou tâmara. Eu trabalhei em Bagdá por alguns anos e ninguém chegou com um tanque americano para tomar uma tamareira. Isso é uma coisa. A outra é o gráfico da Agência Internacional de Energia, que mostra que mais da metade do petróleo a ser consumido ainda não foi descoberto. Então, o Ocidente, que é o grande consumidor de petróleo tem uma fome estratégica de reservas enorme. Combustíveis alternativos vão ocupar 20% ou 25% do consumo. Até que uma virada tecnológica ofereça à sociedade uma fonte energética que esteja à mão e facilmente reproduzível. Então, reserva de petróleo continua a ser a sustentação econômica e de segurança de todo o lado ocidental”.

C/A

Agosto 31, 2009

Sucesso - Vendas diretas crescem 18% no semestre

As vendas diretas se mantiveram aquecidas no Brasil. No primeiro semestre deste ano, o setor movimentou cerca de R$ 9,586 bilhões, o que representa um crescimento de 18,3% ante o mesmo período de 2008, segundo a ABEVD (Associação Brasileira de Vendas Diretas).

Para Lírio Cipriani, presidente da entidade, o principal motivo para o aumento foi o fato de o setor operar com pagamento à vista, e não ter, portanto, se ressentido do impacto da escassez de crédito.

Cipriani afirma que houve um aquecimento da comercialização de produtos de cuidados pessoais -que respondem por 88% da receita do setor- e de suplementos nutricionais (6%), em parte para compensar a frustração do consumidor de não poder trocar bens duráveis, como a TV ou o carro, ou pelo adiamento de uma viagem.

O setor também atraiu mais trabalhadores desde o aprofundamento da crise, que abalou o emprego. No primeiro semestre de 2009, a ABEVD registrou aumento de 17,8% no número de revendedores autônomos, em comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a 2,221 milhões de pessoas no país..Folha

Por: Helena

Agosto 27, 2009

Vendas de supermercados sobem 6,66% em julho

As vendas do setor supermecadista em julho cresceram 6,66% em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado hoje (27) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em comparação a junho a elevação foi de 5,66%.

No acumulado de janeiro a julho deste ano as vendas dos supermercados cresceram 5,47%, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Por Bruno Bocchini

Agosto 20, 2009

Dnocs vai instalar poços artesianos em municípios baianos

O Ministério da Integração Nacional estabeleceu na Bahia o programa de Implantação de Pequenos Sistemas de Abastecimento D'Água, baseados na perfuração e instalação de poços profundos. As obras serão feitas pelo Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs) no estado, de acordo com portaria publicada no Diário Oficial da União de hoje (20).

Os poços artesianos são uma forma eficaz e econômica de atender as populações que habitam a região semiárida, afetada frequentemente pelas secas prolongadas. O fortalecimento dessa infraestrutura hídrica visa ao consumo humano e animal, além de contribuir para a pequena produção agrícola e a piscicultura local.

Serão beneficiários do programa os municípios e organizações não governamentais sem fins lucrativos que se adequarem à legislação. Ao Dnocs caberá a responsabilidade pela perfuração dos poços, incluindo revestimentos, realização do teste de vazão, análise da água, instalação do sistema de bombeamento e sistema de reservação.

As entidades beneficiárias ficarão responsáveis pela operação e manutenção do poço, que será entregue já equipado e pronto para operação.

Por Christina Machado

Agosto 12, 2009

Meio milhão de brasileiros deixaram a pobreza mesmo com crise econômica

Mais de meio milhão de brasileiros deixaram a linha de pobreza no auge da crise econômica no país, entre outubro de 2008 e junho deste ano, segundo o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Lula fez a afirmação ao participar hoje (12) de comemoração dos 150 anos da primeira igreja protestante do Brasil, no Rio de Janeiro. "A verdade é que estamos conseguindo reduzir a desigualdade social entre os brasileiros e nem mesmo a crise financeira internacional nos tirou desta rotina virtuosa", afirmou o presidente, em discurso no Rio de Janeiro.

O presidente Lula disse que as ações do governo e o dinamismo da economia brasileira fizeram com que, desde 2003, início de seu mandato, 10 milhões de empregos fossem gerados e 20 milhões de pessoas deixassem a "base da pirâmide social".

Por Vitor Abdala

Agosto 02, 2009

Só No Brasil de Lula - Um computador por aluno

A linha de crédito anunciada pelo BNDES para financiar o programa Um Computador por Aluno permite ao governo federal dar um passo fundamental na inclusão digital dos jovens brasileiros. O financiamento, a ser lançado oficialmente hoje, destinará nada mais, nada menos, do que R$ 600 milhões a municípios e Estados interessados em adquirir laptops para serem distribuídos aos estudantes da rede pública. A expectativa é de que o dinheiro esteja disponível entre um a dois meses em todo o território nacional.

É importante ressaltar que a partir desse financiamento do BNDES, Estados e municípios terão autonomia para tocar seus próprios projetos de inclusão digital nas escolas e, tudo indica, adquirirem condições de mudar a face da educação pública no país. O anúncio desse mais novo programa do governo federal será feito em Piraí (RJ), município que ao lado das capitais Palmas, (TO), São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS), participa do piloto deste programa desde 2007.

De acordo com Gustavo Tutuca, coordenador do projeto de educação digital de Piraí, em declarações ao Valor Econômico de hoje, a eficácia do programa, como vocês podem ver, está garantida: "o resultado dessa experiência mostra que a evasão escolar caiu para menos de 1% (a média nacional é de 26%) na escola em que fizemos o teste e que o Ideb (índice que mede a qualidade do ensino) dobrou, subindo de 2,4 para 4,8 pontos". E mais: "Houve melhora disciplinar dos alunos e um aumento do interesse em participar das aulas."

Vale lembrar que desde 2004, redes sem fio de acesso à internet foram distribuídas em Piraí, numa experiência inovadora no país. Para vocês terem uma idéia, hoje, está prevista a distribuição de laptops para nada menos que um quarto da população do município fluminense - computadores para os 6,2 mil alunos que estudam nas 21 escolas da cidade de 24 mil habitantes. Um avanço possível e fundamental para que o Brasil entre definitivamente no século XXI.

Por ZD

Julho 29, 2009

Governo Competente - Desemprego cai na maioria das regiões metropolitanas pesquisadas pelo Dieese/Seade

A taxa de desemprego em cinco regiões metropolitanas e no Distrito Federal caiu em junho, passando de 15,3% para 14,8% da População Economicamente Ativa, depois de cinco meses sem redução. Isso significou 112 mil pessoas a menos no contingente de desempregados, estimado em 2,984 milhões de trabalhadores.

O nível de ocupação apresentou variação positiva pelo terceiro mês seguido, com 0,4%, o que representa a criação de 75 mil postos de trabalho. No mesmo período, 38 mil pessoas desistiram de procurar emprego.

À exceção de Belo Horizonte, que manteve a taxa estável em 11%, houve queda em todas as demais regiões pesquisas, com maior diminuição em Recife, que passou de 20,4% em maio para 19,4% em junho. Em Porto Alegre a taxa passou de 12,6% para 12%, em Recife, de 17% para 16,4%, em Salvador, de 21,6% para 21,3 e em São Paulo, de 14,8% para 14,2%

O comércio liderou na oferta de vagas, com a 80 mil postos de trabalho, o que significou aumento de 3%. O segmento de serviços foi o segundo, com 22 mil vagas, ou 0,2% acima de maio. A indústria cortou 25 mil ocupações, o que representou queda de 1% do total e a construção civil demitiu 9 mil trabalhadores, queda de 0,9%.

O rendimento médio do trabalhadores em maio caiu 1,2%, passando para R$ 1.276 para os assalariados e R$ 1.199 para o conjunto de trabalhadores ocupados, ou seja com ou sem carteira assinada.

Os dados fazem parte da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) para a Região Metropolitana de São Paulo e para o conjunto de regiões acompanhadas pelo Sistema PED (Distrito Federal, Salvador, Recife, Porto Alegre, Belo Horizonte e São Paulo), divulgada hoje (29) pelo Departamento Intersindical e Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e Fundação Seade.

Por Marli Moreira

Julho 14, 2009

Presidente Lula responde sobre reajuste dos aposentados em coluna

A Secretaria de Imprensa da Presidência da República divulgou nesta terça-feira (14) a Coluna Semanal do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na qual ele responde sobre temas como reajuste dos aposentados e carga tributária.

Leia a íntegra:

O Presidente Responde

Coluna semanal do presidente Lula


Sanelvo Cabral, 70 anos, jornalista aposentado de Olinda (PE) Por que o governo concede reajuste diferenciado entre o salário mínimo e os proventos de aposentados e pensionistas? Essa política só reduz o poder aquisitivo dos beneficiários. Não é por falta de dinheiro, porque o rombo do INSS está em outras fontes. Um aposentado tem reduzido em até 50% o valor da aposentadoria, após 9 ou 10 anos do benefício. Presidente Lula Nada menos do que 17,7 milhões de aposentados e pensionistas, ou 66,9% do total, recebem o piso previdenciário no valor do salário mínimo. Com a política do nosso governo de reajustar o mínimo acima da inflação, todos os que ganham o piso tiveram aumento real de 65% desde 2003. Trata-se da valorização daqueles que mais necessitam, algo inédito no País. A partir de 2007, começamos a antecipar o reajuste do mínimo em um mês, a cada ano. Assim, a partir de 2010, ele será efetuado no dia 1º de janeiro. Quanto aos que recebem acima do piso, a Constituição de 88 garantiu a recomposição da inflação e é isto o que estamos cumprindo rigorosamente. Não há perda. Neste momento, estamos em negociação com as centrais sindicais para definir um novo percentual de aumento para os aposentados que ganham acima do salário mínimo na perspectiva até de ampliarmos os ganhos em relação à inflação.

