No campo externo, nada mais importante no programa de nosso novo governo (2011-2014) que a consolidação da integração sul-americana e o apoio às exportações não apenas de matérias primas, alimentos e manufaturas, mas de serviços, tecnologia e capitais.
Ao cumprir essas diretrizes estaremos não só firmando a política externa soberana independente do governo Lula, como estaremos, também alavancando a consolidação do nosso projeto nacional de desenvolvimento - sim, temos um e o governo Dilma vai aprofundá-lo - e do crescimento econômico do país.
O Brasil já ocupa seu lugar no mundo. Ao próximo governo caberá a tarefa de dar continuidade à nossa luta por uma nova ordem internacional, pela reforma do sistema financeiro global e das organizações multilaterais como a Organização Mundial de Comércio (OMC), Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial (BIRD) e Organização das Nações Unidas (ONU). Além de dar continuidade ao esforço pela conquista de nosso assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.
Esperança e oportunidade. Continuidade com mudanças. Crescimento com distribuição de renda. Está está aí a trilogia que resume, deve e vai orientar esse programa (leia post acima) do futuro governo e suas propostas de aprofundamento das mudanças empreendidas pelos dois governos do presidente Lula.
Por Zé Dirceu
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