Adílson Rodrigues, 40 anos, empresário de Curitiba (PR) Tenho dificuldade em contratar funcionários para a minha empresa. A maioria dos entrevistados não quer ser registrada em função de estar recebendo o seguro desemprego e depois sai ou é dispensada por falta de interesse. Não está na hora de fazer uma reforma nas leis trabalhistas?

Presidente Lula Nosso compromisso sempre foi com a criação de postos de trabalho. O índice de desemprego no Brasil, que era de 12,3%, em 2003, caiu ano a ano, até chegar a 7,9%, em 2008. Com a crise internacional, houve um leve aumento desse índice. O fato é que, de 2003 até agora, foram criados 10,5 milhões de novos empregos com carteira assinada. Mas não podemos esquecer a parcela que está fora do mercado. A Lei 7.998/90 garante ao desempregado o recebimento do seguro por três a cinco meses. Você fala em desinteresse dos funcionários, mas é preciso verificar se a razão não é a remuneração que está sendo oferecida. O fato é que o seguro desemprego é uma ação de justiça social da qual o Brasil não abre mão. Em 2008, sete milhões de trabalhadores receberam a ajuda quando estavam em dificuldade.

João Paulo Passos, 27 anos, consultor técnico de Belém (PA) Quando os tributos do nosso país poderão ser nos níveis dos demais países e não os mais elevados do planeta?

Presidente Lula A nossa carga tributária está muito distante das mais elevadas do mundo. Há vários países, admirados pelos benefícios sociais que concedem, em que a carga é muito maior Bélgica (44,4% do PIB), Suécia (48,2%) e Dinamarca (48,9%). Na outra ponta, há países, da África e da América Latina, em que a carga tributária é baixa, mas o Estado praticamente não existe e isso é muito ruim para o povo. No Brasil, a arrecadação de impostos está nos permitindo tocar programas que geram crescimento e empregos, como o PAC, e inclusão social, como o Bolsa Família. O resultado é a redução da desigualdade. Estudo da Fundação Getúlio Vargas mostra que nos grandes centros a proporção de miseráveis caiu de 35% para 25%, de 2002 para 2008. Por outro lado, temos reduzido impostos em setores-chave da economia, como o de veículos, o de construção civil, cesta básica de alimentos e da linha branca (geladeiras, fogões, máquinas de lavar), o que tem permitido manter girando a roda da economia em plena crise financeira mundial.

Autor: Secretaria de Imprensa da Presidência da República / Departamento de Relacionamento com a Mídia Regional

Julho 09, 2009

Democratização - Em audiência pública, sociedade sugere programação para a TV Brasil

A audiência pública sobre a TV Brasil realizada hoje em Brasília recebeu sugestões sobre a programação da emissora. O ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, considerou a audiência “extremamente produtiva”. Avaliação semelhante fez a presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Tereza Cruvinel: “a sociedade veio, disse o que pensa deu sugestões e fez críticas, estamos aqui para fazer o que a sociedade deseja. A TV pública fica mais pública cada vez que a sociedade vem”.

A diretora de cinema Tetê Moraes representou a Associação Brasileira de Cineastas (Abraci) e considerou ainda “tímida” a parceria do canal com as produções cinematográficas. Ela defende que a TV pública tenha contratos de pré-compra e participe do financiamento das produções, além de ter “mecanismos administrativos mais simplificados” para estabelecer parcerias.

Já a organização Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social manifestou preocupação com o funcionamento da TV Brasil e da EBC e as fontes de financiamento. “Não há como garantir uma programação de qualidade, o funcionamento de um parque transmissor que faça com que o sinal chegue à população, se não houver recurso necessário para isso. Comunicação é um tipo de atividade que demanda alto grau de investimento”, explicou Jonas Valente, integrante do Intervozes, que assistiu à audiência.

O presidente do Conselho Curador da EBC, Luiz Gonzaga Belluzo, defendeu a vinculação de recursos. “A vinculação dos recursos dá autonomia à TV Pública”, disse. Para ele, a programação deve ser “diversificada culturalmente” e com “ conteúdos regionais”. Belluzo disse que a TV pública “tem que se ater a essa programação resistindo a tentação de ter audiência a qualquer preço”.

O professor Murilo César Ramos, da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB), que acompanhou a audiência pública da TV Brasil, avalia que o evento “começou um processo para que daqui alguns anos haja maior mobilização em torno da TV pública”.

Esta foi a primeira vez que um canal de televisão no Brasil promoveu uma audiência para ouvir a sociedade. “A discussão sobre comunicação, televisão, rádio, novas mídias é uma discussão interditada. Ela não sai em veículos que não seja a própria TV Brasil, eventualmente na TV Câmara ou na TV Senado”, disse o professor.

Por Gilberto Costa

Julho 04, 2009

MESMO COM CRISE PAÍS GEROU MAIS DE 131 MIL EMPREGOS

PO Brasil registrou a criação de 131.557 empregos com carteiras assinada só no mês de maio, representando o quarto mês consecutivo de expansão, segundo dados do Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, nesta segunda-feira.

De acordo com Lupi “é a primeira vez este ano que todos os setores da economia em todas as regiões do país apresentam saldo positivo de emprego. É a prova de que a recuperação está acontecendo de forma coerente, permanente e segura”, analisou.

Entre os setores que mais se destacaram está a Agricultura, Serviços, Construção Civil e Comércio. Na agricultura, foram mais 52.927 postos, o que representa um aumento de 3,36% em relação ao mês anterior. Consequentemente, a área de serviços respondeu pela criação de 44.029 postos, enquanto a construção civil obteve mais 17.407 postos e o setor do comércio gerou 14.606 postos.

O crescimento de emprego em maio, que foi o melhor de 2009, atingiu todas as regiões do país, sendo no Sudeste 100.020 postos novos, 13.731 vagas no Nordeste, 7.233 no Centro-Oeste, 5.534 no Sul e 5.039 postos no Norte.

Para o ministro, “o Brasil vê a crise pelo espelho retrosivor. O governo insiste em medidas de incentivo à economia, baixando os juros e incentivando o crédito. Em breve teremos baixa nas taxas das linhas do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Isso vem garantindo o consumo interno”.

C/A

Junho 25, 2009

O sucesso de um novo modelo de desenvolvimento

A criação de 2,4 milhões de empregos entre 2003 (primeiro ano do governo Lula) e 2007, só no setor do comércio, confirmada agora pela Pesquisa Anual de Comércio 2007, levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é produto de um novo modelo de desenvolvimento implantado no país, apoiado no mercado interno e na distribuição de renda, e bem o oposto do que buscou o tucanato em seus 8 anos, o mercado externo e a concentração de renda.

Nosso novo modelo de desenvolvimento fez o número de empregados no comércio saltar de 6 milhões para 8,4 milhões de trabalhadores em apenas cinco anos, no período (2003-2007). É evidente que pelo menos três das grandes alavancas com papel de destaque indiscutível para esse sucesso chamam-se Bolsa Família, aumento do salário mínimo - desde o primeiro ano da atual administração federal, aumento real, em índices sempre superiores aos da inflação anual - e massa salarial gerada e ampliada pelos ocupantes dos 11 milhões de novos empregos criados no período de governo Lula.

Eu acho confortador, também, que o segmento de hiper e supermercados (uma área com forte abastecimento de gêneros para alimentação) seja o que mais gerou empregos - 256,8 mil vagas no período. Foi seguido pelo comércio varejista de material de construção, com aumento de 212,6 mil postos no quinquênio 2003-2007. Em toda a pesquisa só um dado a lamentar e que deve ser corrigido, conquistado com o tempo: a queda nos salários médios pagos pelo comércio como um todo: de 2,1 salários mínimos, em 2003, para 1,8 salário mínimo em 2007.

A pesquisa revela que em 2007 existiam 1,69 milhão de estabelecimentos comerciais no País (comércio varejista, comércio por atacado e comércio de veículos automotores, peças e motocicletas), pertencentes a 1,6 milhão de empresas comerciais. Juntas elas geraram R$ 1,3 trilhão de receita operacional líquida naquele ano.

Por ZD

Junho 08, 2009

ALMOÇO COM DILMA TEM SUCESSÃO COMO PRATO PRINCIPAL

Os pratos servidos foram Cuscuz de camarão, picadinho com batata palha e saladas mas o prato preferido foi política e sucessão presidencial. Dilma quando sabatinada por algumas curiosas presentes respondeu a questionamentos sobre Bolsa Família, pré-sal, educação, emprego e ouviu incentivos para assumir de vez a candidatura, porém sua resposta foi evasiva, até porque não sabia se alguma das convidadas ´resentes estava gravando a conversa informal.

Dilma Rousseff na entrada mandou recado a deputados que apoiaram a emenda constitucional do terceiro mandato. “Esperamos que entendam que não é isso que é o projeto do governo”, afirmou. “O governo pode continuar sem ter terceiro mandato.”

Disse a ministra que o presidente Lula considera a democracia brasileira “ainda frágil” e descarta tese de 3º mandato.Dilma reiterou que não fala “nem amarrada” de sua candidatura à Presidência, mas se disse disposta a enfrentar as urnas pela 1ª vez.

Achou “normal” que muitas convidadas do almoço digam que ela é candidata à sucessão de Lula até porque este gostaria. Estava lá as apresentadoras Ana Maria Braga, Adriane Galisteu, Luciana Gimenez e comediante Maria Paula. Da academia, a psicanalista Eleonora Rosset, a filósofa Marilena Chauí e a dramaturga Marta Góes.

Para os jornalistas que aguardavam do lado de fora, fazendo mais uma vez uma menção indireta ao fato de ser uma sobrevivente da ditadura militar, e ironizando certa ditadura de parte da mídia política brasileira, disse que “Todas elas (as convidadas) tiveram a mesma reação que vocês (jornalistas): riram muito do ‘nem amarrada’”, contou Dilma, ao sair às 17 horas. “Uma hora dessas vocês vão me vaiar. Mas não vale vaia, ainda, viu!”

C/A

Junho 02, 2009

Sucesso - Fechado primeiro contrato de venda de frango para a China

A Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (Abef) anunciou que, como resultado de missão do presidente Lula à China, dia 19 de maio, foi fechado o primeiro contrato de exportação de carne de frango para aquele país.

“Tudo aconteceu após a visita do presidente Lula. É auspicioso”, declarou Francisco Turra, presidente da Abef. Segundo ele, quando este tipo de acordo é fechado o primeiro embarque nunca é inferior a 40 dias.

O primeiro contrato fechado favoreceu a empresa brasileira Doux-Frangosul, que deve embarcar 12 contêineres, algo em torno das 300 toneladas, que devem sair, já nesta semana, da planta de abate da empresa localizada em Montenegro, no RS.

Apesar do volume não ser muito significativo, “vamos vender muito mais”, disse Turra. “Já temos mais três acordos em andamento”. Além disso, “não tivemos problema algum com influenza aviária, o que dá muita credibilidade ao nosso produto em termos de sanidade”, disse o presidente.

O Ministério da Agricultura anunciou, no dia 29, que mais dois frigoríficos brasileiros foram incluídos na lista publicada pelos serviços de quarentena, inspeção e supervisão da qualidade (AQSIQ), da República Popular da China, o que eleva para 24 o número de estabelecimentos credenciados a atender o mercado chinês.

A China produz 12,5 milhões de toneladas de carne de frango ao ano e tem um consumo de dez quilos do produto por habitante/ano. Para atender ao mercado interno precisa importar dos Estados Unidos e da Argentina. O país asiático importa anualmente 500 mil toneladas de carne congelada.

C/A

Maio 29, 2009

Confiança da indústria na economia volta a crescer, constata pesquisa

Pelo quinto mês consecutivo, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) na economia, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) aumentou e fechou maio em 89,6 pontos. O resultado é 6% superior ao de abril (84,5) e, segundo a nota técnica da FGV, “confirma a tendência de recuperação gradual do ritmo de atividade industrial após o forte declínio ocorrido ao final do ano passado”.

Foi a primeira vez neste ano que o resultado da sondagem ficou mais próximo da média histórica (99,1 pontos) depois de ter recuado para 74,7 pontos em dezembro do ano passado, informa o comunicado. A pesquisa foi feita com 1.075 empresas que empregam mais de mil trabalhadores, têm faturamento em torno de R$ 540 bilhões e com uma participação de 23,5% nas exportações.

A nota informa que, em maio, melhoraram tanto as avaliações sobre o momento atual quanto as expectativas para os próximos meses. O Índice da Situação Atual (ISA) teve aumento de 7,6%, passando de 86,5 para 93,1 pontos, diante de uma média história de 99,9 pontos. O Índice de Expectativas (IE) aumentou 4,4%, passando de 82,5 para 86,1 pontos.

O indicador sobre a satisfação com a situação dos negócios teve alta de 12,2%, com a pontuação passando de 77,1 para 86,5. De acordo com a FGV, o otimismo demonstrado pelos empresários com os próximos meses foi maior em comparação com o resultado das pesquisas realizadas desde outubro do ano passado. Das l.075 empresas ouvidas, 25,9% acreditam em melhora ante 18% da sondagem anterior. O número dos que preveem piora caiu de 28,1% para 27,1%.

Por Marli Moreira

Maio 22, 2009

Petrobras usará na Turquia tecnologia de exploração em águas profundas

A Petrobras começa em dezembro a procurar petróleo em águas profundas no Mar Negro, na Turquia. O acordo da empresa brasileira com a turca TPAO foi ratificado hoje (22) no Palácio Presidencial, na presença dos presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da Turquia, Abudullah Gül.

As negociações começaram em 2006 e já consumiram US$ 130 milhões em estudos de dois blocos. Mais US$ 630 milhões serão gastos no aluguel por três anos de uma sonda norueguesa, que deve chegar em dezembro. A Petrobras cederá o equipamento por seis meses à TPAO, que pagará um sexto do valor.

O Mar Negro é considerado uma das últimas fronteiras do petróleo no mundo, por ser pouco explorado. A opção dos turcos pela Petrobras se deve à tecnologia da empresa brasileira na exploração em águas profundas.

A estimativa é de que o petróleo esteja a cerca de mil metros de profundidade e a 230 quilômetros da costa. Até o fim do próximo ano, devem ser gastos mais US$ 250 milhões, o que eleva orçamento do projeto ao patamar de US$ 1 bilhão de dólares.

Em entrevista no Palácio Presidencial, ao lado de Abudullah Gül, Lula disse que a necessidade de investir na camada pré-sal no Brasil não é motivo para a Petrobras deixar de buscar parcerias a fim de prospectar petróleo em outras regiões do planeta. Segundo ele, o fato de a Petrobras já ter se certificado da existência de petróleo no pré-sal é mais um motivo para continuar investindo em pesquisas em outros lugares.

“Estamos avançando porque nosso investimento em pesquisa passou de US$ 500 milhões para US$ 2 bilhões”

Lula afirmou que se houver possibilidade de o país fazer associações com outras empresas pelo mundo, isso será feito. “Queremos ser a primeira de petróleo. Ficamos muito tempo sem fazer investimento”, disse.

O presidente recusou-se a falar sobre a CPI da Petrobras e pediu aos aguardem sua volta ao Brasil. “Eu gostaria de saber qual é o fato determinado de uma CPI. No fundo, no fundo, no fundo, no fundo, ainda não está explicado qual é o motivo dessa CPI”.

Lula recebeu do presidente turco a cópia de um acordo de amizade assinado na Turquia pelo imperador Dom Pedro II, em 1858. Por coincidência, destacou Gül., uma das assinaturas no acordo era de um brasileiro chamado Inácio. O presidente turco apresentou Lula à imprensa turca como “um dos estadistas mais respeitáveis e conhecidos no mundo”.

Lula chegou de manhã à capital da Turquia, onde visitou com a primeira dama, dona Marisa, o mausoléu de Mustafa Kemal, o Ataturk, que significa “pai dos turcos”. Kemal foi o general que uniu o país depois da 1ª Guerra Mundial, fundando a república.

Depois dos rituais militares, Lula e Abudullah Gül participaram de reuniões no palácio de governo. Ainda hoje, ele visita a Grande Assembléia Nacional da Turquia e à noite participa, com dona Marisa, de jantar no Palácio Presidencial. Jogadores de futebol brasileiros que atuam em times turcos também foram convidados.

Durante a entrevista, Lula lamentou que os times brasileiros não tenham dinheiro para manter no país jogadores de nível da Seleção. Ontem (21) Lula recebeu no hotel em que estava hospedado em Istambul a visita de Roberto Carlos, que joga no Fenerbache.

“Fico feliz pelos times da Turquia terem recursos para contratar jogadores importantes do meu país. Fico feliz porque a maioria dos jogadores é de meninos de origem pobre”, disse o presidente brasileiro.

“No Brasil não teríamos dinheiro hoje para levar um jogador de nível da seleção para jogar no Brasil. É um dado concreto dos últimos 15 anos.”

Lula disse que torce para que os times turcos não levem um jogador do Corinthians, seu time, e também lamentou o fato de o atacante Ronaldo não ter feito gol nos últimos três jogos do Corinthians. “Mas ele vai dar o título ao Corinthians ainda”.

Por Aziz Filho

CPI da Petrobras é 100% política, diz presidente de entidade do mercado de capitais

Preocupado com os efeitos negativos que a CPI da Petrobras poderá trazer para o mercado de capitais brasileiro, o presidente da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec) no Distrito Federal,o economista Alexandre Guimarães, disse hoje (22) à Agência Brasil que não tem “a menor dúvida de que esta comissão de inquérito parlamentar tem cem por cento de motivação política”. Para ele, "não há ilegalidade alguma" na estratégia contábil e tributária adotada pela estatal.

Segundo Guimarães, criar uma CPI como essa em um cenário de crise como o atual “não é bom nem para a empresa nem para o país”, que corre o risco de estragar este que é "seu maior cartão de visita para os investidores internacionais". Para o dirigente da Apimec, "são muito fracos" os motivos que serviram de justificativa para a instauração da CPI.

“No mercado financeiro de hoje as empresas usam de muita transparência, e a Petrobras, com certeza, é uma dessas”, disse. “Os analistas de mercado sempre têm acesso aos dados que solicitam à empresa”, garante. “Mas é claro que, por uma estratégia mercadológica, algumas informações relevantes não podem se tornar públicas.”

Guimarães avalia que a origem da CPI está na insatisfação de alguns governadores por terem recebidos da empresa repasses menores do que os esperados. “Eles não gostaram e reclamaram até que a questão chegasse à imprensa", afirmou.

“Não há nada de ilegal na estratégia adotada pela Petrobras”, disse o presidente da Apimec-DF. Ele explicou que qualquer empresário sempre optará pelo regime tributário que lhe for menos oneroso.

“Quem entende de mercado financeiro sabe que todas empresas estão sempre usando instrumentos legais que os possibilitem pagar menos impostos. Entre eles, o de optar por mudar do regime de competência para o de caixa, e vice-versa”, disse.

“Isso pode ocorrer com o empresário que adere ao regime do Simples e também com trabalhador que escolhe o modelo de imposto de renda menos oneroso”, completa.

Blog com agências

Maio 21, 2009

IMPRENSA BRASILEIRA OMITE QUE LULA FOI RECONHECIDO PELA UNESCO

Eu não sou pobre, nunca fui, não sei o que é fome. Mas sou eleitor do Lula e votarei na Dilma em 2010.

Irei aqui repetir uma frase do Lula:

"Nunca antes neste país teve um governo que fizesse algo pelo social como este governo tem feito".

Aquilo que esses porcos chamam de assistencialismo, está sendo copiado mundo afora, elogiado constantemente pela imprensa mundial a ponto do nosso presidente receber um prêmio pela Unesco, ser primeira página dos maiores jornais internacionais e aqui ser totalmente ignorado.

Só espero que quando o presidente receber o prêmio Nobel da Paz esses mesmos jornalistas não cortem os pulsos ou façam um harakiri.

Aviso aos ignorantes que esses números são dados do IPEA e outros do IBGE.

Bom, isso sem falar da construção civil, com casa para todos os orçamentos. Caixa Economica (que felizmente não foi privatizada pelo governo psdbista) nunca financiou em toda sua história tantas casas populares.

Por que os outros governantes não pensaram nisso antes?

Agora, meu amigo, IRENE É MORTA e Dilma vencerá em 2010!

Quem viver verá!

Do Briguilino

Maio 14, 2009

Mantega diz que está satisfeito com repercussão das novas regras da poupança

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, se disse satisfeito com a repercussão das novas regras da poupança. Ele acredita que a população recebeu muito bem as alterações e ressaltou que é preciso manter a confiança nesse instrumento.

O ministro também voltou a afirmar que não há previsão para redução do Imposto de Renda para os fundos de renda fixas, mas que a medida pode ser tomada, caso haja nova queda na taxa Selic.

Mantega falou há pouco antes de se encontrar com empresários em São Paulo, na sede da Editora Abril.

Por Daniel Mello

Maio 05, 2009

Péssimos Exemplos - O telecurso do crime e o imbecil global

A globalização trouxe inegáveis avanços, mas não vou me deter neste aspecto. Quero falar, de outra parte, sobre os inegáveis efeitos da globalização midiática, mais especificamente no que tange à criminalidade e à imbecilização (sic) impostas pelos meios de comunicação de massa, a televisão aberta à frente.

Não é de hoje que somos inundados por noticiários policiais grotescos, horas e mais horas de programação onde a violência é a matéria predileta, o desrespeito ao próximo é a notícia, a ausência de valores é a lição, tudo isso a nível global, sem trocadilhos com determinada emissora.

É a pauta do medo, que nos transforma em cidadãos temerosos, ameaçados e que nos empurra para dentro de nossas casas a fim de evitar topar com o mundo cruel apresentado nos monitores de tv. Pergunto eu: quantos homicídios, assaltos ou atos violentos presenciamos pessoalmente? Eu particularmente nunca vi um, a não ser na tv. Mas a maioria responderá também que não viu, mas o vizinho da amiga disse que viu, o primo da namorada foi assaltado, e por ai vai... mas não seria natural que vivendo em cidades cada vez maiores, conhecendo muito mais pessoas que em tempos idos, isso não iria de fato ocorrer? Claro que sim, é natural, estatística e probalisticamente.

Todavia, na ausência de dados honestos acerca do aumento ou da diminuição dos níveis de criminalidade, ficamos sempre com a primeira opção, uma vez que a mídia está aí a nos informar: tráfico de drogas, sequestros relâmpagos, homicídios contra parentes próximos, pedofilia, confronto entre torcidas organizadas, desastres de trânsito, para não falar nas pandemias que surgem todo ano e que ameaçam a humanidade (febre amarela, gripe aviária, suína - e vejam quantas gripes ainda podem surgir diante da enormidade de espécies animais que habitam a Terra).

É a pauta do medo que nos é imposta. E tem sido assim desde que as classes dominantes descobriram que, à falta de um inimigo externo potencial, o medo é o inimigo em comum.

Diante disso, é certo afirmar que a pauta do medo tem influenciado no comportamento das pessoas. Se de um lado as pessoas de bem se sentem premidas a ficarem em casa, de outro, as pessoas de índole ruim e aquelas que a personalidade ainda não está formada, como no caso das crianças e dos jovens, fazem um verdadeiro telecurso do crime.

O telecurso do crime se dá em horário nobre, como também pela manhã, tarde, noite e madrugada, a qualquer hora; quem quiser ver violência é só ligar a tv e procurar que certamente irá achar. Soube recentemente que a Sky está a anunciar "muito mais violência para você" com o intuito de vender sua programação. É demais não?

Olhem a sua volta e tirem suas próprias conclusões: no interior do país hoje se têm brigas de torcidas organizadas, bailes funk, crak, muito crak, e violência em demasia, tudo extremamente idêntico ao que se passa em alguns outros lugares do Brasil, de certo modo, distante da cultura local. O que quero demonstrar é que se não fosse o telecurso do crime midiático diário, novas ocorrências que seriam próprias de outros lugares tardariam a ocorrer, por exemplo, no interior do Amazonas.

Hoje o imbecil está globalizado. Este, por falta de personalidade ou de opção, passa a vestir os mesmos agasalhos e gorros que os manos da periferia de São Paulo, ainda que seja no calor do Nordeste; faz apologia do crime em bailes funks, ainda que seja longe dos morros cariocas; torcidas são organizadas para o crime sob os escudos do Comercial-MT, Campinense-PB e Crato-CE; para não falar no caldeirão de crimes que assola Brasília e entorno. Enfim, quem quiser virar marginal que assista tv em casa.

Por Márcio Lacerda de Araújo

Abril 28, 2009

Em 60 dias, BB começa a analisar pedidos de crédito para o programa Minha Casa, Minha Vida

O Banco do Brasil deve estar pronto para atender tomadores de crédito do programa Minha Casa, Minha Vida em 60 dias. A informação foi dada hoje (28) pelo presidente da instituição, Aldemir Bendine. No último dia 8, o banco informou que serão destinados R$ 500 milhões para o programa, com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Bendine também informou que na próxima semana será liberado financiamento no valor de R$ 20 milhões para a construtora Cyrela, em Sorocaba (SP), que vai construir 500 casas na cidade. Os imóveis serão destinados a famílias que ganham de três a dez salários mínimos.

Por Kelly Oliveira

Abril 18, 2009

Pronasci vai destinar R$ 4 milhões para espaço cultural e esportivo da Central Única de Favelas

O Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça, vai destinar R$ 4 milhões para a realização de obras de melhoria da estrutura do espaço da Central Única das Favelas (Cufa), localizado embaixo do Viaduto Negrão de Lima, em Madureira.

O anúncio foi feito hoje (17) durante visita do ministro da Justiça, Tarso Genro. Ele foi recebido no espaço pelo criador da central, MV Bill.

Acompanhado do prefeito Eduardo Paes, Tarso ensaiou passos de capoeira, presenciou espetáculo de dança hip hop e tentou alguns arremessos em uma cesta de basquete.

Na ocasião foi firmada uma minuta com o compromisso de liberação dos recursos tão logo seja aprovado o projeto apresentado por MV Bill ao Ministério da Justiça, com as diretrizes da reformulação do espaço – onde atualmente as crianças das comunidades carentes da região exercem atividades culturais e esportivas, como basquete de rua, pintura em grafite, capoeira, skate e hip hop.

Para o ministro Tarso Genro, o apoio é o reflexo de um conceito moderno de segurança pública que não é baseado apenas em ações policiais.
“As ações policiais de alto nível de qualidade, bem pensadas e estruturadas e respeitando a lei são fundamentais, mas sem políticas efetivas e preventivas, que agreguem a juventude e dêem formação profissional às políticas, essas ações meramente policiais de nada adiantam.”

Para MV Bill, os recursos que serão administrados pela Cufa em parceria com a prefeitura do Rio viabilizarão a criação de um grande complexo esportivo, com instalações mais adequadas à utilização por parte dos jovens que freqüentam a área.

“O apoio do governo federal e da prefeitura do Rio aos projetos da Cufa fortalecerá ainda mais as relações de cidadania que são desenvolvidas no espaço sobre o viaduto de Madureira.”

Somente em 2008, o Pronasci investiu R$ 144,5 milhões no estado do Rio de Janeiro, beneficiando 14 municípios da Baixada Fluminense, grande Rio e região norte do estado.

Em Madureira, o ministro Tarso Genro fez comentários sobre o assalto ocorrido em plena sala de aula da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no Fundão, na Ilha do Governador.

Para o ministro, o fato de as vítimas não terem prestado queixa à polícia demonstra a gravidade em que se encontra a segurança pública em algumas regiões.

“Se a comunidade está agregada em torno de um projeto em que ela confia na ação policial e sabe que vai ser protegida, essa omissão não aconteceria. Iniciativas como esta aqui em Madureira, onde o convívio comunitário supera o medo e a população ocupa o espaço público, são fundamentais para um conceito inovador de segurança pública e que é o conceito que nós procuramos trabalhar através do Pronasci."

C/A

Abril 13, 2009

Rápida Recuperação - Indústria brasileira dá sinais de recuperação em 7 setores

A indústria brasileira começa a dar sinais de recuperação no primeiro trimestre deste ano, após queda generalizada nos pedidos recebidos em dezembro. Um mapeamento feito com base na Sondagem da Indústria de Transformação da Fundação Getúlio Vargas (FGV) revela que a retomada da demanda está concentrada na produção de bens cujo consumo depende da renda do trabalhador como alimentos, e da indústria automobilística, que teve o corte de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) renovado.

A indústria automobilística, de móveis, de alimentos, têxtil, de vestuário e calçados, de celulose, papel e papelão e de produtos de matérias plásticas, as duas últimas fornecedoras de embalagens para o setor de alimentos, reagiram no primeiro trimestre, aponta a sondagem. A pesquisa consultou 1.066 empresas que, juntas, faturaram no ano passado R$ 540 bilhões. Em março foram vendidos 271,4 mil veículos no País, 16,9% a mais que em igual mês de 2008.

“O mercado interno está segurando a queda”, afirma Sérgio Amoroso, presidente do Grupo Orsa, uma das grandes companhias do setor de celulose, papel e papelão para embalagens. Ele conta que, entre dezembro e fevereiro, sua empresa registrou quedas superiores a 10% na demanda doméstica na comparação com os mesmos meses do ano anterior. Em março, a queda na demanda doméstica de embalagens produzida pela empresa ficou em 7,5% em relação a março de 2008. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por: Helena™

Abril 04, 2009

Avante Real - China não vai desistir de alternativas ao dólar

A China reiterou a proposta de diversificação do sistema monetário internacional. O presidente da China, Hu Jintao, pediu aos líderes do G-20 para "melhorar os mecanismos para controle de emissão de moedas de reserva". Ele também pediu ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que fortaleça a supervisão sobre as nações que emitem moeda de reserva, especialmente suas políticas de emissão.

Maior nação credora dos Estados Unidos, a China tem razões para temer os destinos de seus recursos diante do agravamento da crise norte-americana. Para tentar recuperar a economia, os Estados Unidos têm ampliado seu déficit fiscal e injetado liquidez em seus mercados financeiros, o que pode gerar inflação.

Isso corroeria os ativos em dólar mantidos pela China e aumentaria a pressão inflacionária doméstica. O temor é que os Estados Unidos possam desvalorizar o dólar, para encarecer suas importações e baratear suas vendas externas. O pedido de apoio ao G-20 por uma supervisão imparcial pelo FMI reflete em parte os pedidos de Pequim por uma maior monitoração das principais economias.

Papel Dominante

Uma das críticas ao FMI é que o órgão tem focado as nações em desenvolvimento e não as ricas, tais como os Estados Unidos, onde a crise começou. Contudo, o comunicado do G-20 emitido ao final do encontro de cúpula não menciona a diversificação do sistema monetário internacional e a diminuição do papel dominante do dólar no comércio e investimentos, apesar dos pedidos da China e da Rússia.

Perguntado sobre a defesa feita, semana passada, pelo presidente do Banco do Povo da China, Zhou Xiaochuan, pela criação de uma nova moeda de reserva, o primeiro-ministro do Reino Unido e anfitrião do encontro, Gordon Brown, alegou que isso "não levou a propostas detalhadas de ninguém".

C/A

Março 30, 2009

Eleições 2010 - Dilma sobe em pesquisas para 2010

Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil e possível candidata do PT à presidência, melhorou sua posição em todas as simulações das eleições de 2010, de acordo com pesquisa divulgada hoje (30) pela CNT/Sensus.

Na pesquisa espontânea, ela atingiu 3,6% da preferência, num empate técnico com o governador mineiro e tucano Aécio Neves, que possui 2,9%.

"Há uma maior percepção da população de que as eleições estão se aproximando", afirmou Ricardo Guedes, diretor da CNT/Sensus, sobre o aumento da preferência pela candidata Dilma Rousseff e a diminuição no número de indecisos, em todas as simulações feitas.

Você votaria no candidato de Lula?

É o único em que votaria dizem 21,5% na pesquisa de março de 2009 , um aumento de 5,9% em relação à janeiro de 2009.

Do Aposentado Invocado

Março 27, 2009

CASO DE POLÍCIA - SÃO PAULO, FUTURO COMPROMETIDO

É alarmante a situação da educação sob a tutela tucana, ou melhor, sob a responsabilidade do governador e candidato a presidente da nação, José Serra. Há dias, como vocês podem acompanhar, publico neste blog comentários sobre os dados mais recentes do Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo, o IDESP.

Criado pela Secretaria de Estado da Educação, o índice avalia a nota de português e matemática que os alunos tiram no exame anual do SARESP - ao qual as escolas públicas do Estado estão submetidas - e a quantidade de alunos que está de acordo com o fluxo escolar.

Uma matéria divulgada hoje (26.03), em O Estado de S. Paulo, destaca que na região centro-oeste paulistana, a mais bem avaliada do IDESP e que compreende bairros como Itaim Bibi, Vila Madalena e Alto de Pinheiros, a maioria dos alunos não domina o conteúdo da série em que estão.

Um verdadeiro descaso

Jovens do último ano do ensino médio que deveriam estar aptos para entrar nas universidades, se tornarem profissionais no futuro e contribuir com o desenvolvimento do país, não conseguem resolvem sequer equações de segundo grau e encontram dificuldades em operações como adição e multiplicação. Além disso, mais de 50% dos alunos da 8a. série e do 3o. ano colegial estão classificados nos níveis básico e abaixo do básico do IDESP.

Esta é a prova cabal da incompetência tucana no poder desde 1994! Sem contar os 12 anos anteriores de administrações do PMDB, composta por quadros aliados ao PSDB - das quais vários integrantes hoje compõem a administração José Serra.

Temos aí, na educação, o equivalente a 14 anos de silêncio, de ausência de iniciativas transformadoras, de descaso e desrespeito com os paulistas. E, principalmente, da vigência de uma administração predadora, incapaz de realizar minimamente sua função de governo.

O ônus desses 14,5 anos é claro: perdem os jovens, perde o Estado, perde o Brasil. Sem eficiência, continuaremos anos luz do futuro que esse país merece e deseja.

Por ZD

Março 21, 2009

CRISE NÃO ABALA INVESTIMENTOS DA MAPFRE NO BRASIL

Seguradora investe no maior programa de educação ambiental do Brasil.

Grupo lançou ontem (19), em parceria com o Governo do Estado de São Paulo, o projeto Villa Ambiental, programa que tem como objetivo incentivar a prática de ações que transmitam a importância da responsabilidade com o meio ambiente. me a mitindo aos estudantes a import o meio ambiente.arjeto

A maior crise financeira da história mundial desde a quebra da Bolsa de Nova York, em 1929, não foi capaz de frear os investimentos do Grupo MAPFRE no Brasil. A seguradora, uma das principais companhias do segmento em todo o País, investiu significativamente para lançar, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo, um projeto inédito denominado Villa Ambiental, maior programa de educação ambiental realizado no Território Brasileiro.

Desenvolvido com os recursos gerados por práticas sustentáveis obtidas por meio da implantação de melhorias "ecoeficientes" nos processos efetuados pelo Grupo, (como, por exemplo, uma considerável economia no consumo de papel) o Villa Ambiental é um espaço que permite o desenvolvimento de atividades lúdicas e dinâmicas, com pedagogia elaborada a partir de ferramentas de aprendizado da educação ambiental.

O projeto, inédito, faz parte do Programa Criança Ecológica, iniciativa idealizada pelo Governo do Estado de São Paulo por intermédio da Secretaria do Meio Ambiente, que desenvolverá diversas atividades com as crianças abordando questões importantes para a preservação do planeta, como água, fauna e flora, poluição e aquecimento global.

As atividades do Villa Ambiental serão desenvolvidas com a finalidade de promover a consciência sobre a sustentabilidade, visando a melhoria do meio ambiente e da qualidade de vida. Além disso, os alunos aprenderão de forma interativa por meio de recursos cenográficos, o que irá garantir uma maior vivência e proximidade dos estudantes com todo o projeto.

De acordo com o presidente do Grupo MAPFRE, Antonio Cássio dos Santos, "em momentos de adversidades como o que estamos vivenciando, investir em um projeto com foco sustentável e, principalmente, que beneficie as crianças, é acreditar no futuro. A MAPFRE sempre teve como política destinar parte dos recursos obtidos para a sociedade e esta crise não poderia mudar a filosofia que está em nossos princípios", comenta.

"Acreditamos no projeto Villa Ambiental como uma ação inovadora e única. Trata-se de um programa que, acima de tudo, preparará as nossas crianças, inserindo nelas uma peculiar cultura de proteção e de conceitos em prol do meio ambiente e da preservação do planeta", finaliza Cássio.

C/A

Março 14, 2009

Lula e Obama têm trajetórias semelhantes, diz Dilma

A ministra Dilma, disse que ''guardadas as proporções, os dois presidentes Lula e Barack Obama têm trajetórias semelhantes''. A ministra chegou na sexta-feira (13) à noite a Washington, acompanhando Lula, que se encontrará com Obama hoje na Casa Branca.

Dilma citou como afinidade entre os dois líderes as mensagens oferecidas por Obama em sua campanha presidencial.

''A campanha de Obama foi uma campanha de mudança, de noção de esperança renovada.''

Relação Pessoal

Dilma participará ao lado do presidente da comitiva que se encontrará com Obama, juntamente com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, e o assessor de Assuntos Internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia.

No entender de Dilma, a ''relação pessoal é importante e o presidente tem facilidade de estabelecer esses vínculos''.

Lula manteve uma relação amistosa com o antecessor de Obama, o presidente George W. Bush, e o governo brasileiro espera dar continuidade ao bom relacionamento.

A ministra não entrou em detalhes sobre temas que deverão constar do encontro entre os líderes do Brasil e dos Estados Unidos, mas acrescentou que eles irão ''necessariamente'' tratar de formas de conter a crise financeira global.

Obama visto por Gil

O ex-ministro da Cultura Gilberto Gil, que veio a Washington no mesmo avião que a comitiva brasileira, mas que não integra a delegação do governo, diz que o encontro entre Lula e Obama servirá para que os dois líderes possam 'se perceber' e ''estabelecer o sentido mais direto das percepções que têm um do outro''.

Gil disse que torceu por Obama ao longo da disputa presidencial americana. ''E continuo torcendo pelo trabalho dele, pela afirmação do trabalho dele, que é cada vez mais necessário.''

No entender do ex-ministro, Obama representa ''a emergência de uma mentalidade jovem nos Estados Unidos, preocupada com o futuro da humanidade, em jogar um jogo mais aberto, pluralista''.

Mas Gil afirmou não acreditar que poderá ser incluído na equipe que participará do encontro com Obama. ''Nunca estive com ele, mas claro que gostaria. É um jovem importante, pertencente a uma minoria política que vem historicamente trabalhando para encontrar seu lugar, seu protagonismo.''
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Por: Helena ™

Março 09, 2009

IBGE estima safra de 135,3 milhões de toneladas para 2009

A tendência de queda na produção brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas para este ano foi mantida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na segunda previsão da safra agrícola de 2009 divulgada hoje (9) pelo órgão. A estimativa de queda, no entanto, é menor do que a apurada em janeiro.

A produção deverá atingir 135,3 milhões de toneladas, o que significa uma redução de 7,3% em relação ao ano passado, quando foram colhidos 145,8 milhões de toneladas. A área plantada deve chegar a 47,4 milhões de hectares, 0,3% maior que a de 2008 (47,2 milhões de hectares).

A primeira previsão da safra agrícola feita pelo IBGE em janeiro tinha mostrado uma queda de 7,6%, em relação à do ano passado, em conseqüência das instabilidades climáticas, e um aumento de 0,8% na área plantada.

Ainda segundo o instituto, sete dos 25 produtos pesquisados apresentaram alta na estimativa de produção em relação a 2008: amendoim em casca 2ª safra (16,6%), arroz em casca (3,7), cana-de-açúcar (1,1%), cebola (4,6%), feijão em grão 1ª safra (15,8%), feijão em grão 2ª safra (11%) e mandioca (0,3%).

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) também divulgou hoje o levantamento da safra de grãos.

Por Cristiane Ribeiro

Março 05, 2009

PAC da habitação. Começa com Lula e a continuidade será da Dilma

Governo vai facilitar a casa própria para quem ganha até R$ 1.395 e proteger por 3 anos quem ficar sem o emprego.

O governo federal apresentou ontem aos governadores Sérgio Cabral (RJ), AécioNeves (MG), José Serra (SP) e Roberto Requião (PR) o pacote de medidas prometido desde dezembro para reduzir o impacto da crise econômica na habitação e na construção civil.

O objetivo é construir 1 milhão de moradias até 2010.

Considerado “ousado” por Cabral, o plano prevê a concessão de subsídio integral (redução total de custos) no financiamento da casa própria — pela Caixa Econômica Federal —para a população com renda mensal de até três salários mínimos (R$ 1.395). O governador disse que as prestações terão valor “simbólico”. O total do financiamento subsidiado poderá ficar em até 10 salários mínimos (R$ 4.650).

Outra vantagem do pacote é o ‘seguro-desemprego’ para quem for demitido do trabalho e comprovar a dispensa.

De acordo com Cabral, nesse caso, o cidadão terá o prazo de 36 meses para retomar o pagamento do financiamento, sem correr o risco de perder a casa.

Isso porque o governo já decidiu que criará um fundo garantidor para diminuir a inadimplência no mercado imobiliário. Esse fundo será acessado por trabalhadores que perderem o emprego e ficarem sem condições de pagar o financiamento.

“A grande carência de habitação no Brasil é sem dúvida da população que ganha até três salários mínimos, cerca de 85% dos trabalhadores.

Vamos deixar à disposição do governo terrenos e áreas estaduais e municipais para encurtar caminho”, disse Cabral. O governador acrescentou que o estado tem municípios com projetos habitacionais em execução avançada, o que deverá facilitar o governo.

“O grande acerto do programa é facilitar pontos que estrangulam o setor. Hoje, na lógica do crédito habitacional, inclusive da Caixa, o cidadão mais idoso é punido com valores que chegam a 37% do financiamento. Isso é um escândalo, foi discutido e está sendo extinto no novo programa”, revelou. III

Por: Helena

Fevereiro 24, 2009

Brasil se prepara para popularizar a internet 'pela tomada'

Os brasileiros poderão acessar a internet banda larga por meio da rede de energia elétrica ainda neste ano. Emília Ribeiro, conselheira da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), garante que o seu relatório sobre a regulamentação da 'internet por tomada' estará pronto no fim de março.

Depois disso, as normas devem ser analisadas pelo Conselho Diretor da agência e, se forem aprovadas, as empresas já podem oferecer o serviço. “É muito importante decidir essa questão, porque é mais uma forma de expandir a banda larga para todo o país de forma mais barata, para aumentar a competição também”, afirmou a conselheira.

Ela diz que está ouvindo todos os setores interessados, e que algumas experiências já estão sendo realizadas no país. Com a transmissão de dados em alta velocidade pela rede elétrica, sistema conhecido como BPL, as tomadas residenciais passam a ser pontos de rede, se conectadas a um modem.

A conselheira explica que os dados serão transmitidos por meio de fio elétrico ou por outro cabeamento no poste de energia. O sinal da internet banda larga chega até as residências pela caixa de energia elétrica e é transmitidos por dentro da rede.

Outra bandeira defendida por Emília Ribeiro dentro da Anatel é a utilização da banda larga no serviço público. Segundo ela, o país pode economizar muito com a informatização de serviços como saúde, educação e segurança.

“Não se discute a importância disso - é uma necessidade. Mas a forma de fazer ainda está sendo amadurecida. É uma política de governo, depende da vontade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro (das Comunicações) Hélio Costa", afirma Emília.

"Tenho certeza de que eles têm essa vontade. Quem não quer ver um governo informatizado? Mas temos muitos desafios, como a extensão territorial”, completa.

Segundo a conselheira, uma das alternativas para expandir o serviço seria por meio da universalização da banda larga nas escolas, com os sistemas de backhaul, que é a infra-estrutura de rede para conexão em banda larga.

“Não custa muito para o governo um estudo que faça o serviço chegar à segurança, à saúde, à cultura. Uma política de governo que tem uma iniciativa já feita e basta mais um fôlego para avançar. É uma questão inadiável, inaceitável”, defende. "Me sinto em uma agonia terrível por não conseguir que esse serviço seja disponibilizado para a nossa população.”

Da Agência Brasil

Fevereiro 17, 2009

Competência - Crise no exterior mostra acerto das decisões de Lula

Pelo tamanho e gravidade da crise na Europa e no Japão e seu agravamento nos Estados Unidos - apesar das inacreditáveis medidas adotadas pelos governos pró-empresas e bancos - podemos medir as consequências no Brasil e também a eficácia das providências adotadas pelo governo Lula.

As medidas adotadas pelo nosso governo começam a surtir efeitos, tanto na balança comercial e de pagamentos - nosso principal problema - como no estímulo à demanda e à retomada do crescimento em setores-chaves, como a construção civil e a indústria automobilística.

Está evidente o papel dos investimentos públicos em infraestrutura - e dos investimentos privados de maneira geral - das parcerias e concessões, do aumento do salário mínimo, e da garantia de continuidade e ampliação dos investimentos do PAC não só em projetos, mas também em obras de infraestrutura, em saneamento, habitação e transportes públicos.

Sem esquecer, óbvio, da importância da garantia de crédito pela liberação do compulsória e uso das reservas para as exportações e para as empresas endividadas em dólares. E da liberação, também, para o capital de giro de todas em geral, e da desoneração e mesmo diminuição de impostos - como o IPI e o IOF - além dos investimentos de empresas públicas, como a Petrobras.

Medidas adotadas preparam caminho para redução de juros

Por fim, e talvez o mais importante, o impacto dessas medidas, no Orçamento Geral da União, na renda nacional e sua distribuição, e no que pode ter - mas ainda não ocorreu - para a redução dos juros e do spread bancários, o último bastião do rentismo e de um Brasil velho que resiste a uma nova época, a um novo modelo de desenvolvimento.

Nossa verdadeira batalha hoje tem que ser pela redução dos juros, com seu impacto no financiamento da economia, mas principalmente na redução drástica dos gastos com a dívida interna.

Reduzidos os juros, estaremos liberando R$ 30 bilhões ao ano - e pode ser até mais, dependendo da percentual de redução da taxa Selic - para investimentos, e para abatimento do principal da dívida interna.

Será uma mudança radical na atual situação que vivemos - onde pagamos R$ 150 bilhões juros e serviço/ano da dívida interna - porque proporcionará uma redistribuição real da renda nacional em favor da produção, do trabalho, e da nação.

Do ZD

Fevereiro 11, 2009

Progresso - Governo e ANTT vão alterar regras para ferrovias

As concessionárias de ferrovias estão explorando apenas 38% da malha cedida pelo governo. Do total de 28,8 mil quilômetros administrados pela iniciativa privada, quase 18 mil quilômetros de trilhos não veem a passagem de uma única composição por dia. Insatisfeitos com estes números e com o custo do frete, o governo e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) trabalham em um conjunto de medidas que promoverá a maior reforma regulatória no setor desde a privatização da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), em 1996.

Além da obrigatoriedade de compartilhar suas malhas com os demais operadores, as concessionárias terão novas metas de desempenho - que é medido em toneladas transportadas por quilômetro útil (TKU), unidade de referência no setor. Nos contratos de concessão, foram estabelecidas metas de aumento de produção. As empresas investiram mais de R$ 20 bilhões na modernização das malhas, em 13 anos.

O problema, na avaliação oficial, é que tudo isso ficou excessivamente concentrado. "Existem trechos concedidos onde há anos não passa um único trem", constata o diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, principal responsável por desenhar a nova regulamentação. Primeira medida: as metas, hoje estabelecidas para o conjunto da malha operada pela concessionária, serão fixadas para cada um dos corredores ferroviários dentro de uma mesma concessão. "As metas valem para a malha como um todo e desconsideram se a concessionária concentra todos os seus esforços em apenas alguns trechos", assinala.

A percepção da ANTT e do Ministério dos Transportes é que as concessionárias privilegiam regiões de maior demanda e deixam semi-abandonados 62% de seus trilhos, inviabilizando pequenos e médios usuários de escoar sua produção pelas ferrovias. Com as novas metas, todos os trechos deverão ser ativados, ainda que não ofereçam a mesma rentabilidade dos mercados mais nobres da área de concessão. Figueiredo garante que a agência "não vai rasgar contratos". Os documentos já permitem a fixação de metas específicas, segundo ele, mas a ausência delas foi a opção feita até agora.

C/ Agências

Fevereiro 07, 2009

Programas sociais favorecem consumo de baixa renda

O economista Carlos Alberto Ramos, da Universidade de Brasília (UnB), descarta a possibilidade de uma recessão no país, estima um crescimento de 2% e acredita que os agentes econômicos “mais agressivos” consigam obter mercado e aumentar a produtividade.

O diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio, prevê crescimento de 3%. Ele avalia que para reverter o ciclo de diminuição de crédito, atividade econômica e renda, é preciso reduzir os juros, o spread bancário (diferença do custo de captação do banco e o valor repassado ao tomador) e aumentar a oferta de crédito. Além disso, o governo deve continuar os investimentos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e nas áreas de saúde e educação, que ajudam a economia a “preservar o nível de atividade”.

Manuel Enriquez Garcia, vice-presidente do Conselho Regional de Economia de São Paulo, não acredita que o PAC, com problemas de liberação orçamentária e de execução de obras, possa ser considerado uma política anticíclica. Ele avalia, no entanto, que as políticas sociais do governo federal poderão favorecer parte da população e setores voltados ao consumo de baixa renda.

O economista assinala que o recente aumento do salário mínimo terá repercussão positiva a partir de março e que haverá mais transferência de renda com o incremento dos valores repassados pelo programa Bolsa Família e com a inclusão de mais famílias beneficiárias.

Por Gilberto Costa

Janeiro 25, 2009

Blogueiro brasileiro é um herói, diz professor da FGV


A relação - ou falta de - entre o direito e a internet no Brasil foi tema de um debate que atraiu dezenas de campuseiros nesta quinta-feira ao palco Blog da Campus Party Brasil 2009. Na mesa estavam Ronaldo Lemos (professor da Fundação Getúlio Vargas e um dos idealizadores do blog Overmundo), os advogados Rony Vainzof (do escritório Ópice Blum) e Ivo Corrêa (do Google Brasil) e o jornalista Francisco Madureira (como moderador).

Ao falar sobre a necessidade de uma regulamentação para a internet, Lemos disse que "ser blogueiro no Brasil é ser herói, porque você não sabe o que pode acontecer."

Ele defendeu o estabelecimento de um marco civil (e não criminal, como o projeto de lei do senador Eduardo Azeredo, que já foi aprovado no Senado) e destacou que é hora de a sociedade brasileira decidir em que medida é necessário proteger o direito de privacidade, "que não pode ser ignorado", e também a questão da responsabilidade dos provedores (aqui entendido como qualquer um, cidadão ou organização, que publique conteúdo na web).

Para Lemos, a quebra do sigilo do internauta se justificaria apenas em casos de "crimes de maior poder ofensivo" - como pedofilia, seqüestro ou tráfico.

- Com a regulamentação, o blogueiro deixa de ser herói e passa a ser um sujeito que sabe até onde pode ir, os riscos que corre - explicou.

Ele disse ainda que não saber o que pode acontecer atrapalha a inovação - precisamos de riscos previsíveis também para criar.

Ivo Corrêa vê no centro da questão um descompasso: a ausência de leis específicas faz com que a internet seja tratada como um meio de comunicação tradicional.

- Como se o Google tivesse, sobre o Orkut, a mesma ingerência que a Folha de S. Paulo tem sobre o seu conteúdo - exemplificou, citando ainda a relação entre internet e eleições no Brasil.

- A lei eleitoral não trata exatamente da internet então, em linhas gerais, ela foi tratada como se fosse a TV ou um jornal. E o potencial de comunicação da rede foi desperdiçado - afirmou.

Esse poder de comunicação pôde ser visto nas eleições norte-americanas quando, por exemplo, mais pessoas assistiram ao debate no YouTube do que na rede CNN. O presidente Obama foi várias vezes citado por Lemos - "o mundo está mudando, nós temos que mudar com ele" - e Corrêa.

É consenso que há necessidade de regras específicas, assim como é necessário um maior conhecimento, por parte do Poder Judiciário, sobre a internet e sua dinâmica. Para os debatedores, as empresas, a comunidade internauta e o meio acadêmico têm que ajudar nisso.

Rony Vainzof citou a criação de varas especializadas em direito eletrônico como um avanço possível, além das delegacias especializadas em crimes eletrônicos, já existentes em diversas capitais brasileiras. E destacou que "a legislação não vai conseguir acompanhar a evolução tecnológica, mas a população pode mobilizar as mudanças".

A reação ao projeto de lei do senador Eduardo Azeredo foi citada como exemplo do poder de mobilização da internet. E, disseram, esta mobilização tem que se repetir. Este movimento é que pode gerar mudança.

- E cadê o movimento? Está aqui, neste evento, na aproximação de blogueiros, indústria, academia, direito - finalizou Lemos.

Do Portal Terra

Janeiro 18, 2009

CNPq divulga calendário de bolsas e auxílios para 2009

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq/MCT) divulga o calendário para 2009 de ações de fomento à pesquisa e de apoio à formação de recursos humanos. O objetivo é manter a comunidade científica e tecnológica informada sobre os principais editais e chamadas públicas para a concessão de bolsas no país e no exterior. São 13 modalidades de bolsas e duas de auxílios com datas de inscrição e períodos de julgamentos distribuídos ao longo do ano.

As bolsas de Doutorado Pleno no Exterior (GDE) têm inscrições até 5 de março. Já as bolsas de Pós-doutorado Júnior, Empresarial, Sênior, Pós-doutorado no Exterior, Sanduíche no País e no Exterior, Estágio Sênior e Pesquisador Visitante têm três períodos para inscrição. O primeiro se encerra também em 5 de março, o segundo em 28 de maio e o último em 30 de setembro. O Edital Universal estará aberto a partir de primeiro de junho e receberá inscrições até 31 de Julho de 2009.

Produtividade em Pesquisa

As bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ) abrem o período de inscrição em 14 de abril com encerramento em 18 de agosto. Os bolsistas de PQ, com bolsas vigentes até fevereiro de 2010, deverão participar do processo caso queiram sua continuidade.

Os estudantes interessados em obter apoio para a realização de Mestrado (GM) ou Doutorado (GD) devem se dirigir às coordenações dos programas de pós-graduação para as quais o CNPq distribui as quotas de bolsas. Além disso, com recursos do FNDCT, o CNPq tem lançado todo ano um edital para concessão de bolsas de Mestrado e Doutorado em áreas de indução. O Edital 70/2008 está dividido em duas fases, uma delas com início em 31 de março de 2009, que concederá bolsas a partir de agosto do ano corrente. As inscrições vão até 15 de maio.

Já para as bolsas de Desenvolvimento Científico Regional (DCR), as datas de inscrição são estipuladas pelas fundações estaduais de amparo à pesquisa com quem o CNPq mantém convênios.

Os auxílios para a participação em Eventos Científicos no exterior (AVG) e o Auxílio para receber um Pesquisador Visitante (APV) devem ser solicitados com 90 dias de antecedência em relação à data prevista para a viagem ou a chegada do pesquisador.

Ainda em 2009 serão lançados diversos editais como o de Ciências Humanas e Sociais, o Programa Editorial e Olimpíadas de Ciências, além de diversos editais temáticos nas áreas de petróleo e gás, informática, energia, recursos hídricos, saúde, biotecnologia, nanotecnologia, entre outras.

Veja mais AQUI

C/ Agências

Janeiro 13, 2009

Competência - Brasil inicia em fevereiro produção de urânio enriquecido em escala industrial

A empresa estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB) vai fabricar urânio enriquecido em Resende, no sudoeste fluminense, a partir do próximo mês. Até o final do ano a produção deve chegar a 12 toneladas da matéria-prima do combustível utilizado em usinas nucleares. A expectativa da INB é produzir, até 2012, todo urânio enriquecido utilizado na usina nuclear de Angra I e 20% do combustível para Angra II. As informações são do diretor de Produção do Combustível Nuclear da INB, Samuel Fayad Filho, para quem o domínio nacional do processo de completo de enriquecimento de urânio significa um salto.

O grande avanço é que no futuro nós não vamos depender de serviços externos para uma tecnologia importante. Não teremos nenhum problema de alguém fechar a válvula do gás, disse Fayad Filho, se referindo ao episódio do corte de fornecimento de gás Gazprom da Rússia para a Ucrânia e demais países da Europa ocorrido na semana passada. De acordo com ele, a produção nacional de urânio enriquecido vai trazer ao Brasil uma economia de US$ 25 milhões, o correspondente ao que o país gasta para enriquecer o mineral no exterior. Até agora, o Brasil tinha o minério, mas por não dominar o processo de enriquecimento exportava o material bruto e comprava de um consórcio de empresas européias o urânio enriquecido.

A tecnologia para o enriquecimento de urânio foi desenvolvida pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) e pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). O Brasil será o nono país a dominar o processo de enriquecimento do mineral. Para iniciar a produção industrial de urânio enriquecido, a fábrica de Resende já tem duas cascatas de ultracentrífugas em série (equipamento inventado pelos alemães durante a 2ª Guerra Mundial) utilizadas para separar as partículas de urânio que liberam energia. A previsão é que em três anos, dez cascatas de ultracentrífugas estejam em funcionamento. Desde novembro de 2006, a INB tinha licença ambiental do Ibama para enriquecer o urânio mas a autorização de operação da fábrica, válida por um ano, só foi dada pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) no último dia 5. Segundo Fayad Filho, a INB deverá solicitar a prorrogação até obter da CNEN a autorização de operação permanente, após comprovar que trabalha seguramente.

A licença de operação do Ibama vence no próximo ano e sua renovação também deverá ser solicitada ao Ibama. A Constituição Federal atribui à União monopólio para lavra, enriquecimento, reprocessamento, industrialização e comércio de minérios nucleares e seus derivados (Artigo 21). Conforme a lei, toda atividade nuclear em território nacional deve ter finalidade pacífica e aprovada pelo Congresso Nacional.

C/ Agências

Janeiro 05, 2009

Requião - Se o povo não compra, a indústria vai parar e pode demitir trabalhadores

Requião disse que "se o povo não compra, a indústria vai parar e pode demitir trabalhadores. Mas se o povo compra, se os produtos ficam mais baratos, as prateleiras das lojas se esvaziam, as indústrias passam a contratar mais trabalhadores e se estabelece o ciclo virtuoso do desenvolvimento

Paraná tem saúde para resistir às agressões da crise", afirma Requião

Em pronunciamento feito nesta segunda-feira (5) à tarde, no Palácio das Araucárias, em Curitiba, o governador Roberto Requião disse que, graças à política fiscal do Governo do Estado, o Paraná tem saúde para "resistir às agressões da crise", que teve início nos Estados Unidos e se alastrou por vários países, provocando a falência de instituições financeiras e empresas e a demissão de milhões de trabalhadores.

"Vamos sofrer, mas, em função da política tributária do Governo do Estado, sofreremos menos que os demais Estados brasileiros", afirmou Requião, ao destacar como principal ponto da política de governo a isenção de ICMS para as micro e redução do imposto às pequenas empresas, além da recente reforma tributária proposta pelo Governo e aprovada pela Assembléia Legislativa e que entrará em vigor no mês de abril.

A reforma reduz de 25 e 18% para 12% a alíquota do ICMS que incide sobre 95 mil produtos. "É uma forma de ajudar os trabalhadores, porque são bens de consumo-salário, aquilo que compramos todo mês com o salário que recebemos. Eu fiz este ajuste porque a economia está sofrendo muito com a crise e é preciso que a circulação de recursos se estabeleça e a capacidade de compra do povo, principalmente dos mais pobres, não seja diminuída", justificou.

Requião disse que "se o povo não compra, a indústria vai parar e pode demitir trabalhadores. Mas se o povo compra, se os produtos ficam mais baratos, as prateleiras das lojas se esvaziam, as indústrias passam a contratar mais trabalhadores e se estabelece o ciclo virtuoso do desenvolvimento".

Sobre as políticas fiscais do Estado, o governador fez questão de destacar que a mais importante de todas as medidas foi a isenção de impostos que concedeu, no início de seu governo, as micro e pequenas empresas. "Isto fez com que, em Curitiba, por exemplo, 70% das empresas instaladas ficassem enquadradas no programa de isenção. São 30 mil empresas neste regime somente na capital. São empresas que não pagam nada ou que pagam pouco. A média de pagamento dessas empresas é de 1,15%. Isto é praticamente nada, já que as empresas regulares pagam 18%".

Segundo Requião, o principal resultado proporcionado por esta política fiscal é a transformação do Paraná num dos estados que mais tem gerado emprego de carteira assinada nos últimos anos. "Além do mais, essas políticas tornaram o Paraná mais forte para enfrentar a crise que vem aí. Não se iludam. Essa quebradeira que começou nos Estados Unidos, mexe com todos os países do planeta, porque o dólar é a moeda que comanda tudo".

Portanto, acrescentou o governador, menos impostos significam mercadorias mais baratas. "É o nosso salário comprando mais. Se conseguirmos comprar mais, colocar mais comida na nossa mesa, comprar os objetos necessários para a nossa casa, significa que o comércio está vendendo mais, esvaziando as prateleiras e fazendo encomendas para a indústria que, por sua vez, ocupa a sua capacidade ociosa e contrata mais trabalhadores. A política do Paraná, nesse momento, é basicamente essa: defender o emprego de nosso povo e defender as nossas empresas. Empresas abertas e trabalhadores com emprego e salários decentes", finalizou.

Por Pedro de Lepanto

Dezembro 28, 2008

Economista descarta risco de recessão no Brasil em 2009

O Brasil vai sofrer um processo de desaceleração em seu ritmo de crescimento no próximo ano, principalmente pela onda de incertezas que leva investidores e consumidores a reverem seus projetos, adiando gastos e decisões de expansão da capacidade produtiva.

A avaliação foi feita à Agência Brasil pelo diretor do Centro de Economia Mundial da Fundação Getulio Vargas (FGV), Carlos Langoni.

“Vai ser uma desaceleração forte. Mas, eu diria que, em termos relativos, o Brasil ainda vai estar bem na fotografia, porque vamos crescer provavelmente acima da média da maioria dos países da América Latina, que vão sofrer forte contração, como o México, a Venezuela e a própria Argentina. Vamos ficar acima da média de crescimento mundial, que deve ser em torno de 2%. E, o que é mais importante, não vamos mergulhar no abismo recessivo”.

A desaceleração será provocada também pelo contágio das restrições de crédito, que “está mais escasso e caro”, e pela queda do preço das ‘commodities’ (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado internacional), que já está afetando setores importantes da economia, como o de mineração, e alguns setores exportadores, disse Langoni.

Ele acredita que o país vai cair de um pico de quase 7% no terceiro trimestre de 2008 para algo em torno de 3% em 2009. O grande desafio, na sua opinião, é o Brasil se preparar para sair o mais rápido possível da crise. “Ou seja, voltar a crescer acima da economia mundial e mostrar sinais de recuperação”.

Por Alana Gandra no Varal de Notícias

Dezembro 20, 2008

Reconhecimento - Dilma Rousseff vira cidadã sul-matogrossense


A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, será homenageada pela Assembléia Legislativa com o título de cidadã sul-mato-grossense, em sessão solene que acontece na próxima quarta-feira, dia 26. Ainda não está confirmada a vinda da ministra para o ato. A proposição é do deputado estadual Akira Otsubo (PMDB), que também homenageia com o título o empresário José Luciano Duarte Penido, presidente da Votorantim Celulose e Papel, empresa em instalação no município de Três Lagoas.

Akira justifica a homenagem a Dilma pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que ela gerencia. Em Mato Grosso do Sul o PAC destinou R$ 350 milhões em obras diversas, sobretudo na área de saneamento e habitação. Até 2010 o volume aplicado via PAC deve chegar a R$ 5 bilhões.

Dilma é economista, mestre em Teoria Econômica e doutora em Economia Monetária e Financeira. Foi ministra das Minas e Energia de 2003 a 2005. É o nome cotado pelo PT para concorrer à Presidência da República em 2010.

Por João Prestes

Dezembro 18, 2008

Presidente Lula lança Estratégia Nacional de Defesa nesta quinta-feira


Nesta quinta-feira, às 16h, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, participa da solenidade de lançamento da Estratégia Nacional de Defesa, no Salão Oeste do Palácio do Planalto. A Estratégia será implementada por meio de ato assinado durante a cerimônia, que estabelece diretrizes e ações de médio e longo prazo com o objetivo de reformular e dinamizar o setor de defesa do País.

A Estratégia Nacional de Defesa pretende modernizar a estrutura nacional de defesa mediante a atuação em três eixos estruturantes: reorganização das Forças Armadas, reestruturação da indústria brasileira de material de defesa e política de composição dos efetivos das Forças Armadas.

A Estratégia Nacional de Defesa pretende orientar a relação da sociedade com suas Forças Armadas e discutir a composição dos efetivos militares. O objetivo é manter a obrigatoriedade do serviço militar inicial para os homens e zelar para que as Forças Armadas reproduzam, em sua com posição, a população brasileira em sua representação social e geográfica.

A formulação de um planejamento de longo prazo para a área de defesa é fato inédito no Estado brasileiro e marca uma nova etapa no tratamento do tema. A meta é colocar as questões da defesa na agenda nacional e estimular na sociedade o debate sobre que defesa o país quer.

A elaboração desse plano estratégico cumpriu determinação de decreto presidencial, de 6 de setembro de 2007, que criou um Comitê Ministerial para sua formulação. O Comitê foi presidido pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, e coordenado pelo Ministro-Chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger. Também participaram do Comitê os ministros do Planejamento, Orçamento e Gestão; da Fazenda; e da Ciência e Tecnologia, além dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.

Do Interesse Nacional

UMA IMPORTANTE REFLEXÃO

VOCÊ NÃO ESTA SATISFEITO COM O PROGRESSO ATUAL E SUAS EXCELENTES PESPECTIVAS FUTURAS?ACHA QUE O PAÍS ESTARIA MELHOR NAS MÃOS DOS TUCANOS OU DE OUTRO?

OU PENSA QUE ESTARIA MELHOR PORQUE ALGUNS ÓRFÃOS ALIADOS DO GOVERNO PASSADO DIZEM QUE NÃO ESTA E ASSIM INFLUENCIAM NA SUA OPINIÃO?

MUITA CAUTELA, PARE E PENSE, A QUEM INTERESSA DESCONTRUIR E DENEGRIR O GOVERNO LULA?

VOCE PODE SEM PERCEBER ESTAR SENDO INDUZIDO A FALAR MAL DO MELHOR GOVERNO QUE O BRASIL JÁ TEVE EM 500 ANOS, PODE ESTAR SENDO USADO. NÃO DEIXE QUE OUTROS CONCLUAM POR VOCÊ, DESCONFIE DE ALGUNS "ESPECIALISTAS" E "INTELECTUAIS" SOB MEDIDA QUE APARECEM NA TELEVISÃO E NOS JORNAIS.

OLHEMOS O PASSADO, O CARATER E OS INTERESSES INCONFESSÁVEIS DE QUEM FALA MAL DO GOVERNO ATUAL. PARA ELES NÃO ESTA MELHOR MESMO, POIS PERDERAM O PODER DE INFLUENCIAR NOS RUMOS DO PAÍS DE TODOS AS MANEIRAS POSSÍVEIS COMO FAZIAM NO INCOMPETENTE E SUSPEITO GOVERNO TUCANO.

OLHEMOS PARA TRÁS, PARA O PASSADO RECENTE, SÓ ASSIM PODEREMOS ENTENDER OS MOTIVOS, ENTENDER O PRESENTE E ENTENDER O PORQUE DAS "CRÍTICAS", DAS "CRISES", IMPUTADAS PELA MÍDIA-POLÍTICA E OPOSIÇÃO AO GOVERNO DE LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, ASSIM VALORIZAR AS CONQUISTAS E OS RUMOS ATUAIS DO PAÍS.

A VERDADEIRA, A MAIOR CRISE É A CRISE DE PODER DA CORRUPTA MÍDIA BRASILEIRA.

NÃO SEJA UM CÚMPLICE INVOLUNTÁRIO, NÃO SE DEIXE USAR. PARE E PENSE! SEJA MAIS RESPONSÁVEL NAS SUAS OPINIÕES, AS GERAÇÕES FUTURAS AGRADECEM!

Do sodadonofront.